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Política

Vereador de Pontal do Araguaia cobra recursos na Assembleia Legislativa de MT

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Na manhã desta quinta feira esteve reunido com o primeiro secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso deputado Max Russi (PSB) o vereador presidente da Câmara Municipal de Pontal do Araguaia Leandro Carlos Cardoso do mesmo partido, a visita foi acompanhada pelo empresário de comunicação Josiel Campos.

Segundo Leandro as visitas tem acontecido quase que mensalmente por conta da demanda que a população da cidade de Pontal do Araguaia vem precisando e de forma urgente como mais recursos para saúde, além de reforçar o pedido de ampliação do Sistema de Abastecimento de Água no município.

Um dos exemplos segundo o vereador e a busca por emendas parlamentares e a cobrança da rodovia estadual MT-100 que não foi inclusa no pacote de obras autorizado pelo governador Mauro Mendes. Segundo o secretário adjunto de Obras Rodoviárias, da Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Nilton Brito, há três situações nas quais os contratos estão sendo rescindidos. Uma das situações atinge diretamente o município de Pontal do Araguaia.

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O trecho entre Pontal do Araguaia e Torixoréu está passando por renegociações entre o governo e a construtora Sanches Tripoloni por isso ficou fora do anuncio feito por Mauro Mendes no fórum onde mais de 100 prefeitos, representantes de consórcios e associações se reuniram com o Governo de Mato Grosso, para debater sobre infraestrutura, educação, saúde e segurança pública o encontro ocorreu durante o evento “Cidades de Mato Grosso na semana passada.

O presidente da Câmara Municipal Leandro Carlos Cardoso, tem demonstrado boa articulação política no Poder Legislativo Estadual chegando a receber convite do deputado Max Russi para ser candidato a prefeito da cidade nas próximas eleições.

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Política

Deputados fazem reivindicações na comissão da Reforma da Previdência

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A sessão de hoje (19) da Comissão Especial da Reforma da Previdência da Câmara dos Deputados teve 20 deputados debatendo o tema. Faltam mais de 80 parlamentares para discutir o relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). Caso o ritmo desta quarta-feira seja mantido, a expectativa é que o parecer do relator, Samuel Moreira (PSDB-SP) seja votado ainda na próxima semana.

No primeiro dia, 63 deputados discursaram em uma sessão que durou 12 horas.

No segundo dia de debates, os deputados se concentraram em fazer reivindicações ao relator. A reunião começou pouco depois das 9h e terminou perto das 15h. Os debates transcorreram em clima de tranquilidade.

A expectativa é que o relator Samuel Moreira faça as complementações ao seu relatório e as apresente na próxima semana. A próxima reunião do colegiado está marcada para terça-feira (25). O presidente da comissão, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), disse que há a possibilidade de que a votação comece no mesmo dia em que for encerrada a discussão.

Mudanças

Moreira fez diversas mudanças em relação à proposta original enviada pela equipe econômica no fim de fevereiro. Entre as alterações, o relator manteve a idade mínima de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens após o período de transição, mas alterou o tempo mínimo de contribuição para 20 anos para homens e 15 para mulheres. O relator também retirou o sistema de capitalização da reforma.

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As alterações reduziriam a economia para R$ 913,4 bilhões até 2029. No entanto, o deputado decidiu propor a transferência de 40% de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para a Previdência Social e aumentar tributos sobre os bancos, o que reforçaria as receitas em R$ 217 bilhões, resultando na economia final de R$ 1,13 trilhão, próximo da economia inicial de R$ 1,23 trilhão estipulada pela área econômica.

De acordo com o deputado Pedro Paulo (DEM-RJ) o problema da capitalização foi ter sido encaminhada de maneira genérica. “Eu salientei que o erro principal da capitalização foi ter vindo de maneira genérica e não ter sido acompanhada de um encaminhamento de um projeto de lei complementar”, disse.

O deputado Camilo Capiberibe (PSB-AP) sugeriu a taxação de grandes fortunas e a volta da tributação sobre lucros e dividendos. “Nós temos um número muito pequeno de pessoas, 0,07% do total dos contribuintes, que têm o potencial de gerar uma arrecadação anual de R$ 72 bilhões”, disse.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política
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