conecte-se conosco


Entretenimento

Silvio Santos ajuda participante que caiu em sua frente: “finge que não doeu”

Publicado

Silvio Santos levou um susto durante seu programa
  no
SBT

no último domingo (21). Quando o apresentador foi interagir com a plateia, como de costume, uma das mulheres que estava na atração acabou levando um tombo bem em sua frente.

Leia também:Silvio Santos afiado! Confira alfinetadas que o apresentador deu na RecordTV


Silvio Santos
Reprodução

Silvio Santos

“Oi, oi, levanta! Oi, levanta! Finge que não doeu nada”, disse Silvio Santos
que caiu na gargalhada, mas logo em seguida estendeu a mão para ajudar a participante a se levantar.

Leia também:Silvio Santos revela que prefere as novelas da Globo: ” elas têm sacanagem”

A mulher que se chamava Josilaine e havia se levantado para participar de um jogo da memória, ficou extremamente sem graça e também acabou rindo da situação. Logo após do ocorrido ela ainda tentou adivinhar o quadro e ganhou R$ 20 por sua participação na brincadeira no SBT.
Veja o vídeo:

Silvio revela onde quer que joguem suas cinzas


Silvio Santos
Reprodução

Silvio Santos

Durante o programa Silvio ainda falou sobre morte no “O Jogo dos Pontinhos” e revelou onde gostaria que suas cinzas fossem jogadas. A pergunta foi direcionada à Patrícia Abravanel era: “Se você fosse cremada, onde gostaria que suas cinzas fossem jogadas?”.

A filha do dono do SBT
respondeu: “No mar, assim, jogadas ao vento e cair num mar maravilhoso. Mas que papo chato é esse, hein? Eu quero viver muitos anos e acho que nem cremada quero ser”, disse.

Silvio Santo
s foi mais descontraído e respondeu tirando risos da plateia. “Quero que me minhas cinzas sejam jogadas no auditório do Ratinho”, afirmou o apresentador.

Comentários Facebook
Leia mais:  “Será como um resumo”, diz Daniel sobre nova turnê comemorativa “Versões de mim”
publicidade

Entretenimento

A Voz do Brasil faz 85 anos

Publicado

O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

Leia mais:  Fábula luso-brasileira “Diamantino” se ergue sobre sátira a Cristiano Ronaldo

Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Morre modelo que passou mal e desmaiou durante desfile do São Paulo Fashion Week

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana