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Tutores do EAD Cidadania e Controle Social se preparam para o último módulo

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Tutores do curso de extensão Cidadania e Controle Social se reuniram nesta terça-feira (09/07) com as instrutoras do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Isabela Gomes de Paiva e Karina Richter Modelli, para avaliação do módulo anterior e preparação para o início do último módulo da capacitação. Nesse momento, são discutidas estratégias para manter os alunos estimulados, a fim de que eles concluam o curso, adquiram conhecimento e o apliquem em seu dia a dia.

Secretária de Apoio Institucional e Desenvolvimento da Cidadania do TCE-MT, Cassyra Vuolo

Em sua sexta edição, o EAD Cidadania e Controle Social já capacitou milhares de pessoas no seu principal objetivo, que é o de formar um bom cidadão, conhecedor dos seus direitos, cumpridor dos seus deveres, disposto a cobrar qualidade na prestação do serviço público. A avaliação é da secretária de Apoio Institucional e Desenvolvimento da Cidadania do TCE-MT, Cassyra Vuolo. Pensado inicialmente para atender conselheiros de políticas públicas, hoje o curso destina metade das vagas para quem quiser participar.

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Doutoranda pela UFMT, a tutora e jornalista Mírian Barreto destacou a relevância dessas reuniões mensais do grupo, para a troca de informações e experiências, que além de aproximas os tutores, os ajuda a pensar em uma estratégia de direcionamentos dos alunos. “Conhecendo a experiência dos outros tutores podemos ver o que precisa ser melhorado”, disse Mírian.

 Tutores do curso de extensão Cidadania e Controle Social

Funcionando como uma ponte entre a instituição Tribunal de Contas e os tutores, todos vinculados à Universidade Federal de Mato Grosso, a instrutora Isabela Paiva explica que diferente de outros cursos, o EAD sobre Cidadania e Controle Social tem alunos com perfis muito diferentes, de doutores a pessoas com ensino fundamental, de moradores da Capital a moradores de glebas, cujo acesso à internet é difícil. “O contato com os alunos, em alguns casos, é individual”, destaca.

Cada tutor é responsável por cerca de 50 alunos, totalizando 1.000 pessoas, número de vagas disponibilizadas em 2019. O curso tem carga horária de 100 horas/aula e será certificado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Entre os temas abordados no curso estão o funcionamento do Estado, as peças de planejamento e orçamentárias, como PPA e LOA, os instrumentos de fiscalização e a relevância dos conselhos de políticas públicas.

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Fonte: TCE MT
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TCE fiscaliza aplicação dos recursos do Fundo de Erradicação do Trabalho Escravo

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Relator do instrumento de fiscalização, conselheiro interino Moises Maciel
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Assunto:
LEVANTAMENTO
Interessado Principal:
SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO E ASSISTENCIA SOCIAL
Protocolo nº 161012/2019

Pela primeira vez desde a criação da lei que instituiu o Fundo Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Fete), em 2009, o Tribunal de Contas de Mato Grosso realiza um Levantamento para verificar o controle e a execução das despesas provenientes do Fundo. O objetivo é verificar se os recursos do Fete estão cumprindo a sua finalidade, de reparar os danos causados ao meio ambiente do trabalho, aos trabalhadores e à coletividade, por infração aos direitos humanos e aos direitos fundamentais. Por meio de sorteio, o relator do instrumento de fiscalização é o conselheiro interino Moises Maciel.

Segundo a secretária da Secretaria de Controle Externo (Secex) de Administração Estadual do TCE-MT, Adriana Bonilha, o Levantamento foi incluído no Plano Anual de Fiscalização (PAD) 2019 do TCE-MT em razão do ineditismo do tema; por solicitação do Tribunal de Contas da União (TCU), e com base em um inquérito civil instaurado pelo Ministério Público Estadual em 2017. Tanto a denúncia do TCU quanto o inquérito do MPE apuram uso irregular do recurso arrecadado por meio de multas administrativas, acordos ou decisões judiciais, estimado em R$ 1,3 milhão.

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 GcomMT/Maria Anffe

 TRABALHO ESCRAVO
 Trabalhador em condição de trabalho degradante

A denúncia, feita pelo Conselho Estadual Gestor do Fundo de Erradicação do Trabalho Escravo (Cogefete), aponta que o recurso arrecadado está sendo depositado na conta única do Estado (fonte 100) e utilizado pelo Executivo estadual para outros fins, que não o de realizar ações específicas visando a erradicação do trabalho escravo, previstas na Lei nº 9.291/2009, que criou o Fete.

Adriana Bonilha, secretária da Secex de Administração Estadual

Conforme o Cogefete, os recursos do Fundo deveriam ser utilizados para aprovação de convênios e contratos; aprovação de projetos de reconstituição de bens lesados; promoção de eventos educativos ou científicos; edição de material informativo; promoção de atividades e eventos visando a qualificação e reinserção laboral dos trabalhadores resgatados; e exame e aprovação de projetos de modernização administrativa.

Responsável pelo Levantamento (Processo 161012/2019), o auditor público externo da Secex de Administração Estadual, André Luiz de Campos Baracat, explica que embora Mato Grosso tenha inovado ao ser o primeiro estado brasileiro a criar um fundo com recursos para combater a escravidão, nos últimos anos a ideia foi abandonada.

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 LEVANTAMENTO
O trabalho escravo fere o princípio da dignidade da pessoa humana e da liberdade, previstos na Constituição”


André Luiz de Campos Baracat
AUDITOR PÚBLICO EXTERNO 

Além disso, o auditor lembra que Mato Grosso é um dos estados que mais utiliza trabalho escravo no país. Dados da Superintendência Regional de Trabalho de MT revelam que, de 2003 a 2018, foram resgatados 4.366 trabalhadores em situação análoga à escravidão no Estado. “O trabalho escravo fere o princípio da dignidade da pessoa humana e da liberdade, previstos na Constituição”, ressalta o auditor.

Desde a reforma administrativa realizada pela atual gestão estadual, o Fete passou a fazer parte da estrutura da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setacs) – Lei nº 612/2019 e Decreto 145/2019. Até então, o Fundo compunha a estrutura da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).

Fonte: TCE MT
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