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Vai a exposição “Batman 80”? Saiba como melhorar sua experiência

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O Homem-Morcego está completando 80 anos e, para comemorar, o personagem recebeu uma exposição à altura no Memorial da América Latina, em São Paulo. Com itens raros de colecionadores, cenários impecáveis e elementos interativos, a “ Batman 80 – A Exposição ” garante uma experiência imersiva para todas as gerações. O iG visitou o local e explica como ela foi pensada para deixar sua experiência ainda melhor.

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iG Gente/William Amorim

Batman 80


O acervo da exposição se divide em duas coleções: uma é do Márcio Escoteiro, maior colecionador de Batman do Brasil; já a outra é da coleção pessoal de Ivan Freitas da Costa – que é curador da mostra e responsável por essa experiência imersiva no universo do Batman .

“É um trabalho de mais de um ano, mas na minha cabeça existe há 10 anos, desde que eu fiz uma exposição de 70 anos do Batman. Quando pensamos no conceito, chegamos à conclusão de que valia a pena fazer uma coisa muito imersiva e pensamos muito em que narrativa usar”, contou Ivan ao iG .

Um dos cenários mais memoráveis desse personagem é a sombria e tecnológica Batcaverna, que poderia ser o grande clímax da exposição, mas o curador explicou que, dentro da narrativa que criaram, colocar a Batcaverna no final não teria lógica e o grande momento da exposição se tornou a sala de um dos vilões mais conhecidos, e adorados, do universo Batman: o Coringa!

Entenda a narrativa da exposição

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iG Gente/William Amorim

Batman 80

A “Batman 80” segue uma sequência bem interessante que se você souber poderá tornar sua experiência ainda mais imersiva. A ideia é que todos os visitantes se sintam o próprio Bruce Wayne que se descobre como Batman e luta contra grandes vilões.

O visitante começa na Mansão Wayne, onde Bruce recebe seu chamado; na sequência ele vai para a Batcaverna se preparar; o próximo passo é o encontro com o Robin e outros heróis que foram parceiros do Homem-Morcego.

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Depois disso, ele segue para um encontro com o Comissário Gordon, pois o Batsinal está acesso; após a consolidação das informações do que está acontecendo, o herói vai para o Asilo Arkham, que é lotado de vilões, e percebe que o Coringa e a Arlequina não estão por lá.

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Ao sair do asilo, o Batman vai ao encontro da Mulher-Gato para pegar algumas dicas; só então ele encontra a Arlequina e finalmente chega até o covil do Coringa e esse acaba sendo o clímax dessa narrativa, como se fosse o esperado confronto entre os dois. A exposição finaliza com um encontro com o Batman.

O que esperar de cada espaço?

Todos os cenários são ricos em detalhes e contam com pontos de interação. Para garantir as melhores fotos, fique de olho no chão, pois há adesivos que indicam os melhores lugares para você fotografar. Saiba o que encontrar em cada lugar:

Mansão Wayne

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iG Gente/William Amorim

Mansão Wayne

O espaço reproduz a mansão da família Wayne e um dos grandes atrativos são as revistas em quadrinhos que estão expostas nesse local. É possível ver HQs de várias partes do mundo e edições brasileiras raras. É possível interagir com um totem do Alfred que, ao apertar um botão, diz falas com a voz do dublador original. Em outros espaços, também é possível ouvir a voz de outros personagens.

“A dublagem foi feita em etapas, sentimos que a exposição precisava desse tipo de interação. As falas dos personagens são sobre o Batman ou para o Batman e não foram criadas, elas foram tiradas das histórias em quadrinhos. Encontramos os dubladores originais dos desenhos animados, dos filmes, das séries de TV”, comentou Ivan.

Batcaverna

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Batcaverna

O que mais chama atenção nesse espaço é o Batmovel em tamanho real de 1966. Também é possível ver a evolução dos uniformes do Batman e do Robin, além de brinquedos inspirados no Homem-Morcego e o seu tecnológico painel de controle.

Entrando em Gotham City

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Parte dedicada do Robin

Nesse espaço, o visitante vai encontrar muitas coisas do Robin, como ilustrações e itens raros de colecionador, e de outros parceiros do Batman.

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Delegacia de Gotham City

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iG Gente/William Amorim

Delegacia de Gotham City

É possível ver o Batsinal de perto e um mapa da cidade fictícia de Gotham. Também há um telefone que os visitantes podem usar para ouvir uma mensagem e há uma representação do comissário Gordon.

Asilo Arkham

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Asilo Arkham

O espaço é dedicado aos vilões e conta com vários detalhes sobre eles. Além de poder ouvir a voz original de cada um, há uma ficha de cada “paciente” contando o seu histórico.

Mulher-Gato

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Mulher-Gato

No local, é possível ouvir a voz da Mulher-Gato em um telefone e tirar uma foto super divertida em uma estrutura em que o visitante só precisa posicionar a cabeça e o celular nos locais indicados.

Arlequina

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Arlequina

É um espaço pequeno que já prepara o visitante para o encontro com o Coringa. Tem dois lugares para os visitantes tirarem fotos.

Covil do Coringa

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Covil do Coringa

Um dos ambientes mais elogiados da exposição. Explora os sentidos com muitas projeções e elementos, além disso, a voz do Coringa paira sobre o ambiente. Outro detalhe interessante é que em uma televisão fica passando o trailer de “Coringa”, novo filme do vilão que estreia no Brasil em 3 de outubro.

“Dentro da narrativa, esse espaço ganhou uma importância, precisava ser uma sala grande, com muito destaque e fora do padrão do que o visitante já tinha visto até então. É uma sala que tem uma overdose de sentidos porque é uma característica do personagem, ele te tira do seu eixo de equilíbrio. Tem muita gente que sai dizendo que é sua sala favorita”, pontuou o curador.

Encontro com o Batman

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Fim da exposição com o Batman

A exposição termina com o Homem-Morcego em tamanho real e deixa a seguinte mensagem: “Criminosos são supersticiosos e covardes. Então meu disfarce deve ser capaz de levar terror aos seus corações. Devo me tornar uma criatura da noite. Eu devo me tornar um morcego”.

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Batman 80 – A Exposição ” vai até o dia 15 dezembro e funciona de terça a sexta, das 12h às 21h, e nos sábados, domingos e feriados, das 10h às 21h. Crianças até quatro anos não pagam e os valores dos ingressos vão de R$ 17,50 a R$ 45,00. É indicado que a compra seja feita pela internet.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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