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Thiago Gagliasso: “Bruno não soube respeitar meu posicionamento político”

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Na noite desta quinta-feira (26), o Na Lata
, canal de Antonia Fontenelle
no Youtube
, compartilhou mais uma entrevista polêmica. Desta vez, o convidado foi o irmão de Bruno Gagliasso, Thiago Glagliasso, que vem chamando atenção devido a seus posicionamentos e desavenças com a família.

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Irmão de Bruno Gagliasso abre o jogo com Antonia Fontenelle
Divulgação

Irmão de Bruno Gagliasso abre o jogo com Antonia Fontenelle

Durante o papo disponível no Youtube, os supostos pesares de pertencer a uma família com sobrenome famoso foram abordados. “Nunca me incomodou essa sombra como as pessoas pensam. Somos pessoas diferentes, mas ele não soube respeitar o meu posicionamento. Envelheci e não sou mais aquele irmão de 10 anos atrás”, disse  Thiago Gagliasso
.

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Ao falar sobre a briga na família devido a seu posicionamento político, Thiago abriu o jogo: “Essas diferenças nossas extrapolaram a partir do momento que ele levou para o lado pessoal de não respeitar o meu posicionamento e de achar que sou um ser humano pior por causa do meu voto, pelo o que eu apoio e acredito”, continuou.

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Thiago Gagliasso solta o verbo!


Irmão de Bruno Gagliasso no Na Lata
Divulgação

Irmão de Bruno Gagliasso no Na Lata

O irmão de Bruno, que assumidamente é eleitor de Jair Bolsonaro, utilizou das redes sociais recentemente para lavar roupa suja com a cunhada. Em conversa com Antonia, ele conta que não se arrepende de postar as conversas acaloradas que teve com Giovanna Ewbank.

“Infelizmente, tive a atitude de publicar isso. Não foi uma atitude correta, mas não me arrependo. Foi necessário. As pessoas na internet mostram uma realidade que talvez não seja a real. Não gostei de ouvir certas coisas. Sou muito grato ao meu irmão, mas chegou o momento em que a gente precisa se afastar pra ele rever seus conceitos e eu rever os meus”.

Thiago falou também sobre o que o motivou a publicar a conversa com Gio: “Não tenho muito o que falar sobre meu relacionamento com  a Gio. Ela se posicionou daquela maneira e tive o meu direito de resposta. Provavelmente ela não deve ter gostado muito”.

Durante o papo com Fontenelle, o ator aproveitou a oportunidade para revelar mais detalhes das discussões que estava tendo com o Bruno: “Quem sabe mais para frente a gente possa sentar como duas pessoas normais. Sem essa de:’você é homofóbico, racista, apoia o Bolsonaro’”.

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Família Gagliasso em pé de guerra


Irmão de Bruno Gagliasso abre o jogo sobre brigas
Divulgação

Irmão de Bruno Gagliasso abre o jogo sobre brigas

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Tendo a mesma mãe, mas pais diferentes, o  Thiago Gagliasso
 ainda relembrou o ciúmes que tinha de Bruno quando pequeno. “Meu pai criou muito o meu irmão. Toda a gratidão que o meu irmão tem a mim, ele tem que ter ao meu pai. Eu lembro de eu ter ciúme e falar: ‘Você gosta mais dele do que de mim que sou seu filho’. Essas coisas de criança”, finaliza.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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