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Carros e Motos

Veja 5 carros que deveriam voltar ao Brasil

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O que leva um carro a sair de linha? São vários os tópicos, ainda mais em um mercado economicamente instável e cheio de mudanças como o Brasil. Alguns centavos na variação do dólar podem comprometer um pouco suas compras em Miami, mas causam um verdadeiro estrago quando falamos da indústria automotiva. Além disso, os SUVs invadiram o mercado numa onda que levou diversos modelos de outros segmentos. Eis que alguns modelos saem de linha, tornando-se carros que deveriam voltar ao mercado.

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Nem tudo depende apenas da saúde financeira. Como você verá ao longo da lista, alguns modelos saem de linha apenas pela baixa demanda, ainda que sejam carros quase perfeitos. Para enumerar algumas de nossas escolhas, a reportagem do iG Carros desenterra cinco carros que deveriam voltar ao mercado brasileiro em diversos segmentos. Acompanhe a lista, e não deixe de comentar quais seriam as suas escolhas ao final da matéria.

1 – Fiat Tempra


Fiat Tempra Turbo foi uma das versões mais insanas entre os carros que deveriam voltar ao Brasil
Divulgação

Fiat Tempra Turbo foi uma das versões mais insanas entre os carros que deveriam voltar ao Brasil

Vamos retornar ao começo dos anos 90, quando a categoria dos sedãs médios aflorava entre a classe média alta brasileira com a abertura das importações. Toyota e Honda apostavam nos importados Corolla e Civic, enquanto a Volkswagen reestilizava o Santana e o Chevrolet Monza perdia apelo. Em meados de 1993, surge aquele que seria lembrado como o mais emblemático de sua categoria, o Fiat Tempra .

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O Tempra foi um dos sedãs médios mais bem-sucedidos dos anos 90. Ele fez história, teve uma participação muito grande no mercado e deixou lembranças como um produto de ponta da marca italiana. Além das versões convencionais, chamou atenção pela versão turbo com brutais 165 cv e muita disposição para passar dos 220 km/h.

Fora da categoria dos sedãs médios desde o fim do Marea, a Fiat ainda fez uma aposta entre os intermediários com o Linea, sem qualquer prestígio. Na Europa e até mesmo na Argentina, o sucessor espiritual do Tempra é o belo Tipo Sedan. Apesar da proximidade, a Fiat-Chrysler não pretende importar o modelo (fabricado na Turquia) para o Brasil.

2 – VW Beetle


Entre os carros que deveriam voltar ao mercado, o Volkswagen Fusca seria uma opção exclusiva de esportivo
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Entre os carros que deveriam voltar ao mercado, o Volkswagen Fusca seria uma opção exclusiva de esportivo

Quatro! Este foi o número de vezes em que o Volkswagen Fusca foi descontinuado no Brasil. Lançado na década de 50, viu o primeiro de seus fins em 1986. Após um pedido do presidente Itamar Franco por carros mais baratos, teve uma sobrevida entre 1993 e 1996. O New Beetle surgiu no fim da década de 90, sendo substituído em meados de 2011 pela melhor releitura já feita pela Volkswagen.

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O Novo Fusca, entretanto, não vingou. Nem no Brasil, nem no resto do mundo. De acordo com a Volkswagen, carros de nicho e baixa produção serão deixados de lado para priorizar modelos de alta demanda, como SUVs e crossovers. Seria este o destino da indústria automotiva?

Defendemos que o Fusca deveria voltar a ser fabricado, talvez com uma roupagem mais urbana que esportiva. O motor 2.0, por exemplo, era o mesmo do Golf GTI, encarecendo um modelo que poderia ficar abaixo dos R$ 100 mil com um propulsor 1.4. Atualmente, o Mini Cooper é a única opção de cupê compacto de traços carismáticos no mercado brasileiro.

3 – Mitsubishi Lancer Evo


O Mitsubishi Lancer Evolution contou com a exclusiva versão John Easton entre os carros que deveriam voltar
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O Mitsubishi Lancer Evolution contou com a exclusiva versão John Easton entre os carros que deveriam voltar

Aparições em etapas de rali e filmes como Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio concederam o status de estrela para o Mitsubishi Lancer Evolution . O esportivo logo caiu nas graças do povo, se tornando o queridinho de quem procurava um sedã equilibrado e potente. Mesmo custando mais de três vezes o valor do modelo convencional, não é difícil encontrar o modelo nas mãos de entusiastas nos track days do Brasil. Quem não tem bala na agulha para comprar o modelo pode, ao menos, colocar a placa do lado esquerdo do para-choque.

Seu motor 2.0 turbo de estrondosos 295 cv de potência era um dos quatro cilindros mais potentes de sua época. A versão John Easton era preparada, com 340 cv de potência, mas o que realmente tirava o fôlego dos entusiastas era a tração 4×4. Havia controle de tração e estabilidade, diferencial central ativo, controle de aceleração e controle de aceleração lateral. Entre os ítens de segurança, destaque para os nove airbags.

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As últimas unidades do Evo foram entregues em meados de 2017. Desde então, a Mitsubishi tem mudado o seu posicionamento sobre carros de luxo. A exemplo da Volkswagen, a marca também pretende direcionar sua produção para carros de maior volume, como SUVs e crossovers. 

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4 – Toyota Fielder


Toyota Fielder deixa saudades entre os fãs de perua. É um dos carros que deveriam voltar por seu uso urbano
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Toyota Fielder deixa saudades entre os fãs de perua. É um dos carros que deveriam voltar por seu uso urbano

As peruas estão para desaparecer completamente do mercado brasileiro. No começo do ano, a VW SpaceFox foi descontinuada para dar lugar à produção do novo SUV Tarek. A Fiat dificilmente apostará na Weekend Adventure para a virada da década, uma vez que o modelo está definhando nas concessionárias. Neste mesmo cenário, já faz mais de dez anos que a Toyota optou por interromper as vendas da Fielder no Brasil, ainda que ela continue sendo atualizada até os dias de hoje.

A configuração favorita dos brasileiros era a 1.8 XEI com câmbio automático de quatro marchas. Sua unidade entregava 136 cv de potência e 17,5 kgfm de torque. O generoso porta-malas de 411 litros era capaz de levar a bagagem de toda a família, como todas as boas peruas de sua época.

A Fielder foi reestilizada recentemente como Corolla Touring Sports, com o visual do novo sedã que será vendido por aqui no fim do ano. O pacote de entrada da Toyota Fielder e dos outros Corolla é formado pelo motor 1.2 turbo, de 116 cv em conjunto com o câmbio manual de seis marchas. Acima dele há duas opções híbridas, com motor 1.8 ou 2.0 e potência combinada de 122 cv e 180 cv, respectivamente. Nas versões de dois motores, o câmbio é sempre automático ,do tipo CVT. O propulsor da versão 1.8, inclusive, é o mesmo do Prius, que em breve adotará uma inédita versão flex no Brasil.

5 – Chevrolet Astra GSi


Chevrolet Astra GSi fecha a lista dos carros que deveriam voltar por ser o último esportivo
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Chevrolet Astra GSi fecha a lista dos carros que deveriam voltar por ser o último esportivo “barato” da GM

A Chevrolet já teve esportivos louváveis no Brasil. Podemos enumerar modelos como Opala, Kadett e Corsa GSi, Tigra e Calibra, entre os vários sucessos da marca. Atualmente, falta um esportivo mais em conta na linha da fabricante americana, uma vez que o Camaro SS passa dos R$ 300 mil.

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Neste cenário, dá saudades do antigo Astra GSi de meados da década passada. Além de ser extremamente leve, com pouco menos de 1200 kg, tinha em seu coração a força de um potente 2.0 de 136 cv. Apesar do 0 a 100 km/h em 9,1 segundos não surpreender ninguém nos dias de hoje, era algo muito à frente de seu tempo.

Ter um substituto para o Astra GSi poderia satisfazer os desejos de quem procura por esportivos mais baratos. A GM já brincou com a ideia ao apresentar uma versão do Onix preparada para track day durante o Salão do Automóvel de 2014, com motor 1.8 do Cruze. Sem dúvidas, um dos carros que deveriam voltar .

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Ford Ranger XLT empolga com bom nível de força em baixa rotação

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Ford Ranger 2020 tem novas cores, grade frontal redesenhada, mudanças no acabamento interno, entre outros itens



Durante a avaliação, em que percorremos mais de 300 km, a característica do desempenho mais marcante da picape foi a força de saída. Faz sentido, se considerarmos o motor parrudo Duratorq 3.2 litros turbo a diesel, de 200 cv e 47,9 kgfm de torque ( na sua faixa de preço, só perde para a Chevrolet S10 em torque).

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O desempenho da Ford Ranger XLT é facilitado pelo câmbio automático de seis velocidades. O sistema é ágil na maioria das trocas, não deixando as acelerações morosas. Mas nem tudo é perfeito. Em algumas situações, o câmbio segura a segunda marcha, forçando um giro elevado do motor. Empurrar a manopla do câmbio para o lado e efetuar a troca manual resolve esse problema. A relação do conjunto garantiu a boa média de consumo de 9,3 km/l.

Atualizado na linha 2020, com novas molas, coxins, ajuste de carga dos amortecedores, reforços estruturais e barra estabilizadora, o sistema de suspensão da da Ranger ficou bem mais manso no rodar da cidade. Em alguns momentos, é claro, por se tratar de um modelo sobre chassi, ela ainda balança um pouco.

Ford Ranger arrow-options
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Traseira segue a ideia de robustez que é ponto de partida comum às picapes

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Nada fora do esperado para um modelo desse segmento. Também percebemos algumas destracionadas da roda traseira rodando na opção de tração 4×2. Nada longe do esperado para uma picape média . No 4×4, o modelo tem tecnologia de bloqueio do diferencial traseiro.

interior da Ranger arrow-options
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Ford Ranger XLT mostra bom isolamento acústico e bom nível de conforto ao dirigir

Vale considerar que em quase todo período de avaliação rodamos sem peso na caçamba, que comporta mais de uma tonelada de carga (1.186 kg) ? só perde para a Volkswagen Amarok nesse quesito. O lado positivo é que a eletrônica sempre está ao nosso favor, atuando com os controles de estabilidade e tração.

A direção elétrica tem boa progressividade e chama atenção pela leveza no giro para as manobras de estacionamento. Tão fácil quanto guiar um subcompacto. Embora o motor grandalhão ressoe alto para quem está do lado de fora, no interior, o silêncio impera. Trabalho louvável da engenharia com o isolamento acústico.

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Na ponta do lápis, a Ford Ranger XLT entrega a melhor lista de equipamentos na sua faixa de preço, desempenho animador, que só fica atrás da Chevrolet S10, e capacidade de carga acima da média. Se considerarmos isso, os R$ 178 mil estão bem pagos.

Fonte: IG Carros
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