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Veja vídeo do VW Golf GTE, o híbrido esportivo que chega em novembro

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O Golf GTE será o primeiro carro hibrido que a Volkswagen vai vender no Brasil e deve chegar já no mês de novembro. É um modelo esportivo que tem dois motores. Um a gasolina, 1.4, TSI turbo e um elétrico acoplado. E o motorista pode optar em usar apenas o elétrico ou somente o a combustão, lembrando que a autonomia só na bateria é de 50 quilômetros, ao custo de cerca de R$ 5.

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A diferença do híbrido da Volkswagen com outros que são vendidos no Brasil é que a bateria pode ser carregada na tomada. Ele é um modelo plug-in. Mas o motor a combustão também carrega a bateria bem como a regeneração dos freios. Juntando os dois motores a autonomia do Golf GTE chega a 900 quilômetros, com um tanque de apenas 40 litros de gasolina.

 Trata-se de um carro esportivo e esta designação está alinhada com as siglas GTI e GTD, dois ícones da linha Golf. O motor a combustão do GTE é 1.4 com 150 cavalos de potência e o elétrico gera mais 102 cavalos, totalizando 204 cavalos. Por isso é um carro esportivo . Só com o motor elétrico o Golf GTE chega a uma velocidade de 130 quilômetros por hora, com zero de poluição.

 Quando toda a potência combinada do sistema é utilizada, o GTE vai de 0 a 100 km/h em 7.6 segundos, atingindo 222 km/h. Ainda mais significativo é o potencial de propulsão. Com a combinação dos dois motores produz um torque de 35,7 kgfm, resultando em um grande prazer de dirigir.

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 Tudo isso é transferido para as rodas através de um câmbio automático DSG de seis marchas com aletas atrás do volante. Apesar da potência e torque, o Golf GTE é um dos carros mais eficientes do mundo em termos energéticos. A bateria precisa de 2h45 para carregar totalmente em uma tomada convencional de 220V ou em uma estação de recarga.

 O Golf GTE tem vários modos de condução. Para rodar apenas com o motor elétrico, basta acionar um botão ao lado do câmbio para entrar no e-mode. Também tem o híbrido. Ao selecionar esse modo, a tecnologia do GTE escolhe qual sistema é o mais eficiente para cada situação de uso.

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O motorista não precisa fazer nada. Também tem o modo recarga, quando apenas o motor 1.4 TSI de 150 cavalos movimentará o veículo, que também mandará carga para a bateria. E o modo esportivo GTE. Nele o motor a gasolina e o motor elétrico trabalham juntos para transformar o Golf GTE em um esportivo de verdade. As potências dos dois motores são combinadas e o motorista tem 204 cavalos à disposição.

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General Motors confirma o fim da fabricante australiana Holden

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Parceira da General Motors desde a década de 30, Holden encerrará suas operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia até o fim do ano

Em mais um passo no processo de reestruturação global, a General Motors anunciou que fechará a marca Holden na Austrália, Tailândia e Nova Zelândia, encerrando as operações nos países. A GM ainda terá o compromisso de abastecer os mercados com peças e serviços de manutenção até o fim da década.

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Estima-se que 600 funcionários perderão o emprego no encerramento da Holden na Oceania. Em Detroit (EUA), Mary Barra, chefe-executiva da GM Global, afirma que fechar a representante no continente é uma decisão difícil, porém correta. 

Mark Reuss, presidente da GM, complementa a declaração de Barra dizendo que a marca tinha planos de reerguer a Holden, mas continuar atuando em um mercado fragmentado como a Oceania teria custo alto.

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Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, se diz inconformado com a situação. “Estou desapontado, mas não surpreso. Sei que muitos australianos estão irritados neste momento”, disse ele. “Os nossos contribuintes colocaram milhões de dólares nesta companhia multinacional e eles simplesmente encerraram as operações”.

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Aos poucos, a GM está abandonando mercados não-lucrativos para focar em regiões pontuais, como Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Brasil. Em 2017, a fabricante vendeu as marcas Opel e Vauxhall para a Peugeot-Citroën.

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