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Política

Vereador faz alerta e pede conscientização para diminuir violência no trânsito

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p class”msonormal” style”margin: 0px”>O vereador por Cuiabá, Delegado Marcos Veloso (PV) fez um alerta aos números elevados de acidentes de trânsito com vítimas fatais na grande Cuiabá. Em sua avaliação a questão precisa ser tratada com rigor e seriedade, por meio de uma força-tarefa entre os poderes, pois não bastam somente os investimentos, sendo necessárias ações de educação e conscientização dos motoristas.


“Não adianta somente o poder público estadual e municipal fazerem legislação, colocar sinalização, se o motorista não fizer a sua parte. Por mais que se invista em semáforo, em malha viária, em fiscalização, temos que nos educar. Penso que devemos repensar junto com o Executivo o processo de educação no trânsito. Cada um tem que cumprir com a sua obrigação, senão, não há recurso, não há ação que suporte essa demanda”, analisou Marcos Veloso.


O parlamentar apontou que nos últimos 20 dias Cuiabá teve em seu histórico, um dos índices mais alto de violência no trânsito com vítimas fatais dos últimos cinco anos, onde 13 pessoas perderam a vida em Cuiabá em acidentes de trânsito. Segundo ele, no mesmo período, num raio de 100 quilômetros da Capital, passa de 30 pessoas que perderam a vida em acidentes de trânsito.

“Assistimos na mídia nacional um garoto de 15 anos conduzindo uma motocicleta, em Várzea Grande, vindo a colidir com um caminhão e perdendo a sua vida. O motorista do caminhão vai responder pelo crime de homicídio culposo. Agora, o que vai acontecer com a pessoa que entregou essa motocicleta nas mãos de um adolescente para fazer entrega de produtos de um estabelecimento comercial?”, questionou Marcos Veloso.

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O vereador também relatou um acidente ocorrido em Nossa Senhora do Livramento, onde uma família ao cruzar em seu veículo a rodovia foi colhida por um caminhão. Nesse fato, dois adolescentes ocupantes do carro foram mortos. A motorista do veículo de passeio, ao fazer o exame de alcoolemia (teste do bafômetro), constatou-se que a mesma havia ingerido bebida alcoólica acima do permitido em lei.

“Reclamamos da via, cobramos que não temos sinalização adequada, algumas pessoas criticam o sistema semafórico que está sendo instalada em Cuiabá, mas se o motorista, se o cidadão não se educar, não adianta investimento nenhum do poder público. Está na hora de todos nós, vereadores, sairmos nessa atitude. São crianças vitimadas, são famílias que perdem a força produtiva da casa, tudo centrado na violência no trânsito. Está na hora de acontecer algo um pouco mais incisivo, uma campanha mais séria. Não é normal num único final de semana, seis pessoas perderem a vida no trânsito, numa cidade no porte de Cuiabá”, ressaltou Marcos Veloso.

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Saúde sobrecarregada

O vereador relacionou os altos índices de acidentes no trânsito com a sobrecarga de pacientes no Pronto-Socorro de Cuiabá, especialmente no sistema de tratamento intensivo. O parlamentar ainda ressaltou que se uma pessoa adoecer num processo natural, por um infarto ou um derrame, não terá uma vaga em UTI na rede pública, por conta da violência no trânsito.

“Vamos reclamar que o Pronto Socorro não consegue absorver a demanda, o Hospital São Benedito não consegue fazer as cirurgias de ortopedia. O nosso sistema de saúde é pensado para uma atuação convencional a sociedade, mas nossa realidade é outra. Hoje 70% das UTI’s do sistema público de saúde estão sendo ocupadas por vítimas de acidentes de trânsito”, declarou Marcos Veloso.

Ele prevê que mesmo com a inauguração do novo Pronto-Socorro de Cuiabá, não suportará a demanda crescente. “São 12 a 13 acidentes graves por final de semana, mesmo se tivermos um hospital só de UTI’s, vai faltar vagas”, disse.


Contato para a imprensa:

Bruno Garcia: (65) 99908-9777

Hozeander Antônio: (65) 99226-4519

Gabinete Marcos Veloso: (65) 3617-1543

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Política

Disputa no PSL não prejudicará votação da Previdência, diz Mourão

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O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse hoje (21) que a disputa interna no PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, não deve prejudicar a votação da proposta de reforma da Previdência. O texto da reforma deve ser votado amanhã (22) no plenário do Senado, em segundo turno. Para que seja aprovado e siga para promulgação, o projeto precisa alcançar o mínimo de 49 votos favoráveis.

De acordo com Mourão, os parlamentares da legenda no Senado estão blindados em relação à disputa na Câmara dos Deputados. “Acho que não [atrapalha]. A votação de maior interesse é amanhã, a da Previdência, e o Senado parece que não foi contaminado ainda pela disputa no PSL. Acho que amanhã nós vencemos isso e espero que, daqui para o final da semana, o PSL se reorganize e chegue a um acordo”, disse Mourão a jornalistas.

Na semana passada, disputas em torno do cargo de líder do partido na Câmara evidenciaram divergências envolvendo apoiadores do presidente da legenda, deputado Luciano Bivar (PE), e do presidente Jair Bolsonaro.

Nesta segunda-feira, em novo capítulo da disputa, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) conseguiu assumir a liderança da legenda na Câmara. A troca de comando no PSL ocorreu após Eduardo apresentar uma nova lista com assinaturas de deputados em seu apoio. A ala bolsonarista conseguiu reunir 28 assinaturas consideradas válidas para tirar do posto o antigo líder, o deputado Delegado Waldir (GO).

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Vazamento de óleo

Mourão voltou a falar sobre o vazamento de óleo que atinge praias do litoral do Nordeste desde o fim de agosto. O presidente em exercício detalhou um pouco mais o reforço dos militares do Exército escalados para ajudar na limpeza das praias.

No início da tarde, Mourão informou que um grupo militares, da 10ª Brigada de Infantaria Motorizada do Exército, em Recife, começou a trabalhar hoje na limpeza das praias. Segundo o presidente em exercício, o grupo é formado por cerca de 5 mil militares, não serão todos os militares que atuarão. O quantitativo dependerá das necessidades apontadas.

“Quem define é o comandante da brigada, de acordo com a tarefa que ele receber. Por exemplo: ‘eu vou ter que limpar 10 praias, então vamos colocar uma companhia de fuzileiros, que são 120 homens em cada uma das praias’”, disse Mourão. Para ele, o emprego de militares do Exército ajuda a dar visibilidade às ações do governo. “O que está acontecendo é tipo assim: a gente está fazendo o trabalho e não está tendo visibilidade, então vamos botar mais visibilidade nisso aí”, acrescentou.

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Sobre a origem do óleo, o presidente em exercício disse que as pesquisas indicam que o produto pode ter origem venezuelana, mas descartou a participação do país vizinho no vazamento. “Os dados dos especialistas, por enquanto, mostram que o óleo seria venezuelano, mas isso não quer dizer que tem a ver com a Venezuela. O óleo venezuelano é vendido para vários lugares do mundo. A grande coisa é que não é nosso”, afirmou Mourão.

Ele acrescentou que, em algum momento, o óleo vai parar de chegar às praias. “Ele vai se esgotar por si mesmo. A questão que a gente vem investigando, há algum tempo, é determinar quem é o responsável.”

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Política
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