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Polícia

Traficantes são presos na Capital com drogas sintéticas que seriam comercializadas no Carnaval

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Assessoria | PJC-MT

Uma operação com alvo em dois traficantes envolvidos no comércio de drogas sintéticas foi deflagrada pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Polícia Judiciária Civil, na manhã desta quinta-feira (28.02), em Cuiabá. O trabalho resultou em três pessoas conduzidas, além apreensão de dois veículos e de drogas como ecstasy, lsd, anabolizantes, e medicamentos abortivos.

Os suspeitos Patrike Moro de Castro, 33, e Diego de Lima Datto, 34, foram presos durante cumprimento de mandado de busca e apreensão decretado pela 13ª Vara Criminal de Cuiabá e autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. O terceiro conduzido, T.L.D., 37, responderá a Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por uso de drogas para consumo próprio.

A ação foi desencadeada após a DRE receber informações de que os suspeitos estavam em posse de grande quantidade de drogas sintéticas que seriam comercializadas, em festas raves da Capital, durante o período do Carnaval. Diante da denúncia, o delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, representou pelas ordens judiciais de busca e apreensão domiciliar, cumpridas nos apartamentos dos suspeitos, nos bairros Monte Líbano e Araés.

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Na casa de Patrike, foram apreendidos comprimidos de ecstasy, anabolizantes e dinheiro. No apartamento de Diego, os policiais encontraram ecstasy, lsd, anabolizantes e medicamentos abortivos. No quarto do irmão de Diego, T.L.D., os policiais apreenderam ampolas de anabolizantes utilizadas para consumo próprio. Entre as substâncias apreendidas, estão 69 comprimidos de ecstasy da cor roxa, 41 da cor verde e 02 de cor branca.

As buscas ainda resultaram na apreensão de dois veículos (um Mitsubishi Lancer e um Honda Civic) com resquícios de drogas, demonstrando que eram utilizados no transporte de entorpecentes, além de máquinas de cartão usadas na comercialização ilícita e rádios de comunicação para auxiliar a organização das vendas nas festas.

“O suspeito, Patrike, é dj e usava da função para fomentar a comercialização do entorpecente na ‘balada’. A droga apreendida em poder dos investigados seria comercializada em festas raves da Capital”, disse o delegado Vitor Hugo.

Todo material ilícito encontrado nas buscas foi apreendido e os suspeitos encaminhados a DRE, onde foi lavrado o flagrante de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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