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Política

Vereador Abilio requer audiência para debater sobre “Psoríase” e o preconceito em torno da doença

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Considerada pela medicina como uma doença da pele relativamente comum, crônica e não contagiosa, a Psoríase apresenta sintomas na pele que geram preconceito entre os leigos. Com o objetivo de debater o assunto e combater o preconceito em torno da doença, o vereador Abilio Junior (PSC) requereu, junto à Câmara de Vereadores, uma audiência pública, que deverá contar com profissionais da área de saúde, psicologia, educação e representantes dos poderes públicos e entidades civis organizadas.
O requerimento foi aprovado na sessão ordinária desta terça-feira (14-05), e a audiência deverá ocorrer em setembro, na semana em que se celebra o Dia Nacional e Mundial da Psoríase. Até lá, o vereador pretende reunir com as autoridades e entidades ligadas ao assunto para colaborarem com a organização e participação da audiência.
Acometido pela psoríase, Abilio foi vítima de preconceito praticado por um colega vereador, que usou a tribuna e o chamou de “perebento”, há alguns meses. “Foi uma situação muito humilhante. Mostrou um desconhecimento sobre a doença que eu e milhares de outras pessoas têm pelo Brasil e pelo mundo. Por essa razão, vi a necessidade de debatermos o assunto. Mostrar para a sociedade que a psoríase é uma doença não contagiosa e que, devido a seus sintomas, geralmente visíveis na pele, geram esse tipo de preconceito, podendo ter um impacto significativamente negativo na qualidade de vida e na autoestima do paciente”, explicou Abilio.
O parlamentar associou a essa questão do preconceito à atualidade, com o exacerbado uso das redes sociais, principalmente por adolescentes e jovens.
“A gente percebe que os dias de hoje há uma enorme problemática de aceitação, devido ao uso exagerado das redes sociais, em que todo mundo tem que estar bonito e feliz. Um adolescente ou um jovem, acometido pela doença, que tem os sintomas dela visíveis na pele possivelmente deve passar por muitos preconceitos, assim como sofri de um colega parlamentar, dentro do meu ambiente de trabalho. Essa é uma triste realidade que devemos combater e transformá-la”, considerou Abilio, preocupado com a questão estética, bastante evidente nas redes sociais e que podem gerar enormes problemas de ordem psicológica e de aceitação social de pessoas com psoríase.
PSORÍASE
De causa desconhecida, sabe-se que a doença pode estar relacionada ao sistema imunológico, às interações com o meio ambiente e à suscetibilidade genética. Acredita-se que ela se desenvolve quando os linfócitos T (células responsáveis pela defesa do organismo) liberam substâncias inflamatórias e formadoras de vasos.
TRATATENTO
Tratamento tópico: medicamentos em cremes e pomadas, aplicados diretamente na pele. Podem ser usados em conjunto com outras terapias ou isoladamente, em casos de psoríase leve.
Assessoria de Imprensa Vereador Abílio Junior

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Política

Depois de anunciar sanção, Bolsonaro diz que ainda espera MP para oficializar auxílio de R$ 600

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Por Guilherme Mazui, G1 — Brasília

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (2) que vai enviar uma medida provisória para o Congresso antes de publicar a sanção do auxílio de R$ 600 mensais para trabalhadores informais. O auxílio é uma medida para amenizar os efeitos da pandemia de coronavírus na economia.

Bolsonaro disse que sancionou o projeto, aprovado pelo Congresso, nesta quarta (1º). Mas o texto ainda não foi publicado no “Diário Oficial da União”. Por isso, na prática, ainda não está valendo.

De acordo com o presidente, ele quer que a MP garanta a legalidade do gasto extra, já que o auxílio sairá dos cofres do governo. O presidente argumentou que o Congresso tem que avalizar a criação de novas despesas e apontar as fontes de onde sairá o dinheiro.

“Assinei ontem [quarta], estava aguardando outra medida provisória, porque não adianta dar um cheque sem fundo. Tem que ter o crédito também”, afirmou.

Segundo o presidente, a MP deve sair nesta quinta. “Uma canetada minha errada é crime de responsabilidade, dá para vocês entenderem isso? Vocês querem que eu cave minha própria sepultura? Vocês querem que eu cave minha própria sepultura? Não vou dar esse prazer para vocês”, completou o presidente, se dirigindo a jornalistas.

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No entanto, analistas dizem que não é necessária a MP para liberar os pagamentos. Eles afirmam que em momentos de calamidade (o estado de calamidade já foi pedido pelo governo e reconhecido pelo Congresso), gastos extras estão autorizados. Além disso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu que, na atual situação, os gastos são legais (veja mais abaixo).

Mesmo sem ter oficializado a sanção e a MP, Bolsonaro disse que o operação para pagar o benefício está a “todo o vapor”, com previsão de início dos repasses na próxima semana.

“Está a todo o vapor, semana que vem começa a pagar”, afirmou o presidente.

Segundo o governo, o auxílio de R$ 600, que será pago por três meses, beneficiará 54 milhões de pessoas com um custo de R$ 98 bilhões. A MP que o presidente precisa publicar no ‘Diário Oficial’ deverá abrir o crédito extraordinário destes R$ 98 bilhões.

O que dizem os especialistas

O economista e professor do IDP José Roberto Afonso, um dos idealizadores da LRF, também entende que o governo não precisa de PEC para começar a efetuar os pagamentos.

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“Não falta o recurso, o recurso tem que sair da dívida pública. Não falta autorização, o Congresso já aprovou calamidade pública em todo território nacional. Eu acho que não falta boa disposição de governadores, prefeitos, que inclusive estão fazendo o que o governo federal devia estar fazendo”, afirmou.

“O Congresso aprovou tudo que foi pedido ao Congresso. O Supremo aprovou tudo que foi pedido a ele. O que não pode é a cada momento ficar querendo aparecer novas dúvidas, novas questões e isso justificar você não agir”, completou.

Para Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente, entidade ligada ao Senado, o pagamento pode ser viabilizado por medida provisória. Por isso, segundo ele, cabe ao governo tomar a iniciativa.

“O pagamento do auxílio de R$ 600, ele independe de aprovação de PEC. Ele pode ser viabilizado de imediato a partir de uma edição de uma MP, um ato do Poder Executivo, então a bola está na mão do presidente da República, para que esse gasto seja feito o mais rápido possível”, afirmou.

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