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Veja os recordes que “Vingadores: Ultimato” quebrou em apenas um fim de semana

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“Vingadores: Ultimato” dominou o assunto durante todo o final de semana, ao finalmente levar aos cinemas o desfecho da saga dos heróis da Marvel que começou em 2008. Com três horas de duração, o filme gerou brigas nos cinemas , teve cenas vazadas antes da hora e se tornou o maior fenômeno da cultura pop.

tony stark em vingadores ultimato
Divulgação

“Vingadores: Ultimato”

O filme também se tornou o mais rápido a alcançar a marca do bilhão, concluindo o fim de semana com US$ 1,2 bilhão de bilheteria no mundo . O feito de “Vingadores: Ultimato” foi alcançado em cinco dias. Os campeões do “bilhão”, “ Vingadores: Guerra Inifinita ” e “Star Wars: o Despertar da Força” levaram 11 e 12 dias para chegar a marca, respectivamente.

Mas ainda há outras marcas para o filme da Marvel superar. A maior bilheteria do mundo até hoje segue sendo de “Avatar”. Mas o longa de 2009 levou quase 20 dias para chegar aos números que “Ultimato” fez até agora.

Antes mesmo do domingo (28), porém, chegar o filme já batia recordes . A pré-estreia americana na quinta-feira (25) é a maior da história, acumulando US$ 60 milhões – o recorde anterior, de “O Despertar da Força” era US$ 57 milhões.

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Na China o longa também superou as expectativas, se tornando a maior estreia de um filme do país, alcançando US$ 107,2 milhões. Pelo mundo, a estreia também quebrou recordes e se tornou a maior da história em países como Austrália, Tailândia, Colômbia, Chile, Portugal e no Brasil.

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Nos EUA, o filme ocupou 4.662 salas de cinema, outro recorde. Outras áreas onde “ Vingadores: Ultimato ” se superou em seu primeiro fim de semana de exibição incluem maior sábado de estreia, melhor domingo de estreia, maior share de salas nos EUA, maior estreia de abril, melhor estreia em 3D e Imax. A maioria desses recordes era de outras produções da Disney, como os já mencionados “Guerra Infinita” e “Star Wars”.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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