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Cidades

Tenente simula tiros em porta de Rádio para intimidar mulheres jornalistas

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Durante cobertura das eleições no município de Lucas do Rio Verde (354 km de Cuiabá) duas jornalistas da Rádio Nativa 102.3 sofreram intimidação da parte do tenente Secch, que informou ter recebido denúncia de tiroteio na emissora.

Mesmo a informação sendo desmentida pela locutora Simone Flores, ele exigiu falar com a jornalista priscila Hauer que foi à porta, quando começou a “coação”.

A jornalista Priscila Hauer revelou que, desde o início do processo eleitoral, há 45 dias, a rádio Nativa vem sofrendo intimidação e, numa delas, chegaram a tentar desligar o sinal da emissora.

Neste domingo (15), contou Priscila, a emissora fez a cobertura completa ouvindo os quatro candidatos. Porém, houve demora para entrar a entrevista de um deles e isso acabou motivando a confusão.

Em razão disso, o tenente chegou na empresa tentando tirar satisfação do motivo de não terem entrevistado o candidato. O policial teria dito que fora enviado a pedido do Juízo do Cartório da 21ª Zona Eleitoral.

Priscila disse que tentou verificar a veracidade do documento, se fora mesmo determinação do juiz, mas ao falar com a chefe do Cartório da 21ª Zona Eleitoral, Marcela Ramalho Teixeira Muniz, sofreu outra tentativa de “coação”.

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O comandante da PM de Lucas do Rio Verde disse que os procedimentos desta situação estão sendo conduzidos pelo juiz eleitoral Cristiano.

O militar relatou que não houve nenhum excesso e o próprio Militar apenas obedeceu a determinação do juiz. Eles não vão registrar BO porque foi algo de cunho eleitoral entre o juiz e a pessoa denunciante da emissora de rádio.

Procurado pelo  o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MT) ainda não tem um posicionamento sobre o ocorrido.

 

Por: RepórterMT

 

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Cidades

Sepultamentos em SP crescem; setor vê risco de faltar caixão

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A média de enterros e cremações nos cemitérios de São Paulo na última semana (221 por dia) cresceu 11% na comparação com os da semana de 11 a 17 de fevereiro (196), segundo o Serviço Funerário. Em relação à semana de 18 a 24 de fevereiro, a alta é de 9,5% (média diária de 200). A Prefeitura diz que os números estão na média: entre 240 no verão e 300 no inverno.

Na capital paulista, representantes do setor não veem explosão de enterros, mas dizem que há redes em outras cidades “perto do colapso”. A demanda maior de sepultamentos e a falta de matéria-prima para caixões, como aço e MDF, preocupam. A Associação dos Fabricantes de Urnas do Brasil vê risco de desabastecimento nacional de caixões.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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