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Cidades

VG pode assinar empréstimo de R$ 80 milhões para obras de asfalto.

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A Prefeitura de Várzea Grande trabalha para assinar ainda neste ano de 2018, empréstimo no valor de R$ 80 milhões do FINISA – Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento da Caixa Econômica Federal – CEF, aprovado pela própria instituição financeira oficial, pelo Ministério das Cidades e já autorizada pelos vereadores da Câmara Municipal.

Acompanhado pelo senador José Aparecido dos Santos (PR), o senador eleito, Jayme Veríssimo de Campos e o secretário de Governo de Várzea Grande, César Miranda, foram recebidos em audiência pelo vice-presidente da Área de Governo, João Carlos Gonçalves da Silva que sinalizou a possibilidade de assinatura do contrato pela prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos.

“Demos um passo fundamental na Caixa Econômica Federal, pois estamos com todos os documentos entregues e preparados para a assinatura do contrato”, disse o senador eleito Jayme Campos para quem estes recursos serão integralmente utilizados para a pavimentação de ruas e avenidas de diversos bairros da segunda maior cidade de Mato Grosso.

Para o senador José Aparecido dos Santos, Cidinho, Várzea Grande é um exemplo de gestão pública aonde a correta aplicação dos recursos públicos surtem efeitos positivos para a população.

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“É sempre bom poder ajudar a qualquer município, ainda mais quando sabemos que os recursos públicos se multiplicam e se transformam em benefícios para a população através de obras e ações de interesse sociais”, disse Cidinho Santos.

Segundo o senador Jayme Campos, Várzea Grande, trabalha pela liberação destes recursos, por ter capacidade de endividamento, estar com todas suas certidões de débito regulares, portanto, sem dividas atrasadas e pode captar os recursos para atender a demanda da cidade e de sua população que cresce uma média de 7% ao ano.

“Caminhamos para fechar ainda neste ano essa operação de empréstimo que é uma demonstração da saúde financeira de Várzea Grande e da gestão que a prefeita Lucimar Sacre de Campos realiza e que está resgatando a credibilidade do Poder Público e dotando a cidade da infraestrutura necessário para atender as demandas”, disse Jayme Campos.

O senador eleito ponderou que todos estes recursos serão aplicados em obras de pavimentação asfáltica de ruas e avenidas que estão com os projetos levantados e entregues tanto na Caixa Econômica Federal como no Ministério das Cidades.

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“Além do asfalto, estão previstas obras complementares que são tão essenciais quanto o pavimento, como as galerias pluviais para as águas das chuvas e o meio-fio, para se ter uma cidade organizada e que atenda as necessidades de sua gente.

A prefeita Lucimar Sacre de Campos apontou que além da obra que é fundamental, ela considera como preponderante o fato de Várzea Grande estar com sua situação financeira equilibrada e suas pendências regulares.

“Mais do que o benefício da obra que é fundamental para a população e para a própria cidade, o fato de estarmos com nossas finanças e dividas regulares demonstra que estamos cumprindo nossa obrigação de bem gerenciar as finanças públicas”, disse Lucimar Sacre de Campos assinalando que em 2015 quando assumiu o mandato, o Tesouro Municipal não tinha nenhuma certidão de débito, nem capacidade de endividamento e que este quadro foi aos poucos mudando até se atingir a atual condição.

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Cidades

AL e polícia civil já investigam denúncias de maus tratos e negligência em hospital de Cuiabá

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Além da Polícia Civil que já abriu investigação contra o Hospital São Judas Tadeu para averiguar denúncias de negligência e maus-tratos contra pacientes, a Câmara Municipal de Cuiabá também vai apurar a situação diante da gravidade dos relatos feitos pela técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício. Até o momento, os casos de quatro pacientes já são de conhecimento público.

Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL) apresentou requerimento, na sessão do dia 5 de abril, para que a técnica de enfermagem compareça ao Legislativo Estadual para esclarecer as graves denúncias feitas por ela num boletim de ocorrência na Polícia Civil e também em entrevistas para a imprensa. Depois que a profissional de saúde, que trabalhou durante 50 dias no hospital particular, denunciou o caso na Polícia Civil e na imprensa, familiares de alguns pacientes também estão registrando ocorrências policiais e buscando veículos de comunicação para relatar situações semelhantes.

A delegada Luciani Barros Pereira de Lima conduz a investigação preliminar instaurada pela Delegacia da Capital, situada no bairro Planalto. Ela ouviu a técnica de enfermagem no dia 7 de abril e garante que todas as denúncias feitas pela profissional serão apuradas.

Segundo informações, a Polícia Civil já teria conhecimento de pelo menos sete boletins de ocorrência registrados por familiares de pacientes vítimas de maus-tratos no Hospital São Judas Tadeu. Dentre os pacientes que passaram pelo hospital no período em que Amanda Delmontes ainda trabalhava no local, e que segundo ela, sofreram maus-tratos e foram negligenciados, estão o major da Polícia Militar, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu em decorrência de complicações da Covid-19, na madrugada do dia 3 e o professor Toshio Doi, de 68 anos, que faleceu na madrugada do dia 10.

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A técnica de enfermagem Amanda Delmondes afirmou que o professor Toshio Doi foi outra vítima de maus-tratos até ela intervir na situação. “No caso do senhor Toshio, tem a câmera, eu deixei a porta aberta e falei: vocês não vão deixar ele morrer não. Ele caiu da cama, eu fiz uma conchinha nele com lençol, a moça que recolhe sangue falou que vocês não podem fazer isso, ele não tem uma gase, mas eu vou tirar a gaze dele. Ela foi na sala do médico que só mandou levar. Pegou uma maca sem colchão, sem nada, eu ainda coloquei um travesseiro para que a cabeça dele não batesse. Ele estava roxo desfalecendo. O fisio falou que ele estava com a nova bactéria e nada poderia ser feito. Eu falei: pode sim”, contou ela.

Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), confirmou que a Casa vai apurar as denúncias. Ele solicitou ao presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), para apurar denúncia de suposto maus-tratos que o servidor Toshio Doi e outros pacientes teriam sofrido bem como as demais denúncias feitas contra o hospital.

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DIÁRIAS DE ATÉ R$ 10 MIL 

Em entrevista à TV Cidade Verde, uma mulher que tinha familiar internado do no Hospital São Judas Tadeu, relatou que além de pagar R$ 10 mil na diária, ainda era preciso pagar medicamentos à parte se houvesse necessidade de inclusão no tratamento. Além, disso segundo ela, era cobrado mais R$ 150 por dia somente para alimentação do paciente.

Além da PC, Assembleia e Câmara de Cuiabá, o Conselho Regional de Medicina e também de Enfermagem apuram as denúncias. O hospital segue funcionando normalmente.

por: Folha Max

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