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Tecnologia

Vivo tem outra falha de segurança ainda mais grave; entenda

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Olhar Digital

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Outro vazamento de dados de clientes Vivo foi identificado


Na última segunda-feira (04), o Olhar Digital reportou com exclusividade uma falha de segurança no portal de serviços da Vivo que deixou exposto os dados de pelo menos 24 milhões de assinantes da operadora. O problema foi descoberto e identificado pelo grupo de pesquisadores WhiteHat Brasil. No dia seguinte, a própria Vivo reconheceu a falha e anunciou que havia resolvido a grave vulnerabilidade na plataforma de serviços “Meu Vivo”.

O problema é que nesta quinta-feira (07), uma nova denúncia anônima, feita mais uma vez com exclusividade ao Olhar Digital, mostrou que os dados dos clientes da Vivo continuam desprotegidos e abertos . Desta vez, segundo a denúncia, a falha está na API do serviço “Meu Vivo Fixo”. Segundo o pesquisador que encontrou a nova brecha, essa API é basicamente um banco de dados que retorna as informações dos usuários cadastrados no site da operadora.

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A vulnerabilidade foi descoberta há mais de um mês. Na época, o usuario chegou a enviar um e-mail relatando com detalhes a falha para a operadora. Mas a Vivo ignorou o alerta. O problema persiste na plataforma e todos os dados dos clientes continuam vulneráveis e abertos . Em nota, a Vivo diz que está apurando o caso.

Também nesta quinta-feira, segundo o jornal O Estado de São Paulo , a Telefônica Brasil recebeu cobranças de esclarecimento por parte da Fundação Procon e da Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel . Os dois órgãos cobram explicações da operadora sobre o caso de vazamento de dados pessoais de seus clientes. A Telefônica tem 15 dias para responder. Com base no Código de Defesa do Consumidor, a multa pode chegar a R$ 10 milhões.

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Tecnologia

Netflix não oferece mais período de teste grátis no Brasil

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por

Olhar Digital

Chega ao fim, no Brasil , a possibilidade do período de 30 dias de teste que a Netflix dava aos novos usuários que não estavam certos quanto à contratação dos serviços da plataforma. De acordo com a empresa, a mudança se trata de uma busca por novas formas de atrair assinantes.

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“Estamos buscando novas formas de atrair novos assinantes e promover nosso serviço no Brasil , oferecendo uma ótima experiência com a Netflix ”, afirmou a plataforma em comunicado oficial.

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Reprodução/Pixabay

Netflix


Agora, quem busca pelo período de teste na central de ajuda da Netflix encontra uma mensagem que diz que “no momento, não oferecemos utilização gratuita no seu país”. O Brasil não é o único a passar pela medida, que começou em dezembro e teve o Reino Unido como o primeiro país a ficar sem os 30 dias grátis.

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Segundo a empresa, a liberação de produções específicas para não-assinantes, como “Irmandade” e “Klaus”, é uma das maneiras pelas quais a empresa visa conquistar novos assinantes. Nos Estados Unidos , por exemplo, a plataforma liberou, gratuitamente, até o dia 9 de março, a comédia-romântica “ Para Todos os Garotos que Já Amei ”.

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Por enquanto, outra vantagem oferecida aos assinantes brasileiros é um upgrade temporário no plano: se o usuário optar pelos planos Básico (R$ 21,90/mês) ou Padrão (R$ 32,90/mês), poderá desfrutar dos benefícios do plano Premium (R$ 45,90/mês) durante todo o primeiro mês de assinatura.

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