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Zoe Kravitz posa nua e recria ensaio sensual da sua mãe feito há 30 anos

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Zoe Kravitz (“Divergente”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” e “Big Little Lies”) posa nua e recria o ensaio de sua mãe, Lisa Bonet, na revista
Rollingstone
após 30 anos. A atriz compartilhou no último domingo (28) as fotos do ensaio em sua conta oficial do Instagram
e recebeu muito elogios.

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Zoe Kravitz posa nua e recria capa de sua mãe de 30 anos anos depois para revista Rollingstone
Reprodução/Instagram

Zoe Kravitz posa nua e recria capa de sua mãe de 30 anos anos depois para revista Rollingstone


No ensaio, Zoe Kravitz posa
nua para capa da revista e aparece com apenas seus longos cabelos pretos cobrindo seus seios. “ Vida, imita, arte”, escreveu ela na legenda da publicação. A atriz recriou o famosos ensaio de sua mãe em 1988.

Nos comentários, seus mais de 3,8 milhões de seguidores elogiaram as fotos da artista. “Linda como sua mamãe”, “Eu tenho um crush em você e sua mãe. Impressionante”, “Incrivelmente linda Zoe”, “Uau, onde Lisa começa e termina Zoe?”. 

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Em entrevista para a revista, a morena revelou que está noiva do seu namorado Karl Glusman: “Eu não contei a ninguém ainda – quer dizer, eu não contei ao mundo. Eu queria manter isso privado”, afirmou ela.

Zoe conta que a proposta de casamento foi feita em fevereiro deste ano:”“Eu estava de calça de moletom. Acho que estava um pouco bêbado”. O ator acendeu algumas velas e colocou Nina Simone para tocar. “Eu podia sentir o coração dele batendo tão rápido – eu estava tipo, ‘Baby, você está bem?’ Eu estava realmente preocupado com ele. Eu amo que não foi elaborado esse plano em Paris. Foi em casa, de calça de moletom”, finalizou ela.

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O casal se conheceu há dois anos, num bar com amigos em comum. E naquela noite começaram um relacionamento. “É tão relaxante estar perto de alguém, onde você pode estar cem por cento como você se sente”, disse ela. Além de Zoe Kravitz posa nua
para a revista, a artista concedeu uma entrevista e falou também sobre sua família, filmes e sobre assédio sexual.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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