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Só 1 a cada 10 brasileiros conseguirá pagar despesas de início de ano

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Um levantamento feito pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) mostra que apenas 11% dos consumidores brasileiros têm condições de arcar com as despesas de início de ano, como IPTU, IPVA e material escolar, com os próprios rendimentos, sem que seja necessário economizar ou fazer reserva financeira ao longo do ano.

 

A pesquisa ainda revela que 22% dos entrevistas não fizeram qualquer planejamento para honrar esses compromissos em 2020.

 

De acordo com o levantamento, para o novo ano, a maior parte dos entrevistados, cerca de 26%, teve de economizar nas festas e nas compras de Natal para conseguir pagar as despesas do início de 2020.

Outros 21% guardaram ao menos parte do 13º salário para honrar seus compromissos, enquanto que 17% disseram ter montado uma reserva ao longo do ano passado para cobrir os gastos no futuro. A pesquisa também revela que 14% dos entrevistados passaram a fazer algum bico ou atividade extra para garantir uma renda a mais.

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Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, avalia que quem já se organizou para este momento está em situação mais confortável do que aqueles que terão de parcelar as despesas. “O recomendável é que o consumidor já tenha traçado no final do ano passado um planejamento das suas despesas sazonais, separando mensalmente uma quantia para essa finalidade. Mas quem ainda não teve tempo ou nem pensou nisso, precisa agilizar a organização para não passar sufoco e manter a disciplina para que as prestações não desajustem o orçamento”, analisa.

 

Compras natalinas

De acordo com um levantamento feito pelo SPC Brasil, na média, o brasileiro que parcelou suas compras de Natal vai terminar de pagar as prestações somente em abril, o que sinaliza um orçamento comprometido para além do primeiro trimestre do ano.

 

Foram entrevistadas 813 pessoas de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais, em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,4 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

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Brasil / Mundo

Ministério da Defesa cancela comemorações do 7 de Setembro em razão da pandemia

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O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, determinou aos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica que orientem suas tropas a não participar dos desfiles relacionados à comemoração da independência do Brasil que acontecem em setembro. O objetivo é evitar a aglomeração de pessoas e o risco de contaminação em meio à pandemia do novo coronavírus.

Procurada pela CNN, a assessoria de imprensa do Ministério da Defesa informou que, como consequência da determinação do ministro, os desfiles de 7 de setembro serão cancelados neste ano. O governo estuda uma comemoração alternativa.

A diretriz ministerial de 5 de agosto, cuja aprovação foi publicada nesta sexta-feira (7) no Diário Oficial da União, “regula a participação das Forças Armadas nas atividades culturais e nos eventos comemorativos alusivos à celebração do 198º Aniversário da Proclamação da Independência do Brasil”.

O Ministério da Defesa é responsável por exercer a direção superior das Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica. Cabe ao Ministério da Defesa a organização dos desfiles em comemoração à independência do Brasil.

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No documento, o ministro lembra que as Forças Armadas estão tradicionalmente envolvidas nos festejos relacionados à Semana da Pátria, que marca a data de emancipação do Brasil, período em que “é estimulada a ampla manifestação dos valores cívicos em todo território nacional, por meio de atividades culturais e solenidades específicas”.

Cautela em razão da pandemia

“Todavia, como é de amplo conhecimento, o País, como considerável parte do mundo, enfrenta a pandemia do ‘COVID-19’, não sendo recomendável pelas autoridades sanitárias a promoção de eventos que possam gerar aglomerações de público, devido ao risco de contaminação”, escreveu.

O ministro destaca ainda que “as condições atuais indicam que tal recomendação deva ainda vigorar durante o mês de setembro, abrangendo, assim, o período de celebração do 198º Aniversário da Proclamação da Independência do Brasil”.

“Em consequência e de acordo com as coordenações realizadas com a Presidência da República, determino aos Comandantes da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira que orientem suas respectivas Forças para se absterem de participar de quaisquer eventos comemorativos alusivos ao supracitado evento como desfiles, paradas, demonstrações ou outras que possam causar concentração de pessoas”, escreveu Azevedo e Silva.

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Comemoração alternativa

Mais cedo, ao chegar ao seu gabinete, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse que os desfiles deste ano “provavelmente” seriam cancelados.

“Provavelmente ele vai ser cancelado. Não é pelo desfile em si, mas pela participação popular, aí gera aglomeração, está fora dos parâmetros da nossa linha de combate à pandemia”, disse Mourão a jornalistas.

O vice-presidente disse que a possibilidade de realização de uma comemoração alternativa “está na mão da Defesa”. “O ministro deve despachar isso com o presidente, mas não passou por mim esse assunto.”

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