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Só curtição! Juliana Paiva curte folga em meio a cenário paradisíaco

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Juliana Paiva aproveitou o tempo livre em meio as diárias de gravações da novela “O Tempo Não Para”
nesta segunda-feira (29 para colocar o seu bronzeamento em dia e curtir momentos na piscina em meio a um cenário paradisíaco, que mostrava ao fundo o Pão De Acúçar, famoso cartão postal do Rio de Janeiro. 

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Juliana Paiva, no ar em
Reprodução/Instagram

Juliana Paiva, no ar em “O Tempo Não Para”, aproveitou o tempo livre para curtir piscina em cenário paradisíaco

Protagonista da novela
das 19h, Juliana Paiva
exibiu as suas belas curvas à beira de uma piscina com águas cristalinas. O cenário foi completado pelo belo mar carioca, além de um céu azul. “‘Luz do sol Que a folha traga e traduz Em verde novo Em folha, em graça, em vida, em força, em luz’ #RJ #Paz #Amor #Luz”, escreveu a atriz na legenda da foto. 

Os seguidores da estrela no Instagram adoraram o clique e elogiaram a sua pose. “Musa do Brasil. Gata demais.”, disse uma seguidora. “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça!”, disse outra seguidora parafraseando letras da famosa música Garota de Ipanema
, “MARAVILHOSAAAAA”, completou outra fã. 

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Juliana Paiva é destaque na Globo! 


Juliana Paiva é protagonista em
Divulgação

Juliana Paiva é protagonista em “O Tempo Não Para”

A atriz, que recentemente engatou um suposto namoro com Nicolas Prattes, seu parceiro romântico na atual trama das 19h, é uma das jovens atrizes que está conquistando espaço dentro da emissora. No folhetim, sua personagem Marocas é a protagonista, que luta a favor dos direitos das mulheres e da liberdade.  

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Juliana Paiva
começou sua carreira na Globo com participações nas novelas “Viver a Vida” e “Cama de Gato”, em 2009. No ano seguinte esteve em “Ti Ti Ti” e em 2012 foi um dos destaques da temporada de “Malhação” com sua personagem Fatinha, que abriu diversas portas para a atriz na emissora. Logo após protagonizou “Além do Horizonte” (2013), “Totalmente Demais” (2015) e “A Força do Querer” (2017). 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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