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Sujou! Joelma ironiza foto de Bruna Marquezine com Shakira: “Joelme-se”

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O show da cantora Shakira
em São Paulo foi no domingo (21), mas os babados continuam repercutindo durante a semana. Nesta terça-feira (23) a ex-namorada de Neymar, Bruna Marquezine, compartilhou uma foto com a colombiana em suas redes sociais, mas quem roubou a cena mesmo foi a cantora brasileira  Joelma
.

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Bruna Marquezine e Joelma brincam na internet
Divulgação

Bruna Marquezine e Joelma brincam na internet

Acontece que ex-musa da Banda Calypso resolveu brincar com Bruna Marquezine
compartilhando a imagem da atriz em sua conta e colocando a seguinte legenda: “Eu e Bruninha! Joelme-se”.

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A brincadeira com Bruna Marquezine


Foto de Bruna Marquezine compartilhada por Joelma
Divulgação

Foto de Bruna Marquezine compartilhada por Joelma

A legenda da loira faz alusão a uma brincadeira que ganhou força no Twitter nos últimos dias e chama atenção dos internautas para sua semalhança com Shakira, esposa do jogador de futebol Gerard Piqué.

Em seguida, após a postagem de Joelma na web, os admiradores da cantora começaram a reagir à publicação. “Pensei que fosse a Shaki”, brincou uma pessoa. “Está a cara da Shaki amore!”, brincou outro seguidor. Já outro internauta afirmou: “Uma vez comprei um CD da Shaki e notei logo de cara a incrível semelhança entre você e ela”.

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Após a interação dos fãs, a loira brincou: “Vocês gostam de uma zoeira, hein”.

A legenda da cantora brasileira (“Joelme-se”) tem a ver com uma foto de Marquezine compartilhada pela atriz no início da semana. Estampando as águas limpídas de Fernando de Noronha, Bruna escreveu nas redes sociais: “Noronhe-se”, o que desencadeou uma série de memes na web.

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Atualmente fora das telas, o último trabalho de forte repercussão de Bruna Marquezine
foi na novela da Globo
“Deus Salve o Rei”, no papel da princesa Catarina. Sempre em alta, a artista ainda não tem um rumo definido, mas especulações apontam que ela deve voltar ao horário nobre em breve. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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