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Política

TCE cancela eventos da próxima semana por prevenção ao coronavírus

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE) cancelou todos os eventos programados para a próxima semana por prevenção ao novo coronavírus, que tem se espalhado no Brasil e no mundo. O TCE-MT inclusive estuda medidas de segurança preventiva a serem implementadas no órgão. Os eventos permanecerão suspensos até definição de nova data.

Estavam previstos o “Ouvidoria Day”, que seria realizado no dia 16, na Escola Superior de Contas, bem como o “Consciência Cidadã” e o “Gestão Eficaz”, que estavam programados para os dias 19 e 20, no município de Sinop (500 km a Norte de Cuiabá). Nessa quinta-feira (12), a Corte de Contas já havia informado o cancelamento do I Encontro de Governança Pública, que seria realizado no dia 26 deste mês, com a presença do ministro do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes.

Vários Tribunais de Contas no Brasil têm optado pelo cancelamento dos eventos agendados para os próximos dias, como São Paulo, Tocantins, Alagoas, Ceará, Espírito Santo e Santa Catarina.

TJ e MPE

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Nessa quinta, o Tribunal de Justiça e o Ministério Público recomendaram que juízes, servidores, membros e estagiários que tiveram contato com pessoas com suspeita ou que viajaram para países com confirmação de coronavírus trabalhem em casa. Diante desta circunstância, e para evitar contaminações de grande escala, o presidente do TJ, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, determinou que magistrados e servidores que retornarem de férias, poderão desempenhar suas atividades em casa, por até 14 dias. Esse é o período em que a doença se manifesta após a contaminação.

Casos em Mato Grosso

A última nota informativa da Secretaria Estadual de Saúde (SES), divulgada às 16h de ontem, reportava a existência de 6 casos suspeitos de coronavírus em Mato Grosso. Há pacientes sendo monitorados em Araputanga (1), Cuiabá (2), Lucas do Rio Verde (1), Nova Xavantina (1) e Várzea Grande (1). As amostras dos 6 casos suspeitos já se encontram no Laboratório Central do Estado (Lacen) para o início da testagem. Nova atualização será divulgada nesta tarde.

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Política

HMC fecha trimestre com 6,3 mil atendimentos de urgência e 100% de ocupação das UTIs, 60% são do interior do Estado

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Segundo secretário de Saúde, não fosse o HMC sistema já teria colapsado por conta da pademia

As ações de enfrentamento ao novo coronavírus (Covid-19) delineadas pela Prefeitura de Cuiabá fez com que o Hospital Municipal de Cuiabá – HMC, Dr. Leony Palma de Carvalho, que já era referência em atendimentos de média e alta complexidade para os 141 municípios de Mato Grosso, se tornasse a principal ‘fonte desafogadora’ do Sistema Único de Saúde – SUS mato-grossense no atendimentos à outras doenças.

Apenas nos meses de março, abril e maio o HMC atendeu 6.330 pessoas na urgência e emergência e fechou com 100% da capacidade de lotação das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e ainda 2.098 cirurgias de média e grande complexidade. Os dados dão conta de que, no contexto geral, os atendimentos à pacientes de pessoas residentes de outros municípios do Estado chega a 60%.

Segundo o diretor geral da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECS) que administra o HMC, Alexandre Beloto a crescente se dá ao fato de a unidade está atuando em reforço à todas as medidas de enfrentamento a Covid-19, adotadas pelo prefeito.

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“Dentro do plano de enfrentamento ao novo vírus, o prefeito Emanuel Pinheiro optou por deixar o HMC como suporte às outras enfermidades para que os infectados pela Covid-19, não tenha contato contado com outros doentes. Embora nossa demanda tenha aumentado consideravelmente, pois estamos recebendo um percentual altíssimo de não residentes de Cuiabá, estamos, com muito esforço e dificuldade, mantendo o mesmo padrão de acolhimento humanizado que é premissa da gestão atual à todos que buscam nossos atendimentos”, enfatizou Beloto.

Esse desempenho, segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho, aliado ás frentes de trabalho adotadas no combate à pandemia, incluindo o isolamento social, foram os responsáveis pelo não colapso do sistema de saúde até então.

“Esse é o maior reflexo de que Cuiabá sozinha acolhe a maior parcela dos enfermos do estado inteiro. Não fosse essa organização do prefeito Emanuel Pinheiro, a Capital, que já está penalizadas por esse acréscimos intenso nos atendimentos, e está atuando com pouco ou quase zero de respaldo do governo estadual, o sistema de saúde já teria colapsado. Esses números mostram que todos os esforços da gestão estão dando certo e vidas estão sendo salvas, mas, mostram também, que o governo de Mato Grosso precisa olhar com mais carinho para a Saúde, pois sozinha, Cuiabá não dará conta de 141 municípios. Os esforços precisam ser conjuntos, para juntos, saímos dessa pandemia com o menor impacto possível”, finalizou Pôssas.

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