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Mato Grosso

Troca de medidor de energia não pode gerar custo para o consumidor, alerta o Procon-MT

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A concessionária de energia de Mato Grosso vem realizando troca de medidores de energia elétrica em Cuiabá e Várzea Grande e o Procon-MT faz alerta sobre essa mudança, a qual deve acontecer na presença do consumidor e não pode gerar custos a ele. Na troca, a empresa retira o padrão CPREDE, localizado no poste, substituindo pelo modelo caixa tanquinho (caixa de medição blindada próxima à casa). 

O consumidor deve ser informado previamente, de forma clara e objetiva sobre o procedimento e porque ele é necessário. A troca, bem como a leitura do CPREDE substituído, deve ser efetuada na presença do proprietário do imóvel ou responsável, a fim de garantir a transparência do processo.  

Secretária adjunta do Procon-MT, Gisela Simona reforça que essa mudança não pode gerar custos para o consumidor e qualquer procedimento precisa ser pré-autorizado pelo proprietário da residência. “O Código de Defesa do Consumidor estabelece que é direito do consumidor informação adequada, clara e ostensiva sobre os diferentes serviços, com a devida especificação de quantidade, características, composição, qualidade, preço, incluindo possíveis os riscos” (art.6, III e art.30, do CDC).

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O custo só pode ser repassado ao consumidor quando: se tratar de uma nova unidade consumidora ou quando o medidor existente apresentar problemas que colocam em risco  vida e a integridade das pessoas.

Sobre o padrão caixa tanquinho, a coordenadora de Conciliação do Procon-MT ainda orienta sobre a custódia do equipamento, caso este venha sofrer algum dano futuro: “Se a caixa for instalada em via pública, ou seja, na área de calçada, por exemplo, a responsabilidade do equipamento é da concessionária. Entretanto, se a caixa estiver no muro da casa, no limite entre a propriedade e a via pública, então a responsabilidade é do consumidor”.

Posicionamento da Energisa 

Conforme informado pela Energisa, o projeto teve início em 2016 e é realizado conforme identificação de necessidade, priorizando equipamentos que possuem maior urgência de substituição. “Além disso, a troca dentro desse processo não apresenta custo para o cliente”, informou a assessoria de imprensa.

O principal objetivo, segundo a concessionária, é facilitar o acompanhamento da leitura pelo cliente e dar maior segurança às instalações elétricas. “Nossos técnicos passam previamente levantando as unidades consumidoras e informam presencialmente aos clientes e/ou deixando um folheto informativo com as orientações. No dia da troca, caso o cliente não esteja presente, é deixado na residência um comunicado alertando sobre o serviço e a leitura retirada”, diz trecho do e-mail.

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Fonte: GOV MT
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Participação familiar é maior desafio enfrentado por gestores escolares

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O Dia do Diretor Escolar, comemorado nesta terça-feira (12.11), é uma oportunidade para refletir sobre o papel deste profissional que é responsável pela administração e gestão da unidade escolar.

Eleitos pela comunidade escolar, os diretores das escolas estaduais de Mato Grosso têm, entre seus maiores desafios, trazer os pais para para dentro da escola. Para a maior parte dos gestores, esta é uma tarefa difícil, mas compensadora e, principalmente, necessária.

Na concepção da maioria dos diretores, a participação dos pais no dia a dia da escola é fundamental para um ensino de qualidade e ter a escola como referência.

A diretora da Escola Estadual Fernando Leite de Campos, Leyde Laura de Sousa, em Várzea Grande, elencou como prioridade a participação dos pais nas atividades escolares. “Desde a elaboração de meu plano de trabalho, uma das prioridades é buscar o envolvimento da família na escola”, assegura.

Ela considera os resultados excelentes, pois os pais participam das reuniões e vão à escola não apenas para buscar os boletins escolares, eles se envolvem com todas as atividades.

Leyde Laura frisa que na maioria das vezes em que liga para os pais para falar sobre os alunos eles são atenciosos e, ao final, sempre agradecem pela preocupação que a escola tem com os seus filhos.

O maior desafio é justamente com os pais ausentes, cujos filhos encontram-se com desafazem na aprendizagem e na disciplina. “Infelizmente são pais em que ligamos duas, três vezes e não conseguimos contato. Então, acionamos o Conselho Tutelar para tomar as providências. Temos uma porcentagem de pais que não participam. Esse é o nosso alvo, porque a família na escola faz a diferença”, assinala.

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A escola, que está localizada na região central de Várzea Grande, atende 1.240 alunos, do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e do 1º ao 3º ano do ensino médio.

Para Conceição Aparecida Bastos, que há dez meses está à frente da Escola Estadual Nova Chance, que atende 2.800 alunos privados de liberdade, o maior desafio nesse período em que está como gestora foi promover uma gestão participativa e democrática, pautada em uma escola transformadora e libertadora, onde o aluno é parte específica e protagonista do processo de ensino-aprendizagem.

Professora da rede estadual há 28 anos, a diretora destaca que sempre acreditou que a educação é realmente o instrumento mais eficaz de transformação social, de qualificação e inserção, tanto na estruturação de vida quanto no mercado de trabalho.

“Justamente por crer na humanidade, é que vejo o estudo para os alunos privados de liberdade como um novo caminho, uma nova chance para ressocialização, construção e reconstrução de uma nova vida ao se reintegrarem na sociedade. Uma das funções da escola, como um todo, é dar a este aluno, uma chance de mudar e ter um futuro melhor. Estou convencida de que as opções de vida nessas circunstâncias específicas só podem ser melhores por meio da educação, portanto, o papel do gestor nesse processo é imprescindível”, observa.

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O diretor da Escola Estadual Marcio Schabtt Souza, localizada em Lucas do Rio Verde (a 354 quilômetros de Cuiabá), Wellington José Gobi Zarelli, concorda que ser gestor não é uma tarefa fácil, mas é imprescindível para a melhoria das condições de vida das pessoas que passam pela unidade escolar.

“Para mim, o mais prazeroso em ser diretor é servir à comunidade e fazer o possível para garantir as melhorias para esse espaço educacional, ou seja, é fazer o possível para melhorar a condição de vida de quem passa pela escola, mudando tanto a questão cognitiva quanto o contexto social. Ser diretor é dedicar-se ao máximo e mostrar-se à comunidade com respeito e de maneira democrática”.

Em seu segundo ano de gestão como diretor, Wellington Zarelli, que também foi coordenador por oito anos, acredita que a escola é protagonista quando se refere à mudança do contexto social. Por isso, o gestor deve trabalhar para fazer desse espaço um ambiente mais atrativo aos alunos para que os mesmos se integrem cada vez mais à escola e não fiquem em meios vulneráveis.

“A escola é o refúgio para nossas crianças e esse refúgio além de acolher é um espaço que vai moldar esse cidadão para ter desenvoltura tanto na sua vida social quanto nas questões financeiras, ou seja, a escola é um meio para alavancar a vida de qualquer ser que passe por esse espaço”, observa.

Fonte: GOV MT
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