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Uhu Nova Iguaçu! Fani Pacheco emagrece mais e mostra corpo na web

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Fani Pacheco emagrece mais a cada dia que passa. Depois de passar por alguns problemas de saúde e virar até mesmo modelo plus size, a ex-BBB
não cansa de mostrar seu novo corpo
. Nesta segunda-feira (22), a loira usou seu Instagram para compartilhar sequência de fotos mais magra.

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Fani Pacheco emagrece e chama atenção em
Reprodução/Instagram

Fani Pacheco emagrece e chama atenção em

Na prima foto, a ex-BBB aparece com shortinho e top enquanto mostras eu novo corpo. Vale lembrar que Fani Pacheco emagrece
graças aos treinos que sempre compartilha nas redes sociais, além de uma alimentação mais saudável. Seus seguidores, é claro, não deixam de elogiar o corpo da bela.

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Fani Pacheco emagrece e chama atenção em fotos
Reprodução/Instagram

Fani Pacheco emagrece e chama atenção em fotos

“Queria ter esse metabolismo”, “Você fica linda de qualquer jeito”, “Quando a beleza vem de dentro”, “Cada dia mais linda” e “Já está com esse corpão de novo”, foram alguns comentários.

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Na segundo imagem, Fani aparece com o mesmo look. “Apaixonada pelas minhas fotos”, escreveu na legenda, voltando a ser elogiada por seus quase 700 mil seguidores da rede social.

Fani Pacheco emagrece e chama atenção


Fani Pacheco emagrece e chama atenção na web
Reprodução/Instagram

Fani Pacheco emagrece e chama atenção na web

Há pouco mais de 2 meses, Fani usou as redes sociais e chamou atenção após aparecer magrinha pela primeira vez depois de ter revelado que chegou aos 80 quilos. A musa exibiu uma cinturinha fininha ao fazer topless usando apenas uma calça jeans.

A imagem chamou grande atenção dos internautas, que escreveram inúmeros elogios para a musa. “Mulherão!”, comentou um. “Você é maravilhosa”, disse outro. “Ela é gata ela”, afirmou mais um. No entanto, o que realmente virou assunto entre os seguidores de Fani foi a sua perda de peso. “Como conseguiu ficar tão magrinha em pouco tempo mulher? Conta pra nós!”, questionou uma fã.

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Contudo, Fani rebateu uma internauta que disse que mulheres como ele “dormem gordas e acordam magras”. “Descobri uma doença. Síndrome metabólica e fiz tratamento com uma médica nutróloga… levei seis meses para emagrecer e agora continuo malhando porque ainda bem que eu amo malhar, e tomar, e comer coisas gostosas no fim de semana”, respondeu.

Fani Pacheco emagrece
e nós ficamos morrendo de vontade de emagrecer junto, né?

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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