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Política

Vereadores rejeitam pedido de afastamento de prefeito de Cuiabá

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Os vereadores de Cuiabá rejeitaram por 13 votos a 9, na manhã desta quinta-feira (16) durante sessão ordinária remota, o relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Paletó que investiga o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) por suposta quebra de decoro parlamentar e obstrução de Justiça à época em que ele era deputado estadual.

Divulgação

 

O relatório pedia pelo afastamento de Pinheiro do cargo durante o prazo de 180 dias, bem como a abertura de comissão processante que poderia culminar na cassação de seu mandato. A sessão foi marcada por diversas trocas de ofensas entre os parlamentares que fazem oposição e que compõe a base do chefe do Executivo Municipal.

Contrário ao relatório, o líder do governo no parlamento, vereador Luis Claudio disse que a oposição tenta fazer ‘politicagem’ com o pedido de afastamento. “A própria Justiça negou por 4 vezes o afastamento do prefeito na época. O que estão tentando fazer é política em cima de uma coisa muito séria”, disse.

Para o presidente da CPI, Marcelo Bussiki (DEM) o resultado da votação deixará explícito quem são os vereadores que estão do lado da ‘corrupção’. “Hoje vai ficar claro quem defende o povo e quem defende a corrupção. Emanuel Pinheiro não se justificou até hoje sobre os atos dele”, rebateu.

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O parecer da CPI foi aprovado na última sexta-feira (10) por dois votos a um. O relator da comissão vereador Toninho de Souza (PSD) foi contrário ao parecer do membro sargento Joelson (SD) e Marcelo Bussiki que votaram pela aprovação.

Pinheiro é investigado após ser citado na delação premiada do ex-governador Silval Barbosa, no qual aparece em um vídeo recebendo suposta propina do ex-chefe de gabinete de Silval, Silvio Correa. Foram ouvidos na CPI, Silval, seu ex-chefe de gabinete, Sílvio Corrêa, o ex-deputado José Riva, o servidor Valdecir Cardoso e o perito judicial Alexandre Perez.

Confira os votos: 

Votaram contra o afastamento de Pinheiro: Toninho de Souza (PSDB), Adevair Cabral (PTB), Juca do Guaraná (Avante), Justino Malheiros (PV), Marcrean Santos (PRBT), Dr. Xavier (PTC), Renivaldo Nascimento (PSDB), Adilson Levante (PSB), Chico 2000 (PL), Orivaldo da Farmárcia (Progressista), Luis Claudio (Progressista), Mario Nadaf (PV) e Aluizio Leite (PV).

Já os vereadores Abílio Junior (PSC), Diego Guimarães (PP), Lilo Pinheiro (PDT), Felipe Wellaton (Cidadania), Clebinho Borges (DC), Wilson Kero Kero (PSL), Dilemário Alencar (Podemos), sargento Joelson (PSC) e Marcelo Bussiki (DEM) votaram pelo afastamento do prefeito. Estiveram ausentes na sessão os vereadores Vinicius Hugueney (Solidariedade), Marcos Veloso (PV) e Ricardo Saad (PSDB).

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Por: Hipernotícias

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Política

Deputado assina TAC e promete não realizar mais festas

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O deputado estadual Faissal Calil (PV) assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público Estadual (MPE) no qual se compromete a não realizar festas em sua residência, localizada no bairro Shangri-lá em Cuiabá, que excedam o volume de som permitido na “Lei do Silêncio”. O desrespeito à norma renderá multa no valor de R$ 3 mil.

“Se abster, a partir desta data, de produzir nos eventos realizados em sua residência ou sob sua responsabilidade, ruídos em níveis tais que possam resultar em danos à saúde humana”, diz o promotor 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural de Cuiabá, Gerson Natalício Barbosa.

 

De acordo com o TAC, chegou ao conhecimento da promotoria de Justiça que o deputado realizou uma festa para comemorar a vitória do vereador Marcus Brito Jr. (PV), que é seu aliado político. O termo de compromisso foi assinado no dia 15 de dezembro.

Ainda consta no documento que as celebrações são realizadas com frequência no local. “De acordo com a notícia, as festas organizadas pelo senhor Faissal Jorge Calil Filho são recorrentes e causam grande perturbação à vizinhança”.

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Veja vídeo da festa 

 

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