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Política

TVAL e Rádio Assembleia transmitem, ao vivo, eleição em MT

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

HAROLDO ASSUNÇÃO / Secretaria de Comunicação

Neste domingo (7), a Rádio Assembleia (FM 89.5) e a TVAL (via satélite e também no canal 29 Full HD Exclusivo) transmitirão, ao vivo, a cobertura jornalística do primeiro turno das eleições no estado – realizada por meio de parceria com o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT). 

“Nossas equipes têm experiência, desde 2010 acompanhamos as eleições desde o começo, para bem informar aos eleitores mato-grossenses sobre a importância de votar e bem escolher seus candidatos, aos quais abrimos espaço para exposição de suas propostas, tudo com absoluta imparcialidade e respeito às recomendações do Ministério Público Eleitoral”, assinala o superintendente da TVAL, Wanderley Oliveira.

Nestas eleições, em parceria com a seccional mato-grossense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MT), importante debate foi realizado entre os cinco postulantes ao Palácio Paiaguás – Arthur Nogueira (Rede Sustentabilidade), Mauro Mendes (DEM), Moisés Franz (PSOL), Pedro Taques (PSDB) e Wellington Fagundes (PR) – com transmissão ao vivo para os 141 municípios mato-grossenses.

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“Também fizemos, ao vivo, entrevistas individuais com cada um dos candidatos a governador, com tempo estritamente igual e mesmo número de reprises em nossa programação”, ressalta Oliveira.

VOTAÇÃO

No dia decisivo do primeiro turno, desde a abertura das seções eleitorais, às 8h, mais de trinta profissionais da emissora – entre motoristas, técnicos, cinegrafistas, repórteres e editores – estarão a postos para informar os telespectadores, até a contagem do último voto.

Ao longo da transmissão, flashes ao vivo sobre os locais de votação e os fatos mais marcantes, inclusive o momento em que cada um dos cinco candidatos for à urna.

APURAÇÃO

Depois do fechamento das seções eleitorais, às 17h, as equipes irão se concentrar no Centro de Eventos do Pantanal para acompanhar a apuração do sufrágio até o resultado final. A transmissão será ancorada pelos jornalistas Anderson Sartori e Osmair Thiago.

A contagem dos votos também será transmitida ao vivo pela Rádio Assembleia – Lucky Marlon fará a apresentação em estúdio, com reportagens de Bruno Pini, trabalhos técnicos de Edilson Peixoto e direção-geral de Jaime Neto. Rádio e televisão também irão transmitir boletins para as emissoras parceiras da Câmara dos Deputados e Senado Federal.

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Em MT, 76 mil alunos desistiram dos estudos na pandemia

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O governador Mauro Mendes (DEM) cobrou nessa terça-feira (26) uma atuação mais firme da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), com respostas objetivas às denúncias que chegam à unidade.

A Deccor foi criada em outubro de 2019 e inaugurada em dezembro daquele ano. Desde então, atua sob responsabilidade do delegado Eduardo Botelho.

O “puxão de orelha” ocorreu após Mendes ser questionado se estava satisfeito com a atuação da delegacia, após ter reclamado do andamento das investigações contra o seu desafeto político, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), quando das eleições municipais de 2020.

Já cobrei isso publicamente. Eles precisam dar mais respostas objetivas, com segurança, sem pirotecnia, com responsabilidade
À imprensa, Mendes afirmou que não cobra que a Deccor dê resposta apenas aos casos envolvendo o emedebista.

“A Delegacia não tem a função de investigar as mazelas do prefeito de Cuiabá. Ela tem a função de investigar toda e qualquer mazela, seja ela da Prefeitura de Cuiabá, qualquer prefeitura, do Governo, daqueles ligados ao ente estadual sobre a qual ela tem jurisdição”, afirmou.

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O governador salientou já ter feito cobranças por resultados não apenas da delegacia, mas do próprio diretor-geral da Polícia Civil, Mário Resende.

“Já cobrei isso publicamente. Eles precisam dar mais respostas objetivas, com segurança, sem pirotecnia, com responsabilidade”, disse.

“Devem investigar toda e qualquer denúncia apresentada e dar efetividade, dar resolutividade. Não dá para engavetar, como nós sabemos que tem algumas denúncias que estão há anos nos bastidores da burocracia e não vão para a frente”, cobrou.

 

G1

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