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Tensão na Globo! Demissões teriam gerado choro e caos nos corredores da emissora

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O fim do dia da última quarta-feira (6) não foi nada tranquilo durante o expediente para os funcionários da Globo. De acordo com a revista Veja , pouco antes das gravações noturnas das cenas de “Bom Sucesso”, surgiram notícias desencontradas de que haveria cortes em vários setores da Globo , mas ainda não tinham os nomes confirmados. 

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Reprodução/Globo

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O pânico e os falatórios teriam sido tantos que até a atriz Ingrid Guimarães teria chorado pelos corredores da maior emissora do país em prol dos colegas de trabalho. Segundo a semanal, uma lista chegou a circular no WhatsApp com nomes de atores, figurinistas e produtores  dispensados.

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Especulações

Diariamente, a empresa notícia em seus jornais como está o panorama de desempregados no Brasil e dessa vez ela é uma das que demitem. Como em toda empresa,  grandes cortes causam muita comoção entre os funcionários .

Mas ainda segundo a revista, os funcionários não foram pegos de surpresa. Há meses está sendo desenhada uma nova estrutura de equipes e funções. As 150 demissões que aconteceram na última quarta podem vir a se repetir nos próximos dias até dobrar, segundo apuração do veículo.

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Nos próximos dias estão previstas reuniões entre a alta cúpula para falar sobre o futuro da empresa. A queda do número de publicidades na emissora pode ter sido um dos motivos que fizeram a Globo diminuir o quadro de funcionários.

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O clima de tensão está a todo vapor no Projac . Especula-se, de acordo com a revista semanal,  que nomes de autores de novelas, grandes diretores e até atores velhos de casa estejam na próxima lista de demitidos.

Especula-se também que os ataques do presidente Jair Bolsonaro contra a Globo sobre a reportagem envolvendo o nome dele ao nome da vereadora Marielle Franco foram o estopim para o declínio da emissora.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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