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William Bonner faz homenagem para a esposa nas redes sociais

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Nessa sexta-feira (15), William Bonner usou suas redes sociais para homenagear e parabenizar sua esposa, Natasha Dantas, por mais um ano de vida. O jornalista publicou uma sequência de fotos e em uma delas aproveitou para fazer uma breve declaração à amada.

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William Bonner e Natasha Dantas estão juntos desde 2017
Reprodução/Instagram

William Bonner e Natasha Dantas estão juntos desde 2017

Na primeira foto que William Bonner
publicou de Natasha, ele já desejou coisas boas para a amada: “Saúde, felicidade, harmonia, amor. Muito, de tudo. 15/03”. Nas outras duas fotos que publicou em seguida no Instagram
, ele colocou apenas a data do aniversário seguido de um emoji com carinha apaixonada.

Nas três publicações homenageando Natasha, o jornalista
decidiu que o melhor seria desativar os comentários para não receber nenhuma mensagem maldosa que pudesse chatear sua esposa em seu aniversário, um dia tão especial para ela. Antes de publicar a sequência de fotos parabenizando-a, ele decidiu publicar a letra de uma música romântica para entrar no clima das comemorações e escolheu a música  Fala
da banda Secos & Molhados.

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Bonner sempre usa suas redes sociais para fazer demonstrações de amor para a fisioterapeuta. Na última foto publicada no perfil oficial do âncora do “Jornal Nacional” eles aparecem de chapéu durante uma viagem. Na legenda, ele aproveitou para deixar claro que “faça chuva ou faça sol” eles continuarão juntos.

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William Bonner usou suas redes sociais para homenagear sua esposa

Reprodução/Instagram

William Bonner usou suas redes sociais para homenagear sua esposa

Entre tantas fotos que o apresentador do “JN” compartilha ao lado de Natasha, uma foi alvo de comentários maldosos em relação à fisioterapeuta. “Mulher feia!”, uma internauta comentou. Isso foi o suficiente para Bonner perder a paciência e responder a seguidora.

“Hummm… Você segue mil setecentas e vinte contas no Insta e escolhe a minha pra dar uma demonstração pública de indelicadeza… Devo ser alguém com muita sorte”, foi como ele respondeu a internauta. Desde então todas as fotos ao lado da esposa tem a função de comentar desativada para que comentários como esse não aconteçam mais.

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Juntos desde julho de 2017, eles fizeram uma pequena cerimônia para oficializar a união na casa da mãe de William Bonner
, Maria Luiza Bonemer, em São Paulo em setembro de 2018. Assim que completaram um mês de casados, Natasha usou seu perfil oficial para demonstrar o quanto estava feliz: “Um mês. O primeiro de muitos. Juntos sempre”.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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