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Veja dez curiosidades sobre a franquia de filmes “Halloween”

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O Holloween é uma data mundialmente conhecida. Digna de muito sucesso e especialmente nos Estados Unidos, a data comemorada no dia 31 de outubro, é tão aclamada que conta com uma franquia de filmes “Halloween”, envolvendo a psicopatia como temática.

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Curiosidades sobre a franquia de filmes “Halloween”
Divulgação

Curiosidades sobre a franquia de filmes “Halloween”

A franquia de filmes “Halloween”
segue um princípio básico e assustador: um assassino em série mascarado que persegue suas vítimas insaciavelmente até que alcance seu objetivo de morte. Inspirado nos clássicos do mestre do terror John Carpenter, a série acaba de ganhar o 11º filme. Diante disso, veja curiosidades
que cercam as produções:

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O primeiro filme foi há 40 anos


Curiosidades sobre a franquia de filmes “Halloween”
Reprodução

Curiosidades sobre a franquia de filmes “Halloween”

Considerado um dos maiores clássicos do terror envolvendo psicopatas, o primeiro filme foi lançado originalmente em 1978, sob direção de John Carpenter. O longa foi produzido com um orçamento baixo de aproximadamente US$ 325 mil. Um valor baixíssimo comparado à outros filmes da época.

Um filme gravado muito rápido


Curiosidades sobre a franquia de filmes “Halloween”
Reprodução

Curiosidades sobre a franquia de filmes “Halloween”

O primeiro filme ainda foi o que teve a gravação mais curta de sua franquia. Em apenas 21 dias foram gravadas todas as cenas necessárias para a montagem do filme, durante a primavera de 1978 nos Estados Unidos. Por conta do orçamento baixo, quanto menos tempo fosse investido, mais lucros eles teriam.

Da onde veio a ideia?


Halloween
Reprodução

Halloween

A inspiração para uma produção de terror
composta por um assassino em série, partiu do diretor John Carpenter logo após ele observar um garoto que estava se tratando em um hospital psiquiátrico. Depois de perceber como o menino o olhava com um ‘olhar de psicopata’, através de uma janela, resolveu criar a história de “Halloween” com o personagem Michael Myers.

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São 11 filmes da franquia “Halloween”


Os dez primeiros filmes integrantes da franquia de filmes “Halloween”
Reprodução

Os dez primeiros filmes integrantes da franquia de filmes “Halloween”

Baseada no serial killer Michael Myers, a sequência de filmes “Halloween” alcança este ano sua 11ª produção. Desde seu lançamento na década de 70, o filme ganhou diversas versões de histórias assutadoras. Por ordem, são eles: “Halloween – A Noite do Terror” (1978), “Halloween II – O Pesadelo Continua” (1981), “Halloween III – A Noite das Bruxas” (1982).

“Halloween IV – O Retorno de Michael Myers” (1988), “Halloween 5 – A Vingança de Michael Myers” (1989), “Halloween 6 – A Última Vingança” (1995), “Halloween H20 – Vinte Anos Depois” (1998), “Halloween – Ressurreição” (2002), “Halloween – O Início” (2007), “Halloween II” (2009) – Novo Remake e “Halloween” (2018) – Continuação do filme original.

Um filme quebrou o padrão


“Halloween - O Início”
Reprodução

“Halloween – O Início”

“Halloween – O Início”, lançado em 2007, é o único filme da sequência que não foi lançado no final de semana do Dia das Bruxas, como sempre acontece desde o primeiro filme original. A decisão aconteceu por insegurança de uma concorrência forte, devido ao temor do estúdio em competir com “Jogos Mortais 4”, que também estava sendo lançado.

Diante disso, as cenas da história  macabra de Michael Myers foram antecipadas em dois meses. O filme ainda não foi lançado nos cinemas brasileiros e teve uma repercussão discreta sem conquistar um recorde de bilheterias.

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Marcado por um falecimento


Moustapha Akkad
Reprodução

Moustapha Akkad

O “Halloween – O Início”, também foi marcado por uma outra alteração de prazos. O filme teve o início da produção adiado devido ao falecimento de Moustapha Akkad, produtor dos filmes anteriores da série, em 2005. Se não fosse por este ocorrido, as gravações teriam se iniciado um bom tempo antes. 

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Filme de 2018 se destaca com abertura feminina


Halloween
Reprodução

Halloween

Com uma abertura de lançamento de US$ 77 milhões, aproximadamente R$ 285 milhões, o filme que já teve sua estreia nos Estados Unidos no dia 19 de outubro, conquistou o título de melhor abertura para um longa-metragem estrelado por uma mulher com mais de 55 anos. Jamie Lee Curtis quebrou um novo recorde nas bilheterias referente a protagonistas femininas.

Novo filme acontece 40 anos após o primordial


Halloween
Reprodução

Halloween

Para quem não sabe, o novo filme da franquia não é simplesmente mais um da temática como os outros.  O mais novo “Holloween” é literalmente ambientado 40 anos após o clássico de John Carpenter e ignora as sequências lançadas após 1978, que somam um total de 10 filmes, sendo uma continuação explícita de onde a história parou no primeiro longa.

Trilha sonora modernizada


Halloween
Reprodução/ Universal

Halloween

A trilha sonora original de “Halloween”, que se encaixa perfeitamente no filme e em sua produção de terror, passou por alterações para a 11ª versão do filme. A melodia ganhou um novo tom que preserva cuidadosamente o original, mas com uma modernização.

A alteração foi feita através da partitura original, modernizando-a com novos sons e novas abordagens, criadas especialmente pelo talento do produtor e compositor John Carpenter.

Estreia de Jamie Lee Curtis


Jamie Lee Curtis
Reprodução

Jamie Lee Curtis

Para a alegria dos fãs, o novo filme marca o retorno de Jamie Lee Curtis como Laurie Strode aos cinemas, preparada e determinada como nunca, para enfrentar mais uma vez o temido e assustador serial killer Michael Myers.

Mais uma das curiosidades da franquia de filmes “Halloween”
é que Curtis foi convidada para atuar no primeiro filme principalmente pela publicidade gratuita que a atriz, que na época estava com 19 anos, traria. Já que ela é filha dos astros de Hollywood Tony Curtis e Janet Leigh. Ainda mais inacreditável é que Laurie Strode foi o primeiro filme que Curtis atuou na vida. O filme a estabeleceu como uma atriz notável no mundo do horror cinematográfico.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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