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Política

Vereador Abilio destaca ação policial que prendeu os suspeitos da morte de motorista de Uber

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O vereador Abilio Junior (PSC) salientou a importância do trabalho investigativo realizado pela Polícia Judiciária Civil do Estado (PJC), que resultou na prisão de seis suspeitos do latrocínio, que vitimou o motorista de Uber, Anderson Lopes Caldeira, de 29 anos, no mês passado.
Como forma de valorizar o empenho dedicado pelos policiais no processo de investigação e prisão dos criminosos, o parlamentar fez a entrega de moções de aplausos à parte da equipe policial. A entrega foi realizada na Câmara Municipal, durante a sessão ordinária desta quinta-feira (11-04). De acordo com Abilio, na próxima semana todos os demais integrantes deverão receber a moção com a presença de outros motoristas do Uber, na sede da Derf.
Na ocasião foram homenageados sete policiais, todos integrantes da Delegacia de Roubos e Furto de Várzea Grande (Derf-VG). Dentre eles, o investigador e chefe de Operações, Renato Conceição, que disse estar orgulhoso pelo mérito recebido.
“É o nosso papel, a nossa função, enfim, o nosso dever policial. Mas todo reconhecimento prestado, que a gente recebe pelo nosso trabalho é uma forma de valorização, que nos dá ainda mais força para continuar dedicando diariamente no combate à criminalidade”, disse Renato.
Segundo o investigador, foi graças ao empenho de toda a delegacia que foi possível a prisão dos seis envolvidos no latrocínio. “Nós conseguimos, inclusive, retirar das ruas essa quadrilha que, naquele mesmo dia do latrocínio, cometeu outros quatro roubos em vários bairros na cidade de Várzea Grande”, salientou Renato.
Outra questão destacada pelo policial foi de que todas as armas utilizadas no latrocínio, e que foram apreendidas pela PJC, tinham sido disponibilizadas pelo Comando Vermelho (CV). “Fizemos um trabalho de investigação bem alinhado, que resultou na apreensão de todas as armas usadas no latrocínio, afetando diretamente na ação do CV na cidade”, disse o investigador.
Para Abilio, ações exitosas como essa, que acarretou na prisão de seis criminosos, devem ser reconhecidas pela população. “Não é somente por ser o trabalho desses valorosos policiais. Mas, sim, por arriscarem suas próprias vidas, muitas vezes sem as condições ideais de trabalho, pela vida de pessoas que eles nem se quer conhecem. Um compromisso social que deve, sim, ter o reconhecimento da população”, disse o vereador, ao justificar a entrega das moções.

Dana Campos | Assessoria Vereador Abílio Junior

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Fonte: Câmara de Cuiabá
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Política

Bussiki propõe quarentena para ex-secretários firmarem contratos com a prefeitura

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O vereador Marcelo Bussiki (PSB) apresentou um projeto de lei, durante sessão nesta quinta-feira (18), propondo que secretários da Prefeitura de Cuiabá devam cumprir o prazo mínimo de seis meses, após deixarem o cargo público, para prestar serviços diretamente à administração pública. O projeto busca prevenir os conflitos de interesse e impedir que servidores que tenham acesso a informações privilegiadas se beneficiem dessa condição.
A intenção, segundo o vereador, é que esses servidores fiquem impedidos de prestar serviços e possam se valer das informações privilegiadas obtidas, em razão das atividades exercidas, para obter vantagem econômica ou financeira.
“Em nível federal já existe essa lei e nós precisamos delimitar aqui no município de Cuiabá. Queremos impedir que servidores de cargos estratégicos possam atuar na iniciativa privada e usar as informações privilegiadas e até o conhecimento da estrutura da administração pública em benefício próprio ou de terceiros e até empresas. Nossa intenção é mitigar o risco dessas situações ocorrerem”, disse Bussiki.
De acordo com o projeto, devem cumprir o prazo de seis meses os secretários, adjuntos, diretores administrativos, diretores financeiros e servidores DAS de níveis 2 e 3. Eles ficarão impedidos de prestar, direta ou indiretamente, qualquer tipo de serviço a pessoa física ou jurídica com quem tenha estabelecido relacionamento relevante em razão do exercício do cargo que ocupavam.
Além disso, estes servidores não devem aceitar cargo de administrador ou conselheiro ou estabelecer vínculo profissional com pessoa física ou jurídica que desempenhe atividade relacionada à área de competência em que atuavam. Também não podem celebrar com órgãos ou entidades do Poder Municipal contratos de serviço, consultoria, assessoramento vinculados, ainda que indiretamente, ao órgão ou entidade onde tenham ocupado o cargo.
Ainda segundo o vereador, a ocorrência de conflito de interesses independe da existência de lesão ao patrimônio público, bem como do recebimento de qualquer vantagem ou ganho pelo agente público ou por terceiro.
“Um secretário, por exemplo, não pode ter uma empresa que presta serviço à prefeitura ou para outras empresas que mantenham contrato com o Executivo. Então, precisamos normalizar as situações que podem e não podem e aquelas que são classificadas como conflito de interesse. Precisamos resguardar a administração pública”, afirmou Bussiki.
O projeto prevê ainda que a prefeitura estabeleça normas, procedimentos e mecanismos a fim de prevenir ou impedir eventual conflito de interesses. Além disso, caberá à prefeitura avaliar e fiscalizar a ocorrência de situações que configurem conflito de interesses e determinar medidas para a prevenção ou eliminação do conflito.
Após apresentado, o projeto segue para análise das comissões pertinentes e, posteriormente, será encaminhado para apreciação dos vereadores.

Karine Miranda | Assessoria Vereador Marcelo Bussiki

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Fonte: Câmara de Cuiabá
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