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Sinais prévios ao divórcio de Charles e Diana se repetem com William e Kate

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Atravessando séculos de existência, a monarquia britânica é uma das poucas que continuam bem estabelecidas na modernidade. Cheia de protocolos, tradições e hierarquias, a infidelidade matrimonial não é um elemento novo para a Família Real.

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Sinais que precederam o divórcio de Charles e Diana e que estão se repetindo com William e Kate
reprodução / Twitter

Sinais que precederam o divórcio de Charles e Diana e que estão se repetindo com William e Kate

Nos últimos dias, rumores de que o Príncipe William traiu Kate Middleton  ganharam força nos tablóides britânicos.  As informações ganharam mais musculatura quando declarações de fontes próximas à Família Real e fotos surgiram nos tablóides ingleses.

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Apesar de a infidelidade não ser algo novo na monarquia, para William todo este turbilhão pode soar familiar, já que ele vem apresentando alguns dos sinais que seu pai, Charles, apresentou no tempo que precedeu o divórcio com Diana.

Casamento feliz e vinda dos filhos

Sinais que precederam o divórcio de Charles e Diana e que estão se repetindo com William e Kate
reprodução / Twitter

Sinais que precederam o divórcio de Charles e Diana e que estão se repetindo com William e Kate

Como Charles e Diana, os primeiros anos de casamento de Kate e William foram amplamente celebrados pela imprensa mundial e, principalmente, pelo clã principal da realeza, os Windsor-MountBatten. Ambas plebeias, advindas de famílias abastadas, foram aceitas de bom grado pela grande matriarca da nobreza, a Rainha Elizabeth II.

Com o tempo vieram os bebês. No caso de Charles, William nasceu em junho de 1982 e Harry, em setembro de 1984. Sempre incentivando a imagem de mãe dedicada, a Princesa de Gales organizava a agenda dos filhos e programava atividades ao ar livre com eles.

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Bem recebida pela nobreza, em seus primeiros anos de união, Kate deu à luz a três filhos: George em julho de 2013; Charlotte em maio de 2015; e Louis em abril de 2018. Como sua ex-sogra, ela organizou uma série de passeios públicos com seus filhos.

Ícone fashionista

Sinais que precederam o divórcio de Charles e Diana e que estão se repetindo com William e Kate
reprodução / Twitter

Sinais que precederam o divórcio de Charles e Diana e que estão se repetindo com William e Kate

Nos encontros públicos, Diana usava vestidos de amigos estilistas, como Catherine Walker e Gianni Versace. Além de Dior, Chanel e marcas que, graças a ela, tiveram ainda mais projeção.

Mais discreta, Kate não chegou aos pés do fenômeno fashion que a Princesa de Gales foi, mas já chamou muita atenção por seus modelitos e por repeti-los em algumas ocasiões, o que, além de se provar seu bom gosto, mostrou um lado mais humano dos nobres – motivo este que colocou Lady Di no radar da imprensa mundial.

Rumores de traição

Sinais que precederam o divórcio de Charles e Diana e que estão se repetindo com William e Kate
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Enquanto os filhos cresciam, a vida conjugal de Diana desandava. Em uma ocasião ela chegou a relatar com seu assessor de oratória, o ator Peter Settelen, que nos primeiros anos casada a relação com Charles já era “fria e sem amor”.

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À época, os rumores de que Charles estaria tendo um caso extraconjugal era o foco da imprensa britânica, apesar de não terem provas. Posteriormente, Camilla (a amante) falou sobre essas traições ao The Sun . A prometida do príncipe relatou que “foi uma época perturbadora” e que não colocaria seu maior inimigo no mesmo lugar.

Com William, a imprensa está agindo da mesma maneira: colhendo informações com fontes próximas do clã, analisando comportamentos e pequenos detalhes do cotidiano.

Símbolos

Sinais que precederam o divórcio de Charles e Diana e que estão se repetindo com William e Kate
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Sinais que precederam o divórcio de Charles e Diana e que estão se repetindo com William e Kate

Falando em pequenos detalhes. Em meados de 1980, Charles passou a usar uma abotoadura com as letras “Cs”. Para a mídia, a sigla significava “Charles e Camilla”.

Por outro lado, William sofre com a falta de um símbolo. Recentemente, Rose Hanbury, a Marquesa apontada como affair do Príncipe fez uma aparição sem aliança, o que alimentou a deliberada onda de notícias sobre o suposto caso entre os dois.

Dormindo em quartos separados

Sinais que precederam o divórcio de Charles e Diana e que estão se repetindo com William e Kate
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Sinais que precederam o divórcio de Charles e Diana e que estão se repetindo com William e Kate

Com a chegada dos anos 90, segundo a BBC , o relacionamento de Charles e Diana era inexistente. Embora eles permanecessem um casal em público, ele ficou morando em Highgrove, e ela se mudou ao Palácio de Kensington. A imprensa notou o distanciamento do casal e o constrangimento deles quando estavam juntos. Com evidência de infidelidade, começou a ficar óbvio que o casamento havia acabado.

Recentemente, uma fonte próxima da nobreza comunicou ao In Touch que, além de ser ríspido e tratar Kate como empregada, o Príncipe não dorme na mesma cama que sua esposa. Eles ainda moram sob o mesmo tempo, mas dormem em cômodos diferentes.

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Alinhando os sinais, que podem não ser iguais, mas são muito próximos, o casamento de Príncipe William e Kate Middleton pode estar com os dias contados. Caso se concretize, o divórcio dos nobres será um dos mais rumorosos da Família Real dos últimos anos.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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