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Cidades

Tenente simula tiros em porta de Rádio para intimidar mulheres jornalistas

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Durante cobertura das eleições no município de Lucas do Rio Verde (354 km de Cuiabá) duas jornalistas da Rádio Nativa 102.3 sofreram intimidação da parte do tenente Secch, que informou ter recebido denúncia de tiroteio na emissora.

Mesmo a informação sendo desmentida pela locutora Simone Flores, ele exigiu falar com a jornalista priscila Hauer que foi à porta, quando começou a “coação”.

A jornalista Priscila Hauer revelou que, desde o início do processo eleitoral, há 45 dias, a rádio Nativa vem sofrendo intimidação e, numa delas, chegaram a tentar desligar o sinal da emissora.

Neste domingo (15), contou Priscila, a emissora fez a cobertura completa ouvindo os quatro candidatos. Porém, houve demora para entrar a entrevista de um deles e isso acabou motivando a confusão.

Em razão disso, o tenente chegou na empresa tentando tirar satisfação do motivo de não terem entrevistado o candidato. O policial teria dito que fora enviado a pedido do Juízo do Cartório da 21ª Zona Eleitoral.

Priscila disse que tentou verificar a veracidade do documento, se fora mesmo determinação do juiz, mas ao falar com a chefe do Cartório da 21ª Zona Eleitoral, Marcela Ramalho Teixeira Muniz, sofreu outra tentativa de “coação”.

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O comandante da PM de Lucas do Rio Verde disse que os procedimentos desta situação estão sendo conduzidos pelo juiz eleitoral Cristiano.

O militar relatou que não houve nenhum excesso e o próprio Militar apenas obedeceu a determinação do juiz. Eles não vão registrar BO porque foi algo de cunho eleitoral entre o juiz e a pessoa denunciante da emissora de rádio.

Procurado pelo  o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MT) ainda não tem um posicionamento sobre o ocorrido.

 

Por: RepórterMT

 

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Cidades

Teste da vacina Coronavac segue em busca de voluntários em MT

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O estudo clínico ProfisCOV, que consiste na testagem da vacina Coronavac e conduzido em 16 centros pelo Brasil, segue em busca de voluntários em Mato Grosso. O projeto, desenvolvido pelo Instituto Butantan e operacionalizado localmente pelo Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM-UFMT/Ebserh), iniciou os trabalhos no Estado em outubro. A vacina é desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Life Science.

Para tornar-se voluntário, os seguintes pré-requisitos são obrigatórios: ser profissional da saúde com registro em conselho de classe (médico, enfermeiro/técnico em Enfermagem, nutricionista, fisioterapeuta, biólogo, psicólogo, assistente social, biomédico, farmacêutico, bioquímico, dentista, fonoaudiólogo, técnico em Radiologia e terapeuta ocupacional), maior de 18 anos, atuação direta com pacientes de covid-19 e residir em municípios da Baixada Cuiabana: Cuiabá, Várzea Grande, Acorizal, Chapada dos Guimarães, Nossa Senhora do Livramento e Santo Antônio de Leverger. Os candidatos podem ter ou não contraído a doença.

“Até agora, foram atingidos 30% dessa meta. Para agilizar a disponibilização da vacina para a sociedade, o engajamento e participação dos voluntários são fundamentais”, atesta o coordenador local, professor Cor Jesus Fontes. O ProfisCOV conta com apoio logístico e de divulgação das Secretarias de Estado de Saúde (SES) e Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS).

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Além dos indicadores promissores, a Coronavac tem sido reconhecida por sua segurança na literatura científica da área da Saúde. “Até o momento, nenhum evento adverso grave ocorreu durante todo o período de testagem”, frisa o coordenador local.

Para quem tem interesse em participar do ensaio como voluntário, o contato com o HUJM deve ser realizado a partir dos telefones (65) 3615-7319 e (65) 98466-5246, ou WhatsApp (65) 98466-5246. Mais informações também podem ser obtidas através do e-mail: [email protected] e [email protected] Todos os interessados devem responder ao questionário de avaliação disponível na página do Instituto Butantan, pelo link (https://app.profiscov.com/home-public) .

Metodologia e acompanhamento
Cada voluntário receberá duas doses da vacina. A primeira no dia da inclusão na pesquisa e a segunda, entre duas a 3 semanas após. Como será um ensaio randomizado, a probabilidade de receber placebo será de 50%, em relação 1:1, em estudo triplo cego. Nenhum evento adverso grave de relevância foi registrado.

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