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Mato Grosso

Sindicatos de Polícia Civil se reúnem com secretário de segurança

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Diretores dos Sindicatos de Escrivães, Investigadores e Delegados de Polícia Civil (PJC) se reuniram na manhã desta quinta-feira (10.01) com o secretário de estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, para discutir assuntos de interesse da categoria.

O pagamento do salário dos servidores, questões estruturais das delegacias, condições de trabalho dos policiais e o efetivo pautaram o encontro. Bustamante pediu voto de confiança dos servidores ao governador Mauro Mendes, que já deu prazo para o pagamento dos salários e a opção pelo parcelamento era inevitável.

“Esse primeiro ano será mais difícil, mas o governo vai promover cortes nas despesas e buscar pagar os salários dentro do mês e este é um compromisso do governador. Acredito que em seis meses, após essas mudanças, o fluxo de caixa estará melhor”, disse o secretário de Segurança Pública.

Segundo o presidente do Sindicato dos Escrivães de Polícia (Sindepojuc), Davi Padilha Nogueira, as propostas por parte do secretário são consideradas boas para a PJC. “Tivemos uma ótima impressão das ideias do novo secretário. Acreditamos será ótimo trabalho a ser desenvolvido. Ele se comprometeu a dar seguimento a alguns trabalhos que já existiam como por exemplo a aposentadoria das mulheres, a etapa alimentação e o sobreaviso, além de outros”, explicou.

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Para o presidente do Sindicato dos Delegados (Sindepo), Wagner Bassi Junior, as propostas tranquilizam os servidores. “Nós ouvimos todas as posições do secretário e vamos levá-las para a categoria no sentido de tranquilizá-la e demonstrar a vontade do governo em resolver os problemas”, disse.

De acordo com a presidente do Sindicato dos Investigadores de Polícia (Sinpol), Edleusa Mesquita, a comunicação com o titular da pasta é essencial. “Esse diálogo com o secretário é fundamental para que a gente possa construir junto a resolução dos problemas da segurança pública. Todas as demandas que nós apresentamos aqui, ele recebeu de portas abertas”, destacou.

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Estudantes da Escola Técnica de Lucas do Rio Verde criam projeto para descarte de resíduos sólidos

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Nas últimas décadas, os resíduos de construção e de demolição estão se tornando um dos principais agentes para a poluição ambiental. Pensado nisso, os estudantes do curso técnico em Edificações da Escola Técnica de Lucas do Rio Verde estão desenvolvendo um projeto de separação e destinação correta dos resíduos sólidos da construção civil.

A professora responsável pela disciplina Gestão de Resíduos, Fernanda Rosa explica que o projeto promove a prevenção qualitativa, com a escolha de materiais duráveis ou que possibilitem seu reaproveitamento ou reciclagem. Além disso, ela orienta as empresas para a mudança de hábitos e atitudes diante dos problemas ambientais, estimulando a busca por soluções. “Achamos viável fazer um projeto que oferecesse soluções para o problema dos resíduos sólidos gerados pela construção civil”, afirma.

O projeto começou em fevereiro deste ano e funciona duas vezes por semana. “São pequenas ações que podem fazer a diferença para o nosso planeta”, lembra o aluno Jonilson Dias.

Fernanda conta que os alunos estão construindo maquetes em sala de aula, colocando em prática o que aprendem na teoria. “Diante deste cenário, a viabilização da reciclagem dos resíduos sólidos é imprescindível. A coleta seletiva é um processo que envolve mudança de valores e atitudes, e que, para dar certo, precisa que o cidadão e as empresas estejam conscientes de sua importância”.

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De acordo com ela, o produto reciclado não pode ser usado na estrutura de prédios, mas são perfeitos para casas, pisos, ruas e estradas: “Tudo o que eu posso fazer com material natural eu posso fazer com material reciclado desde que ele seja devidamente trabalhado, estudado para que a gente faça uma dosagem perfeita pra que esse uso seja semelhante”.

O diretor da Escola Técnica, José Mainardi explica que os trabalhos relacionados à preservação do meio ambiente são de suma importância para educar as novas gerações sobre a necessidade do cuidado com o planeta. “Nossa intenção é formar multiplicadores. Eles aprendem e repassam para os outros profissionais. A intenção é que esse público acabe com velhas práticas, que terminam por danificar o meio ambiente”.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Resíduos da Construção Civil (Abrecon), o Brasil tem 310 usinas de reciclagem. Há espaço para muito mais. “Somente 36% dos municípios têm um plano efetivo, tem previsto o uso preferencial do agregado, esse é um dos grandes gargalos que a usina tem”, diz Hewerton Bartoli, presidente da Abrecon.

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Fonte: GOV MT
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