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Vídeo: Cantora dá tapa em homem após sofrer abuso em show no Maranhão

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IstoÉ

A cantora Thaciane Pantoja, vocalista da banda Batidão do Melody, deu um tapa em um homem após ele se aproximar do palco e passar a mão em sua vagina durante show em Bela Vista (MA) no último domingo (11). As informações são da revista Marie Claire .

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Thaciane sofre assédio no palco arrow-options
Reprodução/Instagram/@thacianebandabatidaodomelody

Thaciane sofre assédio no palco

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“Este homem se aproximou sem celular, com o intuito de se aproveitar de mim. Ele me dedou! Naquele momento, eu congelei, me subiu uma raiva, um ódio e eu o xinguei”, afirmou Thaciane .

A cantora disse que as pessoas que assistiam o show ficaram revoltadas com a atitude do homem que teve fugir do local.

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Thaciane disse que o homem entrou em contato depois com ela para se desculpar pelo ocorrido. “Ele me disse que não lembrava, mas estava pedindo desculpas porque passou dos limites. Logo depois, ele excluiu todas as redes sociais. Eu acho que se desculpar era o mínimo que ele deveria fazer, mas não era para mim que ele deveria dizer isso, mas para todas as mulheres(…) Eu me senti humilhada”, afirmou.

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A cantora disse que já registou um Boletim de Ocorrência para que seja aberta uma investigação do caso.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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