conecte-se conosco


Cidades

TSE aponta que 7 dos 11 candidatos ao Senado em MT estouraram limite de gastos na campanha

Publicado

Por G1 MT

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontou que sete, dos 11 candidatos que concorreram à vaga no Senado em Mato Grosso, estouraram o limite de gastos na campanha da eleição suplementar.

O limite para cada candidato é de R$ 3 milhões, que é calculado de acordo com o número de eleitores.

O teto inclui o total dos gastos de campanha, entre eles com cabos eleitorais, materiais publicitários, despesas com transporte a serviço dos candidatos.

O candidato que extrapolar os limites estabelecidos pode ser multado no valor equivalente à quantia excedida.

  • Carlos Fávaro (PSD) Fávaro, que foi eleito com 25,98% dos votos válidos, declarou que teve despesas no valor de R$10.928.483,20. Ele tem 50 anos e é produtor rural. Fávaro ingressou na política em 2005. Foi vice-governador do estado entre os anos de 2014 e 2018, durante a gestão de Pedro Taques.
  • Coronel Fernanda (Patriotas), que foi a segunda mais votada, gastou R$8.234.695,76 na campanha. Ela tem 45 anos, é natural de Cuiabá e entrou na Polícia Militar de Mato Grosso em 1996. É formada em direito e tem especialização em segurança pública, ciências criminais e administração pública.
  • Euclides Ribeiro (Avante), teve despesas no valor de R$10.298.201,92. Ele é de Cuiabá, é empresário e advogado da área de recuperação judicial.
  • Elizeu Nascimento (Partido Democracia Cristã), gastou R$4.223.047,08. Ele é sargento da Polícia Militar de Mato Grosso e nasceu em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. Ele é casado e pai de quatro filhos.
  • Feliciano Azuaga (Novo) declarou que teve R$189.075,96 em despesas. Ele nasceu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, mora em Mato Grosso há 14 anos e é economista, doutor e mestre em economia. O candidato é professor da Universidade de Mato Grosso (Unemat).
  • José Medeiros (Podemos), gastou R$5.219.485,40 na campanha. Ele tem 50 anos, nasceu em Caicó, no Rio Grande do Norte. É formado em matemática, direito e foi agente da Polícia Rodoviária Federal. Ele já ocupou a cadeira de senador de 2015 a 2019, como suplente, e atualmente é deputado federal.
  • Nilson Leitão (PSDB), foi o candidato que mais gastou: R$11.951.336,96. Ele tem 51 anos e é natural de Cassilândia (MS). Já foi vereador e prefeito de Sinop, deputado estadual e também ocupou vaga na Câmara Federal.
  • Pedro Taques (Solidariedade), que é ex-governador de Mato Grosso, declarou ter R$3.553.998,76 em despesas. Ele nasceu em Cuiabá e tem uma filha. Taques faculdade de direito em Taubaté (SP) e depois passou no concurso para procurador da República. Por causa da profissão, morou por alguns anos em São Paulo.
  • Procurador Mauro (PSOL), gastou R$420 mil. Ele tem 45 anos, é procurador da Fazenda Nacional e músico, é formado em direito pela UFMT. Ele já disputou outras eleições a prefeito de Cuiabá, deputado federal, senador e governador
  • Reinaldo Morais, teve R$2.960.848,40 em despesas. Ele tem 49 anos, é natural do Paraná, casado e pai de três filhos. É formado em zootecnia, cursou mestrado na área de nutrição animal, tendo dedicado grande parte da sua vida ao empreendedorismo no ramo alimentício. Foi responsável pelo surgimento dos maiores frigoríficos no país.
  • Valdir Barranco, gastou R$1.221.826,72 na campanha. Ele é biólogo e tem 45 anos. Ele ingressou na política sendo prefeito de Nova Bandeirantes. Foi eleito deputado em 2014 e reeleito em 2018.
Leia mais:  Professores se acorrentam e vaiam Mauro Mendes na frente de ministro
Comentários Facebook
publicidade

Cidades

Prioridade a diabéticos em rede de saúde vira lei em MT

Publicado

Os hospitais públicos e particulares de Mato Grosso deverão oferecer prioridade aos portadores de diabetes dos tipos 1 e 2 em caso de atendimento para a realização de exames que sejam realizados em jejum total e parcial.

A prioridade no atendimento deverá ser equiparada a de idosos, deficientes e gestantes.

Esse benefício será ofertado graças à sanção do governador Mauro Mendes (DEM) a uma lei de autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSDB), apresentada em conjunto com os deputados Dr. João (MDB), Dr. Gimenez (PV), Dr. Eugênio (PSB), Lúdio Cabral (PT) e Paulo Araújo (PP).

A sanção da Lei nº 11.350 foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) que circulou na sexta-feira (30).

O usuário dos serviços de saúde deverá comprovar o diagnóstico de diabetes mediante apresentação de laudo médico que ateste a patologia. Os estabelecimentos de saúde ainda são obrigados a afixar o interior da lei em local visível ao público.

Comentários Facebook
Leia mais:  VG autoriza retomada das aulas presenciais a partir de março
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana