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Toyota RAV4 híbrido surpreende pela economia: faz 14,3 km/l na cidade

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Cauê Lira/iG Carros

Sucesso de vendas nos Estados Unidos desde 2013, o Toyota RAV4 híbrido finalmente chegou no Brasil

Ao menos por fora, o novo Toyota RAV4 perdeu o aspecto enrustido da geração anterior. Era um dos SUVs mais confortáveis para se ter, mas o estilo não agradava ante os rivais mais descolados. Em sua nova geração, o utilitário esportivo médio ganhou linhas mais agressivas e despojadas, além do sistema híbrido que você não encontrará em nenhum dos principais rivais. Mas será que vale a compra?

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Podemos dizer que o SUV japonês mudou de caráter. O modelo que sempre foi uma escolha racional – nas palavras dos donos – se torna um carro híbrido. A categoria ainda sofre um pouco de preconceito no mercado brasileiro, única e exclusivamente pelo fato de ser uma novidade. Neste quesito, fica claro que o Toyota RAV4 será o primeiro híbrido de muita gente.

A ergonomia continua excelente. Os bancos de couro são muito confortáveis, contando com ajustes elétricos para motorista e passageiro. Graças ao bom entre-eixos de 2,69 m, sinto-me à vontade para colocar o assento para trás sem comprometer o espaço para os passageiros do banco traseiro. O habitáculo também agrada com cluster parcialmente digital e o volante multifuncional.

Além disso, o acabamento é de tirar o chapéu. A Toyota caprichou no revestimento macio que cobre todo o painel e as quatro portas. É como se o RAV4 estivesse passando um recado para os SUVs mais caros, como BMW X3 e Volvo XC60. Todos materiais são texturizados e de ótima qualidade.

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É uma pena que o sistema multimídia seja tão primitivo em sua funcionalidade. Apesar da boa tela de sete polegadas, DVD player e todas as conectividades, o RAV4 traz uma interface disforme e pouco intuitiva. 

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Todos os comandos parecem escondidos e leva um tempo para entender que, para conectar o celular, o motorista não deve acessar o menu “celular”, mas sim “configurações”. Sem Android Auto e Apple CarPlay, o recurso de espelhamento é feito pelo Mirror Link. Espero que o novo Corolla conte com um sistema diferente.

Entre outros itens de conveniência, podemos destacar a chave presencial e abertura elétrica do porta-malas de 580 litros com sensor de aproximação. A parte de segurança é um verdadeiro show, com sete airbags, câmera de ré, sensor de estacionamento, controle de estabilidade e assistente de subida em rampa.

Como anda?

Toyota RAV4 arrow-options
Divulgação

O painel do novo Toyota RAV4 híbrido abusa de materiais de boa qualidade. Kit de mídia é empecilho

Com todos esses equipamentos, fico seguro para agredir o pedal do acelerador e atingir os 100 km/h em honestos 8,1 segundos. Ótimo número, considerando que o modelo anterior levava mais de 12. Ao todo, são três motores: um 2.5 com quatro cilindros a combustão de 178 cv de potência e outros dois elétricos para os eixos dianteiro (59 cv) e traseiro (54 cv). De acordo com a marca, a potência combinada é de 222 cv a 5.700 rpm, desenvolvida por meio do câmbio CVT, que simula seis marchas.

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A Toyota sempre deu show com suas transmissões continuamente variáveis e o novo RAV4 não é diferente. As trocas são rápidas, garantindo muita agilidade ao grandalhão de 1.730 kg que não aparenta sentir todo esse peso. A distribuição de força para o eixo traseiro é feita sob demanda.

O uso combinado dos motores proporciona bons números de consumo. De acordo com o Inmetro, o RAV4 pode aferir 14,3 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada, sempre com a combinação entre gasolina e eletricidade.


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O que faltou para o Toyota RAV4 me conquistar por completo? Talvez um visual mais descolado por dentro e um kit de multimídia superior. O Peugeot 5008 – um dos meus SUVs médios favoritos – traz botões que imitam teclas de piano e teto-solar com filetes de LED nas extremidades, além do cockpit configurável 100% digital. O modelo híbrido parte de R$ 165.990, podendo custar R$ 179.990 na versão topo de linha SX que testamos.

Toyota RAV4 Hybrid
Preço: a partir de R$ 165.990 (R$ 179.990 na versão testada, SX)
Motor: 2.5, quatro cilindros, gasolina
Potência combinada: 222 cv a 5.700 rpm
Torque: 32 kgfm a 3.600 rpm
Transmissão: CVT, seis velocidades, tração integral
Suspensão: McPherson (dianteira), braços sobrepostos (traseira)
Freios: discos ventilados (dianteira), sólidos (traseira)
Porta-malas: 580 litros
Dimensões: 4,6 m (comprimento), 1,85 m (largura), 1,65 m (altura), 2,69 m (entre-eixos)
0 a 100 km/h: 8,1 segundos
Vel. máx: 180 km/h
Consumo: 14,1 km/l (cidade), 12,8 km/l (estrada)

Fonte: IG Carros
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Yamaha revela criação elétrica que mistura de scooter, triciclo e patinete

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A Yamaha acaba de revelar um veículo que mistura moto, patinete e tricíclo. Com a filosofia da tecnologia Leaning Multi-Wheeled (LMW), o Tritown se baseia nas motos de três rodas apresentadas pela fabricante — como a Niken — por diversas vezes. Basta cutucar o guidão em uma direção ou outra para que a criação comece a se mover. Ou seja, praticidade e facilidade de dirigir são os seus maiores atributos. Os preços ainda não foram revelados e será voltado principalmente aos mercados da Europa e Japão.

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Yamaha Tritown arrow-options
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Yamaha Tritown une as tecnologias desenvolvidas para as suas motos de três rodas com a micromobilidade

O triciclo da Yamaha possui um motor elétrico de 500 watts que recebe energia de uma bateria de íons de lítio de 380wh. Segundo a fabricante, o Tritown tem uma autonomia de até 32 km, com capacidade de ser recarregado por completo em menos de três horas. A velocidade máxima é de cerca de 25 km/h e pesa cerca de 40 kg. Mesmo que seja compacto, pode ser que não seja — apesar da proposta — tão fácil de ser levado no colo por aí.

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Divisão de motos da BMW também investe na micromobilidade

BMW arrow-options
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Outro patinete elétrico, desta vez que pode oferecer mais praticidade que o da VW: o BMW X2City

Entre outras marcas de motos, a BMW lançou, no início do ano, a nova geração do X2City, patinete elétrico , que pode chegar a 20 km/h e ser utilizado nas ciclovias europeias. A novidade já atende à nova legislação da Europa para esse tipo de veículo, por isso exige um impulso inicial de até 6 km/h para o motor elétrico entrar em funcionamento. Há, também, um pedal na que precisa ser pressionado algumas vezes para que a velocidade aumente. A autonomia é de 30 km.

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De acordo com a BMW, uma carga completa no patinete leva cerca de duas horas e meia. E o veículo ainda oferece uma tomada USB para carregar o celular e conexão Bluetooth para futuros aplicativos. Já à venda na Alemanha, exige, tal como para as bicicletas elétricas , seguro e pode ser conduzido por quem tenha habilitação para pilotar ciclomotores. O preço é de 2.399 euros (cerca de R$ 10 mil), o que é certamente menos do que custará o crossoverzinho da Yamaha .

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Fonte: IG Carros
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