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Técnico do Golden State diz temer que astros da NBA sejam alvo de atiradores

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Steve Kerr ao lado de Stephen Curry arrow-options
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Steve Kerr ao lado de Stephen Curry

Após o massacre de El Paso, que deixou 22 mortos e outros 24 feridos na cidade do Texas, o técnico do Golden State Warriors, Steve Kerr, manifestou sua preocupação com a possibilidade de atletas da NBA sofrerem ataques semelhantes.

Em entrevista ao Mercury News, o treinador tricampeão da NBA , crítico constante do livre comércio de armas nos Estados Unidos, disse que ninguém está livre do risco de um atentado semelhante no país.

“Penso sobre isso o tempo inteiro. Alguém poderia andar em direção à porta do ginásio e abrir fogo contra nós com um (fuzil) AR-15. Issso pode acontecer porque todos nós estamos vulneráveis, quando vamos a um show, à ingreja, ao shopping, ao cinema ou à escola”, ressaltou o técnico do Golden State Warriors .

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Sem citar diretamente o presidente Donald Trump, Steve Kerr fez críticas à segunda emenda da Constituição Americana, aprovada em 1971 e que garante ao cidadão americano o direito de manter e portar armas .

“Cabe a nós, como americanos, exigir mudança da liderança covarde que continua a permitindo que isso aconteça e afirmando que a segunda emenda está fazendo seu trabalho. A segunda emenda é sobre o direito de você se defender. A única coisa que a segunda emenda está fazendo agora é permitir assassinatos em massa. Isso é uma insanidade”, completou o técnico do Golden State.

Antes do início da próxima temporada da NBA, Steve Kerr disputará como auxiliar técnico de Gregg Popovich o Mundial Masculino de Baquete, que acontece de 31 de agosto a 15 de setembro.

Atuais bicampeões, os americanos disputarão a competição sem as principais estrelas da NBA . Ainda assim, é formado por alguns jogadores de destaque da liga, como Kemba Walker, Donnovan Mitchell, Kyle Lowry, Khris Middleton, Jayson Tatum e Kyle Kuzma. O Brasil também participa da competição e está no grupo D, ao lado de Grécia, Montenegro e Nova Zelândia.

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Fórmula 1 cancela GP Brasil este ano em Interlagos

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A Fórmula 1 cancelou hoje (24) o Grande Prêmio (GP) do Brasil que ocorreria em 15 de novembro. Será a primeira vez, desde 1973, que a corrida não será realizada no país. O anúncio feito nesta sexta-feira (24) por meio de nota oficial da  Fórmula One Management, organizadora do evento. 

Além do GP do Brasil no autódromo de Interlagos, também foram cortadas da temporada deste ano outras três provas: Canadá, Estados Unidos e México. As corridas estavam previstas para acontecer entre outubro e novembro, com exceção do GP do Canadá, que seriam em em junho.

O prefeito da cidade de São Paulo, Bruno Covas, comentou a decisão durante coletiva de imprensa sobre a situação da pandemia do novo coronavírus (covid-19), em São Paulo. Covas disse que a prefeitura vai respeitar a decisão dos organizadores da Fórmula 1. No entanto, ressaltou que a capital paulista, em novembro, estará em situação melhor do que nas cidades onde já ocorreram corridas este ano. Covas afirmou ainda que as tratativas pra renovação do contrato da Fórmula 1 em Interlagos no ano que vem continuam. O contrato termina este ano.

No início deste mês, o chefe da Mercedes, o austríaco Toto Wolff, já havia se pronunciado sobre a inviabilidade de realização do GP no país. Na ocasião, ele revelou o teor da conversa que teve com o diretor executivo da F1, o norte-americano Ross Brown, sobre o risco de realizar o GP no Brasil diante do descontrole da pandemia do novo coronavírus (covid-19) no país.

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Por meio de mensagem publicada o Twitter, os organizadores comentaram a decisão.

“Com a pandemia da COVID-19 em curso, significa que, infelizmente, não será possível competir no Brasil, EUA, México e Canadá este ano. Esperamos voltar na próxima temporada para as Américas para fazer um show para nossos fãs apaixonados da região.” e ainda completou em nota publicada no site – “Também queremos prestar homenagem aos nossos incríveis parceiros nas Américas e esperamos voltar com eles na próxima temporada, quando mais uma vez conseguirem emocionar milhões de fãs ao redor do mundo.”

Por meio de nota oficial, a  assessoria de comunicação da empresa Interpub, responsável pelo GP Brasil, disse: “Sobre as notícias divulgadas hoje, 24/07/2020, dando conta do cancelamento do GP Brasil de Fórmula 1 e das demais corridas das Américas, comunicamos que não recebemos até o presente momento nenhuma comunicação oficial da Federação Internacional de Automobilismo e, dessa forma, não poderemos nos manifestar”.

A Fórmula 1 deveria iniciar em março, mas teve de ser adiada por causa da explosão de casos de covid-19 pelo mundo. Ao todo, 15 provas já foram afetadas pela insegurança sanitária, sendo que sete delas (Austrália, Mônaco, França, Holanda, Azerbaijão, Cingapura, Japão, Brasil, Canadá, Estados Unidos e México) foram canceladas. Já outras quatro provas acabaram adiadas (Bahrein, Vietnã, China e Espanha).

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Por outro lado, mais três circuitos foram confirmados para a temporada 2020. Em Nürburgring (GP da Alemanha), acontecerá em 11 de outubro. Já o de Portimão (GP de Portugal) aparece como novidade. Ele foi agendado para 25 de outubro, e será a primeira vez que o Circuito Internacional de Algarve sediará uma corrida de F1. O país não recebia um evento de Campeonato Mundial da categoria desde 1996. Por fim, o de Ímola (GP da Emilia Romagna) está marcado para 1º de novembro, na Itália.

Com o calendário revisado devido à pandemia, os organizadores da Fórmula 1 reiteraram o objetivo de completar o Campeonato Mundial com a disputa de 15 a 18 provas. Inicialmente era previsto 22 circuitos. O encerramento da competição deverá acontecer em dezembro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

Por Rafael Monteiro – Repórter da Rádio Nacional – Rio de Janeiro

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