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Educação

UFMT não recebeu aviso de suspensão de prazos do Sisu e segue com calendário

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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) disse que não recebeu nenhum comunicado de suspensão dos resultados do Sistema de Seleção Unificado (SiSU). Diante disso, os prazos para matrícula não foram alterados. Porém, a Justiça determinou suspensão de todos os prazos do SiSU e o governo federal, por meio da Advocacia Geral da União já recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pedindo a derrubada da decisão.

 

“Até o momento, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) não recebeu nenhum comunicado de suspensão dos resultados do SiSU por parte do Ministério da Educação (MEC). Sendo assim, o calendário de matrículas divulgado no Central de Ingresso da UFMT permanece inalterado”, disse a UFMT em nota.

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Educação

Carlos Alberto Decotelli pede demissão a Bolsonaro

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Carlos Alberto Decotelli pediu demissão do Ministério da Educação nesta terça-feira (30), cinco dias após ser nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Ele não chegou a tomar posse do cargo — a cerimônia estava prevista para hoje, mas o Planalto informou nesta segunda (29) que o evento foi adiado e não tinha previsão para acontecer.

Conforme apurou a analista da CNN Renata Agostini, o presidente deve aceitar o pedido, mas o ideal seria anunciar a demissão junto do novo sucessor — há uma corrida para uma definição ainda hoje.

Desde o anúncio de que seria o novo titular da pasta, várias partes do currículo do ministro foram desmentidas . A universidade alemã em que dizia ter feito um curso de pós-doutorado negou que ele tivesse qualquer certificado pela instituição. A Universidade de Rosário, na Argentina, na qual ele dizia ter doutorado, veio à público dizer que sua tese não foi aprovada. Também foram encontrados indícios de plágio em sua dissertação de mestrado.

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O presidente Jair Bolsonaro chegou a publicar no Facebook uma nota de apoio à sua indicação na noite de ontem, em que dizia que Decotelli estaria enfrentando “todas as formas de deslegitimação para o ministério”.

Pouco depois, o analista da CNN Fernando Molica revelou que o economista, que se apresentava como professor, nunca teve cargo efetivo na FGV (Fundação Getúlio Vargas), o que teria agravado ainda mais a situação.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que havia um “constrangimento geral” entre aliados do presidente a respeito das inconsistências encontradas no currículo do novo ministro.

Da CNN, em São Paulo

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