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Política

Várzea Grande oficializa doação de área ao Fórum do Trabalho

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Exortando a importância da Justiça do Trabalho para a população brasileira, a prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, formalizou em definitivo e sem impedimentos, a doação da área aonde hoje funciona o Fórum Trabalhista local com três varas e uma das mais importantes unidades em Mato Grosso.

A formalização oficial aconteceu em ato público com a presença da presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, desembargadora Eliney Bezerra Veloso, da superintendente do Patrimônio da União em Mato Grosso, Lucimara Rodrigues Cordeiro Tavares e do senador Jayme Campos, além de secretários municipais e os vereadores Rodrigo Coelho e Jânio Calistro.

Segundo informações do Tribunal Regional do Trabalho 23ª Região em Mato Grosso, a Justiça do Trabalho tem os seguintes números:

  • Possui 11 varas do trabalho entre as 25% com melhor desempenho no Índice Nacional de Gestão de Desempenho;
  • É um dos que julga mais rápido as ações trabalhistas. O tempo é 36% menor em Mato Grosso que no restante do país.
  • Recebeu 41 mil processos em 2018 e garantiu o pagamento de R$ 370 milhões aos trabalhadores;
  • Promoveu a conciliação (resolução amigável) de quase metade das ações trabalhistas (46%).

A prefeitura de Várzea Grande consolidou o processo de doação, com força de escritura pública, de um terreno à União. No local funciona desde 2014 a sede do Fórum da Justiça do Trabalho com Três Varas Trabalhistas. A doação teve início em 2011, por meio de uma proposição do Executivo aprovada pela Câmara Municipal.

O contrato entre a prefeitura e a União tem como objeto um terreno de 3,6 mil metros quadrados (m²) e está assinado pela prefeita Lucimar Sacre de Campos e a superintendente do Patrimônio da União no Estado de Mato Grosso, Lucimara Rodrigues Cordeiro Tavares.

Presente ao ato que consolidou a doação do imóvel, a Desembargadora-Presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 23ª Região, Eliney Bezerra Veloso, lembrou que a sede foi construída pelo Tribunal e que a obra permitiu que Várzea Grande passasse a ter uma sede própria, com conforto e atendimento digno às demandas trabalhistas locais.

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“A parceria entre as duas instituições segue e o ato de hoje só confirma o comprometimento que a atual gestão tem para com o desenvolvimento da justiça do Trabalho”. A sede do Foro Trabalhista de Várzea Grande está localizada na Rua Eurico Gaspar Dutra – esquina com a Rua Presidente Prudente de Morais, S/Nº (próximo à antiga Previvag), no Jardim Aeroporto.

A prefeita Lucimar Sacre de Campos disse que o rito final desse processo burocrático, mesmo saindo apenas agora, após anos de trâmites, legaliza a doação e traz segurança jurídica para novos investimentos que o TRT ou a União queiram realizar no Município. “Como disse a desembargadora Eliney, a sede várzea-grandense começou a funcionar com duas Varas trabalhistas e agora dispõe de três. Esse contrato é fruto de um trabalho de união e que resulta em ações que levam melhorias à população, com a maior e melhor oferta de serviços”.

A superintendente de Patrimônio da União, Lucimara, frisou durante a assinatura que o contrato consolida, em definitivo, a doação do imóvel ao Tribunal do Trabalho. “A sede bem atende à população que necessita da justiça trabalhista”.

Presente ao ato, o senador Jayme Campos, destacou que a formalização de uma escritura pública que comprova a legalidade da doação é um importante instrumento de gestão, tanto para União como ao TRT e principalmente à prefeitura, a doadora do imóvel. “Nosso vínculo com a justiça do Trabalho é antigo”, lembrou o senador, que na época em que foi governador do Estado, nos anos 90 – doou uma área dentro do Centro Político Administrativo para construção da sede do TRT da 23ª Região, prédio público que hoje ocupa posição estratégica na Avenida Rubens de Mendonça.

A prefeita disse que essa preocupação com a legalidade dos atos administrativos, sejam eles os mais rotineiros do Executivo, é que têm permitido que a sua gestão conquiste êxito em várias áreas. “Desde o ajuste fiscal à busca por fontes de financiamentos. É com rigor e zelo que temos um plano de ação com mais de 150 obras em plena execução e um planejamento estratégico que nos permite pensar em projetos de longo prazo para nossa cidade. Somente o PAC terá aplicado quase R$ 500 milhões em obras estruturantes que vão colocar fim a problemas antigos da nossa cidade como a falta de água, por meio da universalização, e pavimentação de bairros e ampliar a taxa de esgoto coletado e tratado, que hoje está em menos de 20% e irá ao fim de quatro anos para cerca de 70%”.  Sobre a austeridade de gastos, a prefeita completou dizendo que recursos gerados por meio do pagamento de impostos estão sendo revertido à sociedade. “Áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura estão em plena evolução em Várzea Grande, sejam com obras de construção, reconstrução, reformas, aparelhamento, pessoal, materiais e principalmente, manutenção”.

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A desembargadora-presidente do TRT da 23ª Região, Eliney Bezerra Veloso, lembrou da efetiva e determinante participação do senador Jayme Campos como amigo da Justiça do Trabalho, ao destravar em seu primeiro mandato entre 2007/2015, recursos que permitiram a construção de muitos dos Fóruns Trabalhistas existentes em Mato Grosso.

“Nossas histórias de efetivo trabalho em prol da Justiça do Trabalho com o então governador, hoje senador Jayme Campos, é a mais profícua possível e nossa grata satisfação se repete agora com o mandato da prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, que repete o mesmo zelo e cuidado com a coisa pública, visando atender não apenas a Justiça do Trabalho, mas a toda população que necessita dos seus serviços para ver seus direitos validados, isto sim é importante e democratizar a relação trabalho, trabalhador, empregador e Poder Público”, disse a desembargadora-presidente.

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Disputa no PSL não prejudicará votação da Previdência, diz Mourão

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O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse hoje (21) que a disputa interna no PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, não deve prejudicar a votação da proposta de reforma da Previdência. O texto da reforma deve ser votado amanhã (22) no plenário do Senado, em segundo turno. Para que seja aprovado e siga para promulgação, o projeto precisa alcançar o mínimo de 49 votos favoráveis.

De acordo com Mourão, os parlamentares da legenda no Senado estão blindados em relação à disputa na Câmara dos Deputados. “Acho que não [atrapalha]. A votação de maior interesse é amanhã, a da Previdência, e o Senado parece que não foi contaminado ainda pela disputa no PSL. Acho que amanhã nós vencemos isso e espero que, daqui para o final da semana, o PSL se reorganize e chegue a um acordo”, disse Mourão a jornalistas.

Na semana passada, disputas em torno do cargo de líder do partido na Câmara evidenciaram divergências envolvendo apoiadores do presidente da legenda, deputado Luciano Bivar (PE), e do presidente Jair Bolsonaro.

Nesta segunda-feira, em novo capítulo da disputa, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) conseguiu assumir a liderança da legenda na Câmara. A troca de comando no PSL ocorreu após Eduardo apresentar uma nova lista com assinaturas de deputados em seu apoio. A ala bolsonarista conseguiu reunir 28 assinaturas consideradas válidas para tirar do posto o antigo líder, o deputado Delegado Waldir (GO).

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Vazamento de óleo

Mourão voltou a falar sobre o vazamento de óleo que atinge praias do litoral do Nordeste desde o fim de agosto. O presidente em exercício detalhou um pouco mais o reforço dos militares do Exército escalados para ajudar na limpeza das praias.

No início da tarde, Mourão informou que um grupo militares, da 10ª Brigada de Infantaria Motorizada do Exército, em Recife, começou a trabalhar hoje na limpeza das praias. Segundo o presidente em exercício, o grupo é formado por cerca de 5 mil militares, não serão todos os militares que atuarão. O quantitativo dependerá das necessidades apontadas.

“Quem define é o comandante da brigada, de acordo com a tarefa que ele receber. Por exemplo: ‘eu vou ter que limpar 10 praias, então vamos colocar uma companhia de fuzileiros, que são 120 homens em cada uma das praias’”, disse Mourão. Para ele, o emprego de militares do Exército ajuda a dar visibilidade às ações do governo. “O que está acontecendo é tipo assim: a gente está fazendo o trabalho e não está tendo visibilidade, então vamos botar mais visibilidade nisso aí”, acrescentou.

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Sobre a origem do óleo, o presidente em exercício disse que as pesquisas indicam que o produto pode ter origem venezuelana, mas descartou a participação do país vizinho no vazamento. “Os dados dos especialistas, por enquanto, mostram que o óleo seria venezuelano, mas isso não quer dizer que tem a ver com a Venezuela. O óleo venezuelano é vendido para vários lugares do mundo. A grande coisa é que não é nosso”, afirmou Mourão.

Ele acrescentou que, em algum momento, o óleo vai parar de chegar às praias. “Ele vai se esgotar por si mesmo. A questão que a gente vem investigando, há algum tempo, é determinar quem é o responsável.”

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Política
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