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Política

Vereador Frankes homenageia professores em solenidade nesta sexta

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Por Beatriz Saturnino – Da Assessoria de Imprensa
Como uma forma de agradecimento aos colegas professores, o vereador Frankes Siqueira realiza, nesta sexta-feira (19.10), ás 9h, no Plenário das Deliberações da Câmara Municipal de Cuiabá, uma homenagem a 37 educadores pelo “Dia do Professor” que é comemorado no mês outubro.
No dia 15 de outubro é celebrado o “Dia do Professor” no Brasil, desde 1963, quando foi oficializado nacionalmente como feriado escolar, por meio do Decreto Federal nº 52.682, de 14 de outubro.
O Decreto define a razão do feriado: “Para comemorar condignamente o Dia dos Professores, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias”.
“Sou professor de formação e há vinte e três anos ininterruptos tenho ministrado aula para crianças, jovens e adultos, do ensino fundamental à pós-graduação. E nesses anos trabalhando tanto no ensino público como no ensino privado posso assegurar a importância da minha profissão na vida de milhares de pessoas. Aprendi que o sucesso para o professor não é ter seu nome estampado nas colunas sociais ou nos outdoors, sucesso é ver a transformação na vida daqueles que foram seus alunos”, pontua o vereador Frankes Siqueira.
Para o mestre, o professor precisa ser eterno na vida dos seus alunos e quando o trabalho é feito com amor, dedicação e persistência isso acontece. Porque o professor tem a capacidade de cativar, orientar e inspirar aqueles que estão a sua frente. Ainda mais, o professor é lembrado não somente por suas fórmulas ensinadas, suas regras gramaticais exaustivamente expostas, não por sua capacidade de falar e recitar indicadores ou poesia, o professor é lembrado pelos valores que ensina, pela capacidade de construção de sonhos nas mentes e nos corações das pessoas.
Frankes ainda destaca que para ser professor é necessário ter vontade de aprender, pois ensinar é aprender em dobro. O aprendizado para o professor nunca termina e a aprendizagem é uma constante em sua vida. “A reciclagem das nossas leituras, o aprofundamento do nosso conhecimento precisam ser uma constante, pois concorremos hoje com a tecnologia digital que muitas vezes rivaliza com os nossos métodos de ensino. O verdadeiro professor tem a capacidade de se reinventar a cada aula independente das condições que lhes são impostas pelo sistema”, continua o professor Frankes.
Sendo assim, por construir sonhos e pela capacidade de mudança no destino das pessoas, o vereador Frankes Siqueira entregará 36 moções de aplausos, além de um título de cidadão cuiabano ao professor mineiro, de São Lourenço, Gênesis Barbará Marques Pereira.
ORIGEM DO DIA DO PROFESSOR
Tudo começou com o professor paulista Salomão Becker, em conjunto com três outros profissionais da área, que tiveram a ideia de criar nessa data um dia de confraternização em homenagem aos professores e também em razão da necessidade de uma pausa no segundo semestre, até então sobrecarregado de aulas, e também traçar novos rumos para o próximo ano. A partir daí criou-se o Decreto Federal no ano de 63.
Porém, a origem do Dia do Professor se deve ao fato de, na data de 15 de outubro de 1827, o imperador D. Pedro I ter instituído um decreto que criou o Ensino Elementar no Brasil, com a instituição das Escolas de Primeiras Letras em todos os vilarejos e cidades do país. Além disso, o decreto estabeleceu a regulamentação dos conteúdos a serem ministrados e as condições trabalhistas dos professores
O decreto do imperador também continha o salário dos professores, as matérias básicas e até como os professores deveriam ser contratados.

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Lei prevê punição para quem criar ou propagar notícias falsas sobre a pandemia

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Com tantos desafios e inseguranças que envolvem a pandemia causada pelo novo Coronavírus, o mundo ainda enfrenta a propagação de notícias falsas sobre o enfrentamento da doença, as chamadas “Fake News”. Considerando que essa propagação de notícias falsas na saúde ganhou ainda mais amplitude com a pandemia da Covid-19, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou a Lei nº 11.128/20, que estabelece multa para quem divulgar, por meio eletrônico, notícias falsas (fake news) sobre epidemias, endemias e pandemias no Estado de Mato Grosso.

Em vigor desde maio de 2020, a iniciativa é do deputado Valdir Barranco (PT) e visa evitar que a desinformação comprometa as políticas e ações de combate à doença. A normativa prevê ainda que o valor arrecadado com as punições seja revertido para o apoio do tratamento de epidemias em Mato Grosso. Barranco defende a importância da legislação “para coibir pessoas que, muitas vezes sob anonimato e com interesses escusos, divulgam informações sabidamente falsas, especialmente em meio digital e nas redes sociais, gerando instabilidade, danos morais, patrimoniais e até mesmo a morte em casos mais graves”, esclarece.

A propositura da lei, segundo ele, segue uma preocupação mundial em criar normas para regulamentar e combater tal prática, com monitoramento de notícias falsas e desativação das contas e perfis digitais o mais rápido possível. A principal dificuldade destacada nos debates referentes à legislação sobre o assunto é quanto à definição do que seriam fake news e sobre a imputação dos responsáveis pela criação e propagação dos conteúdos. O desafio é criar uma regulação que não restrinja a liberdade de expressão.

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É importante lembrar que, desde o início da pandemia, a Polícia Civil, por meio da Gerência de Combate a Crimes de Alta Tecnologia (Gecat) de Mato Grosso, tem atuado para combater e reprimir ‘fake news’, assim como comportamentos que, porventura, desobedeçam às determinações sanitárias e de saúde, determinadas pelas autoridades, para se evitar complicações nas ações e nas políticas de prevenção e tratamento, bem como o risco de gerar pânico social.

Denúncias sobre “fake news” (áudio ou vídeo) podem ser feitas pelo telefone (65) 99973-4429 ou enviando mensagem eletrônica no e-mail: http://[email protected]

Pandemia de Fake News: como se defender

O principal motivo pelo qual as fake news são tão compartilhadas é o fato de que elas passam por uma espécie de disfarce, induzindo quem as lê a crer que se trata de algo real. Apesar de isso dificultar a tarefa de identificar quais são os conteúdos verdadeiros e quais são os falsos, existem algumas evidências que ajudam na tarefa.

Alguns detalhes ajudam a avaliar a veracidade do conteúdo. O mais importante é sempre buscar informações em fonte oficiais, mas outros cuidados também importantes devem ser observados, como: falta de referência a datas concretas, com uso de palavras vagas como ‘hoje’ ou ‘ontem’. Além disso, notícias falsas não costumam fazer referência a datas concretas, usando palavras. Outro detalhe são os recursos chamativos, como emojis e caixa alta, dificilmente utilizados em textos jornalísticos sérios. O mesmo se aplica a pedidos de máxima difusão: sempre que um conteúdo pedir que o usuário o compartilhe com o máximo de pessoas possível, é preciso suspeitar.

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Pandemia e as legislações sobre fake news 

De acordo com o levantamento realizado pelo Instituto Liberdade Digital, no primeiro semestre de 2020, em virtude da pandemia, ao menos 21 estados apresentaram leis que estabelecem punição para quem publica fake news. Dentro desse período, além de Mato Grosso, os estados do Acre, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Roraima aprovaram leis para multar quem divulga notícias falsas na web.

Os valores dessas multas variam de R$ 200 a R$ 25 mil, em caso de pessoas físicas, e podem chegar a até R$ 50 mil quando empresas são responsabilizadas.

Em âmbito federal, o assunto tramita também no Senado, mas, devido à complexidade do tema, ainda deve demorar para virar lei. O texto traz regras sobre como as redes sociais devem agir nos casos de publicações de notícias falsas e prevê medidas a serem adotadas por empresas com mais de 2 milhões de usuários.

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