conecte-se conosco


Política

TRE registra 127 ocorrências policiais; 105 por boca de urna

Publicado

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) registrou 127 ocorrências policiais por crimes eleitorais durante as eleições neste domingo (15), em Mato Grosso.

 

O balanço foi divulgado pelo diretor geral do TRE, Mauro Sérgio Rodrigues Diogo, no final desta tarde.

 

Do total das 127 ocorrências, 105 foram por boca de urna; cinco por compra de voto; cinco por tumulto no local de votação; quatro por fraude no exercício do voto, dois por fornecimento gratuito de alimento e transporte coletivo; dois por fake news.

 

Além disso, foram registrados dois casos de violação do sigilo de voto; dois por transporte de eleitor; um por recusa ou abandono do serviço eleitoral sem justa causa e um por injúria eleitoral.

 

Conforme o TRE, uma pessoa foi presa e outras 19 foram detidas.

 

A prisão ocorreu em Cuiabá por corrupção eleitoral.

 

As detenções foram registradas em Cuiabá (2), Várzea Grande (2), Barra do Garças (2), Sinop (9) e Rondonópolis (4).

Leia mais:  Três audiências públicas, CPIs e sessão especial em homenagem a Cuiabá movimentam a semana na ALMT

 

Dos nove casos em Sinop, dois foram feitos a apreensão de dinheiro.

 

Veja:

 

 

fonte: MidiaNews
Comentários Facebook
publicidade

Política

MPE pede que ex-namorado de atiradora e pai sejam investigados

Publicado

por

O Ministério Público Estadual quer uma nova investigação contra o ex-sogro e o ex-namorado da menor que matou Isabele Ramos, no ano passado no Condomínio Alphaville, em Cuiabá. Foi o garoto quem levou a pistola – de propriedade do pai – para casa da então namorada.

O pedido à Justiça foi feito após a defesa dos pais da atiradora anexar no processo novas fotos e vídeos do menor portando arma de fogo.

O recebimento das imagens resultou em um pedido de abertura de investigação em desfavor do pai do garoto em relação ao crime de entrega de armas de fogo a adolescente.

O promotor de Justiça Milton Pereira Merquíades, que assina o procedimento, ainda pediu que as imagens sejam encaminhadas para a Vara da Infância e Juventude de Cuiabá para possíveis providências contra o adolescente.

As imagens mostram o adolescente – que é praticante de tiro esportivo – portando arma de fogo com e sem munição dentro de sua residência e até dentro de um carro.

“Posou em diferentes oportunidades para fotos e vídeos que, segundo a defesa, foram retiradas no interior da residência do menor e em outros locais, nas quais sempre tinha em sua posse arma de fogo, municiadas e desmuniciadas, inclusive, fazendo exibições de técnicas cognitivas e destreza com armas de fogo, pois é praticante de tiro esportivo”, consta em trecho do documento..

Leia mais:  Audiência pública na ALMT debaterá cobrança do Fethab Milho

O porte e posse de arma por adolescentes são vedados pela legislação brasileira. É permitido a menores de idade atiradores apenas portar arma em clubes de tiro apropriado, e com a supervisão de um responsável ou de um instrutor.

“Possível crime”

De acordo com os pais da atiradora, as armas que aparecem nas imagens são do pai do garoto e também de um terceiro.

“Assim, estamos diante de forte indício da prática de possível crime de entrega de armas de fogo a adolescente (artigo 16, § 1º, V da Lei nº 10.826/03) em desacordo com a lei e determinação regulamentar, possivelmente praticado pelo seu genitor […] e até mesmo por terceiros”.

“Pois, repita-se, o manuseio de armas para menores praticantes de tiro somente pode ser feito no clube de tiro apropriado, com a supervisão do responsável ou instrutor”, disse o promotor em procedimento.

O adolescente já foi condenado a prestar serviços à comunidade por seis meses, por ato infracional análogo ao porte ilegal de arma de fogo em fevereiro deste ano, pelo juízo da 2ª Vara Especializada da Criança e do Adolescente..

Leia mais:  Deputados vão discutir empréstimo com o governo, hoje (11)

Já o pai, fez um acordo de transação penal no Juizado Especial Criminal Unificado de Cuiabá, pagou R$ 40 mil a uma instituição de caridade e teve a punibilidade extinta.

O caso

A tragédia aconteceu quando o pai da atiradora, o empresário Marcelo Cestari, pediu que a filha guardasse uma arma – que havia sido levada pelo então genro – no quarto principal no andar de cima.

No caminho, porém, a garota desviou e seguiu em direção ao banheiro de seu quarto, ainda carregando a arma. Lá ela encontrou Isabele, em quem acabou desferindo um tiro.

A Politec apontou que a adolescente estava com a arma apontada para o rosto da vítima, entre 20 a 30 centímetros de distância, e a 1,44 m de altura.

Em janeiro deste ano, a Justiça condenou a atiradora a 3 anos de internação por ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso, quando há intenção de matar. Desde então, ela está internado no Complexo do Pomeri, em Cuiabá.

Os pais da atiradora também respondem pelo caso. Eles foram denunciados pelo Ministério Público Estadual por homicídio culposo, entrega de arma de fogo a pessoa menor, fraude processual e corrupção de menores e aguardam julgamento.

 

 

 

 

 

Fonte: MidiaNews

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana