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Política

Viaduto Murilo Domingos começa a receber instalação das vigas de concreto

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Conforme o projeto, ao longo dos 200 metros de extensão do elevado, serão fixadas um total de 64 dessas estruturas

Entrando na fase de superestrutura, o viaduto Murilo Domingos começou a receber, nesta semana, a instalação das primeiras vigas de concreto. Conforme o projeto, ao longo dos 200 metros de extensão do elevado, serão fixadas um total de 64 dessas estruturas. A obra é executada na Avenida Manoel José de Arruda (Av. Beira Rio) e recebe da Prefeitura de Cuiabá o investimento de R$ 13.992.929,79.

De acordo com a Secretaria de Obras Públicas, responsável pela coordenação dos trabalhos, após concluir o içamento das vigas, a construção segue para a colocação da pré-laje. A execução dessas novas atividades é possível graças a finalização das etapas de meso e infraestrutura, que compreendem a fundação das estacas raízes, concretagem das bases, levantamento dos pilares de sustentação e dos pórticos.

“Estramos em uma nova fase dessa obra que irá beneficiar milhares de condutores que trafegam diariamente pela Beira Rio. Estamos satisfeitos por ver o trabalho evoluir e com qualidade, o que é fundamental. Vamos trabalhar com a maior agilidade possível para concluir o lançamento das vigas de concreto e avançar para um novo estágio”, comenta o secretário de Obras Públicas, Vanderlúcio Rodrigues.

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O viaduto é batizado de Murilo Domingo em homenagem ao ex-prefeito de Várzea Grande e ex-deputado federal por Mato Grosso, falecido aos 78 anos. Além da atuação política e comercial, exerceu um fundamental papel no campo ambiental. Murilo foi uma das primeiras lideranças políticas a levantar discussões e promover ações concretas de preservação do Rio Cuiabá.

VIADUTO JOSÉ MARIA BARBOSA

A Prefeitura de Cuiabá também avança de forma célere com a obra do viaduto José Maria Barbosa — Juca do Guaraná “Pai”. Localizado na Avenida Edna Maria Albuquerque Affi (Av. das Torres), a estrutura já recebeu a instalação das 64 vigas previstas e também a colocação das pré-lajes. Neste momento, os trabalhos estão concentrados na armação das ferragens para concretagem das lajes.

O Município investe R$ 16.340.726,63 na execução da obra, que leva o nome do ex-vereador por Cuiabá, José Maria Barbosa — Juca do Guaraná (Pai). Falecido em julho de 2018, Juca teve atuação destacada no campo comercial, além de um mandato marcante na Câmara Municipal. Em sua passagem pela política, prestou grande colaboração para o desenvolvimento do município, principalmente com ações voltadas para a área social.

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Política

Governo Federal sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego

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Medida prevê suspensão de contratos e redução de jornada e salários

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (6) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações.

O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador, para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas.

Esse benefício pago pelo governo é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja, o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro desemprego ao qual teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.

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Mudança

Em sua versão original, a MP 936 previa que o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até 60 dias. Já a redução salarial não poderia ser superior a 90 dias. Na Câmara dos Deputados, foi aprovada a permissão para que esses prazos sejam prorrogados por um decreto presidencial enquanto durar o estado de calamidade pública, alteração mantida pelos senadores.

A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, salários acima de R$ 12.202,12. Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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