conecte-se conosco


Política

Toninho de Souza agradece votação e reafirma compromisso com moradores do 1º de Março

Publicado

O vereador Toninho de Souza (PSD) esteve na noite desta terça-feira (16), no bairro 1º de Março aqui na Capital. O parlamentar se reuniu com moradores para agradecer a votação do bairro nas eleições para deputado Estadual e também reafirmou o compromisso com a comunidade de continuar a luta pela pavimentação asfáltica de 100% do bairro, um antigo sonho dos moradores que com a ajuda do parlamentar está se tornando realidade.
A chegada do asfalto no bairro está sendo uma luta do vereador Toninho de Souza, estão recebendo pavimentação asfáltica várias ruas do bairro. A obra aguardada há mais de 27 anos está se tornando realidade para os moradores. Toninho de Souza destacou que o asfalto vai garantir vários benefícios à população.
&nbsp“Os moradores do bairro 1º de Março estão assistindo a concretização de um antigo sonho: a chegada do asfalto às ruas do bairro. Foi um compromisso firmado com a comunidade, retorno aqui para agradecer a votação que tive no bairro e também garantir que as obras serão finalizadas e o sonho do asfalto nas ruas será concretizado”, disse.
Toninho de Souza lembrou ainda que o asfalto vai trazer muitos benefícios para a comunidade.”Com este trabalho muitos benefícios virão para o bairro, desde a saúde à valorização dos imóveis”, explicou Toninho de Souza.
Serão asfaltados cinco quilômetros em dez ruas. A obra terá o custo aproximado de R$5,5 milhões e deverá ser concluída no final de 2018.&nbsp “No primeiro projeto apresentado pela Prefeitura não constava a segunda etapa do bairro, fiz o pedido de inclusão, Emanuel Pinheiro se sensibilizou e agora 100% do bairro terá asfalto”, concluiu Toninho de Souza.
Assessoria de Imprensa

Leia mais:  Indicação propõe mutirão de cirurgias otorrinolaringológicas em 30 cidades

Imprimir Voltar Compartilhar:  

Comentários Facebook
publicidade

Política

Governo Federal sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego

Publicado

por

Medida prevê suspensão de contratos e redução de jornada e salários

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (6) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações.

O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador, para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas.

Esse benefício pago pelo governo é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja, o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro desemprego ao qual teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.

Leia mais:  Indicação propõe mutirão de cirurgias otorrinolaringológicas em 30 cidades

Mudança

Em sua versão original, a MP 936 previa que o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até 60 dias. Já a redução salarial não poderia ser superior a 90 dias. Na Câmara dos Deputados, foi aprovada a permissão para que esses prazos sejam prorrogados por um decreto presidencial enquanto durar o estado de calamidade pública, alteração mantida pelos senadores.

A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, salários acima de R$ 12.202,12. Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana