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Simaria tranquiliza fãs ao falar sobre sua saúde: “Estou me cuidando”

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Na tarde desta segunda-feira (22) Simaria, da dupla com Simone, usou a ferramenta Stories do Instagram
para exibir sua beleza em um vídeo, na intenção de tranquilizar os fãs sobre seu estado de saúde.

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Simaria usou o Instagram para atualizar os fãs sobre sua saúde
Reprodução/ Instagram

Simaria usou o Instagram para atualizar os fãs sobre sua saúde

Tratando da tuberculose
ganglionar, que foi diagnosticada em abril,  Simaria
atualizou os seguidores dizendo que passa bem e mantém a rotina de malhação. “Bom dia, amores. Passando para dizer a vocês que estou em casa, acabei de tomar meus medicamentos. Continuo aqui, mais tarde vou malhar. Estou me cuidando”, disse a cantora.

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Há pouco tempo a dupla voltou a fazer shows, depois de quatro meses com a morena afastada por conta da doença. No entanto, o retorno durou pouco e a sertaneja segue longe dos palcos para cuidar da sua saúde. 

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Simaria fala sobre a doença


Simone e Simaria em entrevista para Luciana Gimenez
Reprodução/RedeTV!

Simone e Simaria em entrevista para Luciana Gimenez

Em agosto, em entrevista para Luciana Gimenez, a cantora revelou que não é a primeira vez que ela teve a tuberculose ganglionar, e disse que não teve orientação médica correta da primeira vez em que ficou doente.

“Não é a primeira vez que eu tenho tuberculose. A primeira vez foi bem pior. Por que a gânglio sai para fora e todo dia tinha que ir para o hospital. E eu não tive a orientação para me afastar dos palcos por mais tempo. Fique um mês afastada e voltei para estrada doente”, contou ela.

Segundo a cantora, os médicos da época não a alertaram que poderia haver uma reativação da doença: “Eu esqueci que eu tive essa doença. Por que como eu não fui orientada para não continuar a trabalhar durante o tratamento da primeira vez. Assim, a doença me pegou de novo”, explicou a artista.

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Simaria também aproveitou o momento para desabafar sobre a fragilidade do ser humano: “Às vezes as pessoas acham que porque a gente é artista, não passa por essas coisas, mas a gente fica doente igual”, comentou.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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