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VillaMix Festival se consolida no exterior e retorna ao RJ com atrações de peso

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Segundo pesquisas divulgadas na revista internacional Proceedings of The National Academy
of Sciences
, a música
tem capacidade de aproximar as pessoas, o que torna esse tipo de arte uma das mais poderosas existentes. Em ritmo de unir pessoas, o VillaMix Festival está prestes ganhar mais uma edição, desta vez, na Cidade Maravilhosa, isso mesmo, no Parque Olímpico da Barra, no Rio de Janeiro.

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VillaMix Festival retorna ao Rio de Janeiro
Divulgação VillaMix Festival

VillaMix Festival retorna ao Rio de Janeiro

Marcado para acontecer no dia 18 de novembro, o VillaMix Festival
promete uma edição inesquecível. Após passar por países como Uruguai e Paraguai, demonstrando sua penetração e influência na América Latina, o evento
retorna à sua casa natal, o Brasil.

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Realizado na Vila Olímpica, a festa promete garantir o agito dos brasileiros de maneira única. Por isso, os setores serão divididos em Pista, Prime e Brahma Golden Mix – cada um oferecendo recursos e benefícios diferenciados para seus compradores.

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As atrações do Villa Mix Festival


Convidados do VillaMix Festival
Divulgação

Convidados do VillaMix Festival

Sempre trazendo expoentes da música brasileira, ora internacional, o evento, junto a parceria de empresas, desenhou um quadro de convidados diverso e de peso para esta edição. Estão confirmados artistas de variados gêneros musicais, como Jorge & Mateus, Thiaguinho, Alok, Matheus & Kauan, Sorriso Maroto, Xand Avião, Gusttavo Lima, Kevinho, Dennis, Dilsinho e outros.

Livros contra a invasão nazista!


Livro
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Livro

Lembra de Leticia Wierzchowski? A escritora ganhou fama ao ver “A casa das sete mulheres”, sua obra-prima se tornar um sucesso. Agora, em nova fase, ela traz um protagonista que se alimenta de palavras durante a Segunda Guerra Mundial. Batizado de “O Menino que Comeu uma Biblioteca”, o livro faz parte do novo movimento de marketing da editora Record: “Livros contra a invasão nazista”, que tem como objetivo colocar a boca no trombone sobre o tema (novamente).

Menina mulher?


Livro
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Livro

Com menos foco histórico e mais estilo auto-ajuda, a autora Camila Fremder cehga às prateleiras do Brasil inteiro com o título “Adulta Sim, Madura Nem Sempre”, que claramente traz um apelo a nova geração de meninas-mulheres, que estofadas de poder feminino, às vezes se veem em posições delicadas e de desconforto com as responsabilidades. O lançamento da obra acontece no dia 6 de novembro, às 19h00, em São Paulo.

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Arte para todos

 Detentores de poucos apreciadores, a rede Sesc traz vira-e-mexe exposições e produções artísticas para lá de interessantes, mas que muitas vezes não recebem o devido valor. Em novembro, na sede de Santo Amaro, a instituição faz mais uma tentativa de convidar o público para conhecer as novidades da rede artística: a exposição Madeira Nova.

Constituída por mais de 20 obras de oito artistas da cena da Xilogravura, a mostra quer mostrar ao público o que de mais recente tem-se produzido na área. A exposição fica em cartaz de 10 de novembro a 17 de fevereiro de 2019 e a entrada é gratuita.

Mais VillaMix Festival 


VillaMix Festival
Divulgação

VillaMix Festival

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Os interessados em comparecer ao VillaMix Festival
podem adquirir ingressos pelo site oficial da ocasião, nas lojas WQS dos Shopping Cariocas ou nas bilheterias licenciadas. Os valores variam de acordo com o lote e o setor.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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