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Agricultura

Sisbravet entra em funcionamento para notificação de emergências veterinárias

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Em funcionamento desde 16 de janeiro, o Sistema Brasileiro de Emergência Veterinária (e-Sisbravet), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já tem 725 usuários cadastrados desde o início da operação. A estimativa é chegar a cerca de 3 mil usuários, conforme o diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), Geraldo Moraes.

“Com o sistema, será possível acompanhar as medidas adotadas em uma emergência veterinária, desde a notificação, atendimento até a solução de uma suspeita de doença em animais”, completa o diretor.

Com o Sisbravet, o produtor ganhou mais um canal de comunicação com o serviço veterinário oficial, pois pode entrar na página do Ministério da Agricultura ou na página dos órgãos executores de saúde animal do estado apresentar notificação de suspeita de doença. Essa informação é imediatamente disparada, eletronicamente, para todas as unidades veterinárias responsáveis pela propriedade com os animais sob suspeita. A partir daí, o veterinário irá a campo, o mais rápido possível, para iniciar a investigação.

Cerca de 4.700 veterinários do país poderão abastecer o sistema com dados sobre detecção e atendimento de doenças dos rebanhos com agilidade, evitando a rápida dispersão, reduzindo os custos para os produtores e o risco de perda de mercados externos.

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De acordo com o diretor, o atendimento às doenças é uma das atividades mais importantes de todo sistema de saúde animal. Essa é também uma atribuição dos órgãos executores dos estados. “Para atender rapidamente às suspeitas, é preciso agilidade, já que a propagação é rápida. O Sisbravet veio trazer modernidade para esse processo. Com esse sistema, destinado à contenção da doença, todos ganham”, afirma. 

Hoje a proximidade do produtor com o serviço veterinário oficial é fundamental para esse tipo de trabalho. Quanto mais cedo o serviço veterinário toma conhecimento de suspeita de doenças em animais, mais ágil é a intervenção, evitando um problema mais grave.

Geraldo Moraes alerta que é fundamental o máximo de produtores se inscreverem e utilizarem o Sisbravet, que está aberto para qualquer cidadão fazer a notificação de suspeita. Não precisa de uma inscrição específica. Basta acessar o canal do Ministério da Agricultura e preencher as informações mínimas para que o veterinário oficial possa identificar a propriedade com suspeita de doença. Na notificação, o produtor pode se identificar ou pode fazer uma notificação anônima. 

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Informações à imprensaJanete Lima
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Agricultura

Enchente em SP eleva preços na Central de Abastecimento de Cuiabá

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A enchente da semana passada que atingiu a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), causando prejuízo estimado de R$ 24 milhões na maior central atacadista da América Latina, também trouxe impactos negativos a Cuiabá e região. Os preços de verduras e legumes registraram aumento superior a 35%, na Central de Abastecimento de Cuiabá, em apenas uma semana.

Segundo o técnico da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Luiz Henrique Carvalho, como boa parte da reposição dos produtos hortifrutigranjeiros em Cuiabá vem da Ceagesp, o impacto da chuva por lá aumentou o preço dos produtos aqui. “Como compramos muitos produtos que vem de São Paulo, qualquer problema que lá ocorra, nos atinge aqui. A Ceagesp abriga 30% de tudo que comercializado em centrais de abastecimento de todo o país, e, portanto, qualquer impacto negativo lá, irá atingir não somente a Cuiabá, mas praticamente em todo o país”, comenta Carvalho. O engenheiro agrônomo explica que com a oferta reduzida e a demanda em alta, os preços dos produtos acabaram sendo elevados.

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Segundo levantamento de preços realizado pela Seaf, os itens com alta significativa nos preços são: abobrinha, berinjela, chuchu, jiló, pimenta de cheiro, vagem e a cenoura. O jiló, a pimenta-de-cheiro e a berinjela subiram 40%. A cenoura e o chuchu 50%, a vagem 33%, e a abobrinha 27%.

Há sete dias a cenoura e o chuchu eram vendidos a R$ 40 a caixa com 22kg. Hoje essa mesma quantidade vale R$ 60. O jiló e a pimenta-de-cheiro custavam R$ 50 a caixa com 15kg e 8kg, respectivamente. Passados sete dias subiram para R$ 70. Já caixa com 12 kg de berinjela tinha o valor de R$ 25, e nesta semana passou para R$ 35.  A vagem saltou de R$ 60 para R$ 80 a caixa com 12kg, e a abobrinha de R$ 40 para R$ 50 a caixa com 19kg.

Com a normalização do funcionamento da Ceagesp, que ficou dois dias fechada para o serviço de limpeza, a estimativa é pela normalização do preço dos hortifruti em Cuiabá na próxima semana.

Cotação

A cotação de preços dos 69 principais itens produzidos pela agricultura familiar é realizada semanalmente, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

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