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Polícia

Sesp aplica R$ 400 mil em diárias para garantir segurança do pleito

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No primeiro turno foram presas 17 pessoas e no segundo 16, por crimes como boca de urna e compra de votos.

Thalyta Amaral | Sesp-MT 

Com cerca de 3.600 servidores que fizeram jornada extra para atuar em cada um dos turnos nas eleições deste ano no estado, a Secretaria Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) encerrou a operação para as eleições com tranquilidade e poucas ocorrências. Para que as ações fossem realizadas nos 141 municípios, foram gastos R$ 400 mil em diárias dos servidores nos dois turnos das eleições, que incluem alimentação e estadia para os agentes que trabalharam fora da sua região de atuação.

Em cada turno das eleições, atuaram servidores da Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) em todas as regiões do estado, além dos turnos normais que já estavam escalados antes das eleições.

Nesse pleito eleitoral também foi utilizado pela primeira vez o monitoramento digital para prevenção e combate de crimes motivados pelas eleições, mas não foi registrado nenhuma ocorrência desse tipo. No primeiro turno foram presas 17 pessoas e no segundo 16 pessoas, por crimes como boca de urna e compra de votos.

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“As eleições transcorreram de forma pacífica e sem grandes conflitos em Mato Grosso. O policiamento atendeu às expectativas e conseguiu atuar para que a população pudesse votar com tranquilidade e ter o seu direito garantido. Conseguimos realizar essa ação com o menor custo possível e o balanço dessa operação é muito positivo”, afirma o secretário da Sesp, Gustavo Garcia.

 

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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