conecte-se conosco


Polícia

Sesp e MJSP iniciam Operação Integrada Vigia no Pantanal e na Fronteira

Publicado

Débora Siqueira | Sesp-MT

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), em parceria com a Secretaria de Operações Integradas do Ministério de Justiça e Segurança Pública, iniciou nesta quarta-feira (10.07) a Operação Integrada Vigia, uma ação ostensiva continuada com patrulhamento terrestre e fluvial das forças policiais das Regiões Integradas de Segurança de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e Pontes e Lacerda. O objetivo é coibir os crimes e delitos típicos da região de fronteira, como contrabando e tráfico de drogas.

Na região de Poconé, o Batalhão de Polícia Militar Ambiental vai atuar junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) na região da Transpantaneira. Já o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e a Delegacia Especial de Fronteira (Defron), vão atuar com policiais nas quatro RISPs junto com outras equipes policiais em pontos diretamente ligados à fronteira, seja por terra ou por água com uso de barcos.

Além das equipes citadas, a operação também deverá ter apoio da Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros, Politec, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Forças Armadas, prefeituras municipais, fiscais de meio ambiente e vigilância sanitária.

Leia mais:  Ações de combate ao bullying são desenvolvidas pela Polícia Civil de Alto Boa Vista

A ação ostensiva deve ocorrer até o fim do ano.

Fonte: PJC MT
Comentários Facebook
publicidade

Polícia

Equipe Especial interroga esposa de cabo em investigações das interceptações ilegais

Publicado

por

Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil, por meio da Equipe Especial, designada exclusivamente para conclusão dos inquéritos sobre as interceptações ilegais, ouviu em interrogatório, na tarde desta quarta-feira (18), a esposa do Cabo Gerson Correa, para esclarecimentos sobre questões apuradas nas investigações.

A delegada Ana Cristina Feldner informou que a mulher (E.M.O) aparece em algumas situações, como assinatura de fiadora no contrato de locação da sala usada para fazer as escutas ilegais, além da conta de internet usada no escritório clandestino estar em seu nome. Também por ter levado um aparelho celular ao cabo quando ele estava preso na Rotam. E ainda sobre a origem de um valor de R$ 35 mil, emprestado pelo cabo a um amigo.

Conforme a delegada, todas as informações serão analisadas, inclusive se  a mulher  tinha conhecimento e envolvimento com a organização criminosa investigada. Ela  alegou que acredita na inocência de seu marido.

Fonte: PJC MT
Comentários Facebook
Leia mais:  Diretores da PJC e Sesp participam de reunião com empresas de Defensivos Agrícolas
Continue lendo

Deixe sua Opinião

Como você define o governo de Mauro Mendes, até agora ?

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana