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Polícia

Suspeitos de latrocínio de empresária morrem em confronto com a PM no interior

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No distrito de Brianorte (470 km de Cuiabá), durante operação de buscas em uma área de mata, dois suspeitos, de 18 e 21 anos, um deles apontado como autor do latrocínio da empresária Maria Deusalina Freire Carvalho, ocorrido em São José do Rio Claro (a 313 km de Cuiabá), foram a óbito em confronto com policiais militares.

Antes desse desfecho, os dois suspeitos já haviam entrado em confronto com equipes da PM.  Também em Brianorte, reagiram a uma tentativa de abordagem atirando na direção dos policiais do núcleo local da PM e conseguiram fugir, se refugiando em uma área de mata.

No final da tarde do mesmo dia, já com reforço de policiais da Cavalaria e Força Tática de Nova Mutum, Ciopaer e equipe da Rotam, a operação de buscas aos suspeitos prosseguiu e na tarde de hoje culminou com o outro confronto  em uma nova tentativa de abordagem e prisão, dessa vez com policiais da Cavalaria.

Um dos suspeitos, o de 18 anos, é apontado como autor da morte da empresária Maria Deusalina Freire Carvalho (34), crime ocorrido na noite do dia 23 de junho deste ano, na cidade de São José do Rio Claro, na mesma região. Os suspeitos chegam ao local em uma motocicleta e um deles foi até o balcão do comércio, uma casa de espetinho, e atirou em Deusalina enquanto ela o atendia.

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De acordo com o comandante da Companhia de Polícia Militar de São José do Rio Claro, tenente-coronel Cristyano Vasconcelos, desde a morte da comerciante a PM vinha fazendo buscas na região com o objetivo de prender os suspeitos.

No sábado (27.06), diz TC Cristyano, o suspeito apontado como autor chegou a ser visto em Brianorte, porém a PM só tomou conhecimento na segunda-feira(29.06), quando montou uma operação de buscas com o objetivo de captura-los. Ele já estava com prisão preventiva decretada pelo latrocínio. A PM ainda não dispõe de informações sobre se há participação ou não do segundo suspeito no latrocínio da empresaria. Com eles foram apreendidas duas armas de fogo, um 38 e um 32.

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Polícia

Juiz aumenta valor de fiança a empresário para R$ 52,2 mil

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O juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, alterou a fiança do empresário Marcelo Martins Cestari, 46 anos, referente a sua prisão por porte ilegal de arma, no dia da morte de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos. Em decisão proferida na manhã desta segunda-feira (3), o abono foi fixado no valor de R$ 52,2 mil (equivalente a 50 salários mínimos).

 

“No que se refere à atual situação financeira do averiguado, majoro/reforço, estabelecido pela autoridade policial ao então conduzido, para o patamar correspondente a 50 salários mínimos, totalizando atualmente o importe de R$ 52.240,00”, diz trecho da decisão desta segunda-feira (3).

A quantia é três vezes inferior à primeira decisão do magistrado decretada no dia 15 de julho. Na oportunidade, o juiz determinou o aumento da fiança imposta ao empresário. À época, foi determinado que Marcelo pagasse o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

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Marcelo é pai da adolescente de 14 anos que matou com um tiro, supostamente acidental, a adolescente Isabele Guimarães Ramos, da mesma idade, no dia 12 de julho, no condomínio de luxo Alphaville I, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá.

No dia da morte, Marcelo chegou a ser preso, mas o delegado Olímpio da Cunha Fernandes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que à época investigava o caso, arbitrou fiança de R$ 1 mil. No entanto, dias depois, o titular da 12ª promotoria de Justiça Criminal, Marcos Regenold Fernandes, defendeu que o empresário teria de pagar o valor de R$ 104,5 mil.

Diante disso, o juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, determinou o aumento da fiança imposta ao empresário Marcelo Martins Cestari. De acordo com o magistrado, o homem deverá pagar o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

Entretanto, o desembargador Rondon Bassil Dower Filho suspendeu os efeitos da decisão proferida pelo juiz João Bosco.

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Por: Hipernoticias

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