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Política

Vereador cobra construção de faixas elevadas na Capital

Publicado

class=”olho”>NOTÍCIAS
26/10/2018
Vereador cobra construção de faixas elevadas na Capital
Brunna Maria – Secom/Câmara de Cuiabá

É muito triste quando uma criança é atropelada ao sair de sua escola

Convocado pelos vereadores de Cuiabá, o secretário de Mobilidade Urbana da Capital, Antenor Figueiredo, prestou esclarecimentos aos parlamentares na sessão desta quinta-feira (25). O gestor foi sabatinado acerca da situação dos serviços prestados pela pasta na cidade. Entre os questionamentos, estava a necessidade de construção de faixas elevadas nas proximidades de escolas e creches da cidade.

A cobrança partiu do vereador Gilberto Figueiredo (PSB) – atual presidente a Comissão de Educação da Casa de Leis. Ele relembrou que, em junho deste ano, requereu a construção de uma faixa elevada em frente ao CMEI Manoel de Barros e à EMEB Carlos Maldonado, localizadas no bairro Jardim Imperial.

“É muito triste quando uma criança é atropelada ao sair de sua escola. Como educador, peço para que, nessa oportunidade, sejam priorizados os estabelecimentos de ensino justamente porque a criança pode ser mais desatenta”, declarou Gilberto, à época, ao reforçar a importância da sinalização de trânsito nos arredores dos estabelecimentos escolares.

Figueiredo confirmou a viabilidade da solicitação feita anteriormente à Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob). De acordo com o secretário, o processo licitatório será concluído em breve, fato que dará início à obra solicitada. “No dia 22 de outubro, chegou o laudo final à Secretaria, que possibilita a avaliação para a contratação de uma empresa”, concluiu Antenor.

As faixas elevadas atuam como redutores de velocidade e, segundo o representante do executivo, devem ser construídas em outros pontos da Capital.

Da Assessoria&nbsp

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Secretário vê risco em reabrir escolas e afirma que neta estudante foi infectada

Publicado

Andhressa Barboza/ rdnews

O retorno das aulas presenciais em Mato Grosso não deve ocorrer em breve. Com risco alto de contaminação pela Covid-19, as escolas são locais críticos para espalhar o vírus e preocupa autoridades como o secretário chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Ele relata ter visto toda sua família ser infectada após sua neta de apenas 4 anos, que estava frequentando a escola, ficar doente e acabar contaminado parentes próximos.

Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada

Chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho

Ele contou o caso, que é recente, após ser questionado sobre um Projeto de Lei que tramita na Assembleia que prevê a inclusão das instituições de ensino públicas e privadas na lista de serviços essenciais.

“Eu tenho muita dúvida com relação a isso. Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada. Então, tenho muita dúvida com relação ao retorno das aulas”, alertou.

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Na última semana, o governador Mauro Mendes (DEM) sinalizou que não deve sancionar o projeto que já passou em primeira votação pela AL. Ele também alertou, sem citar o caso de Carvalho, que crianças podem ser infectadas e contaminar parentes.

“Você pega uma escola estadual como a presidente Médici, tem 2 ou 3 mil alunos uma escola dessa. Como vamos fazer? Temos que avaliar cientificamente e eu não gostaria de dar a minha opinião, até pelo que aconteceu com a minha família, mas é uma situação que vamos avaliar com muito carinho”, ponderou Mauro Carvalho.

Em relação ao PL, o secretário preferiu não ser direto em defender uma postura contrária. Mas quis deixar evidente o risco de abrir escolas em um momento crítico para a saúde pública que está em colapso há mais de um mês. Já são mais de 8,4 mil mortos pela doença no Estado e, diariamente, a fila de espera de pessoas graves que aguardam vaga em UTI passa de 100 pessoas.

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“Eu não conversei com o governador sobre essa situação (do PL), mas isso merece um estudo bem aprofundado para que a gente não cometa nenhum ato que vá prejudicar as pessoas. Os critérios precisam ser pensados com muito equilíbrio”, concluiu.

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