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The Rock completa 47 anos como peça-chave da Hollywood atual

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Neste quinta-feira (02) Dwayne Johnson, mais conhecido como The Rock, completa 47 anos de idade. Consagrado como atleta e consolidado no audiviosual, o artista se aproxima do 50º aniversário
como uma pessoa influente, politizada e híbrida no mercado do entretenimento.

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The Rock
Divulgação

The Rock completa 47 anos consolidado como estrela universal

Recentemente, por exemplo, a revista Time
divulgou a lista das 100 pessoas mais influentes do mundo. Entre líderes e artistas, The Rock
ganhou um espaço para seu enaltecimento.

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Diferente dos virais, a influencia de Dwayne Johnson
não veio do dia para a noite. Ela foi construída em (quase) duas décadas de dedicação à indústria do audiovisual. Desde 2000 no mercado, todo ano ele participou de um longa-metragem, série ou produto televisivo – tudo isso sem deixar seus laços com o espote de lado, claro. 

Entre suas cartadas de maior sucesso estão seu destaque na franquia “Velozes e Furiosos”
, as comédias “O Fada do Dente” e “Treinando o Papai”, além de “Moana” e os mais recentes  “Jumanji”
 e “Arranha Céu: Coragem Sem Limites”
.

  • Híbrido da indústria

Sem morada fixa, o artista
é um dos poucos rostos da atualidade que consegue trabalhar com um variado leque de estúdios. Disney, Pixar, Universal e entre outros. Escalado entre os atores mais bem pagos do planeta, ele prova com a maturidade que é mais que um rostinho bonito, ou melhor, um “corpinho bonito”. 

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Há algum tempo ele falou de política à Vanity Fair
americana e citou sua candidatura ao cargo de presidente. Durante o papo, ele ressaltou que, apesar de gostar da ideia, não tem cacife para arcar com uma responsabilidade deste escalão.

“Infelizmente, não vejo acontecendo (a candidatura) em 2020. É uma posição que exige anos de trabalho duro e experiência para aprender as habilidades. Ainda tem muito o que fazer e, por culpa da minha agenda, não será possível”, analisou ele. 

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Antes do seu 50º aniversário, The Rock
já tem um posto fixo no pódio de atores mais bem sucessidos da atualidade. Sempre aberto a possibilidades, resta saber com o que ele agraciará seu público nesta nova fração de sua vida.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Drama, caos e desespero: Paloma teme perder a filha em “Bom Sucesso”

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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