conecte-se conosco


Política

Toninho de Souza participa de primeira reunião como membro da CPI dos Filantrópicos

Publicado

O vereador Toninho de Souza (PSD) participou na tarde desta quarta-feira (05), na Câmara Municipal de Cuiabá, da primeira reunião, oficialmente, como membro da CPI dos Filantrópicos. A Comissão Parlamentar de Inquérito, irá investigar os repasses de recursos da Prefeitura para os 4 hospitais filantrópicos da Capital (Santa Helena, Hospital de Câncer, Hospital Geral e Santa Casa de Misericórdia). Durante a reunião o parlamentar falou sobre o papel da CPI que terá como foco a investigação na Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá, que está fechada há três meses e enfrenta sérios problemas financeiros.
“O que nós temos que trazer à tona é a realidade financeira da Santa Casa, nós já temos documentos da Prefeitura de Cuiabá que comprovam que os repasses à Unidade de Saúde estão em dia, e que já repassaram até dinheiro a mais. Existe claramente um problema de gestão dentro da Santa Casa, o que a CPI vai trazer à tona é onde está o furo financeiro, tentar identificá-lo, precisamos fazer isso até para buscarmos um caminho para uma solução. Não estamos aqui para sacrificar e nem crucificar ninguém, mas queremos entender onde está este furo Financeiro”, explicou.
Toninho de Souza esclareceu ainda que é necessário entender por qual motivo os repasses não são suficientes para manter os gastos da Instituição. “Precisamos saber se o furo está, por exemplo, em cima dos fornecedores ou do excesso dos funcionários, nós ainda não conseguimos compreender isso até o momento. Isso porque os documentos que chegaram à comissão e que eu tive acesso, não são suficientes para termos o extrato dessa situação”.
O parlamentar falou sobre sua missão como membro da Comissão Parlamentar de Inquérito. “Eu vim com a missão de esclarecer essa situação, nós queremos trazer à tona para sociedade e dizer claramente com documentos, onde existe a falha do sistema financeiro da Santa Casa, a Prefeitura está em dia, o Governo do Estado tem cumprido a sua obrigação, o problema é interno, onde está à falha, esse é o desafio da CPI, para isso precisamos da colaboração da Santa casa, para que juntos possamos encontrar respostas para várias perguntas que existem nesse momento”, pontuou.
O vereador lembrou ainda sobre a importância da transparência da gestão para com a sociedade. “O que eu entendo é que a Santa Casa é do povo de Mato Grosso, ela não é particular e nem filantrópica, porque ela é mantida quase que na totalidade com recursos do SUS, a ajuda de Brasília vem por emendas de parlamentares, quando falta este recurso, é pedido dinheiro da população, temos empresários que ajudam a Santa Casa. Portanto nós temos que ter a transparência na prestação de recursos da Santa Casa. Esta é essa colaboração que eu espero da direção, se esse furo não é de responsabilidade de ninguém, é por falta de recursos, tenho certeza que a sociedade vai ajudar, vai continuar ajudando, mas para isso existe um fator importante no meio desta história, que a transparência”, finalizou.
A Comissão irá convocar para esclarecimentos (oitivas), o ex-presidente da Santa Casa, Luís Felipe Sabóia e o tesoureiro à época. O atual presidente Antônio Preza e atual tesoureiro, o secretário Municipal de Saúde e também o coordenador financeiro, representante responsável pela fiscalização dos contratos e a coordenação da Central de vagas. O cronograma das datas de oitivas será divulgado em breve pela Comissão. A CPI dos Filantrópicos é presidida pelo vereador Renivaldo Nascimento, a relatoria é de responsabilidade do vereador Chico 2000 e o membro titular, é o vereador Toninho de Souza.

Verônica Rakel
Assessoria de Imprensa
(65)9-9931-2834

Leia mais:  Projeto que propõe fim do uso de logomarcas nos bens públicos aguarda sanção governamental

Imprimir Voltar Compartilhar:  

Comentários Facebook
publicidade

Política

Bussiki propõe quarentena para ex-secretários firmarem contratos com a prefeitura

Publicado

por

O vereador Marcelo Bussiki (PSB) apresentou um projeto de lei, durante sessão nesta quinta-feira (18), propondo que secretários da Prefeitura de Cuiabá devam cumprir o prazo mínimo de seis meses, após deixarem o cargo público, para prestar serviços diretamente à administração pública. O projeto busca prevenir os conflitos de interesse e impedir que servidores que tenham acesso a informações privilegiadas se beneficiem dessa condição.
A intenção, segundo o vereador, é que esses servidores fiquem impedidos de prestar serviços e possam se valer das informações privilegiadas obtidas, em razão das atividades exercidas, para obter vantagem econômica ou financeira.
“Em nível federal já existe essa lei e nós precisamos delimitar aqui no município de Cuiabá. Queremos impedir que servidores de cargos estratégicos possam atuar na iniciativa privada e usar as informações privilegiadas e até o conhecimento da estrutura da administração pública em benefício próprio ou de terceiros e até empresas. Nossa intenção é mitigar o risco dessas situações ocorrerem”, disse Bussiki.
De acordo com o projeto, devem cumprir o prazo de seis meses os secretários, adjuntos, diretores administrativos, diretores financeiros e servidores DAS de níveis 2 e 3. Eles ficarão impedidos de prestar, direta ou indiretamente, qualquer tipo de serviço a pessoa física ou jurídica com quem tenha estabelecido relacionamento relevante em razão do exercício do cargo que ocupavam.
Além disso, estes servidores não devem aceitar cargo de administrador ou conselheiro ou estabelecer vínculo profissional com pessoa física ou jurídica que desempenhe atividade relacionada à área de competência em que atuavam. Também não podem celebrar com órgãos ou entidades do Poder Municipal contratos de serviço, consultoria, assessoramento vinculados, ainda que indiretamente, ao órgão ou entidade onde tenham ocupado o cargo.
Ainda segundo o vereador, a ocorrência de conflito de interesses independe da existência de lesão ao patrimônio público, bem como do recebimento de qualquer vantagem ou ganho pelo agente público ou por terceiro.
“Um secretário, por exemplo, não pode ter uma empresa que presta serviço à prefeitura ou para outras empresas que mantenham contrato com o Executivo. Então, precisamos normalizar as situações que podem e não podem e aquelas que são classificadas como conflito de interesse. Precisamos resguardar a administração pública”, afirmou Bussiki.
O projeto prevê ainda que a prefeitura estabeleça normas, procedimentos e mecanismos a fim de prevenir ou impedir eventual conflito de interesses. Além disso, caberá à prefeitura avaliar e fiscalizar a ocorrência de situações que configurem conflito de interesses e determinar medidas para a prevenção ou eliminação do conflito.
Após apresentado, o projeto segue para análise das comissões pertinentes e, posteriormente, será encaminhado para apreciação dos vereadores.

Karine Miranda | Assessoria Vereador Marcelo Bussiki

Leia mais:  Botelho dá carta branca a Janaina, que promete “casa em ordem”

Imprimir Voltar Compartilhar:  

Fonte: Câmara de Cuiabá
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana