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Mato Grosso

SES promove evento para discutir ações do Setembro Amarelo

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Com o objetivo de discutir sobre os fatores de risco, formas de diagnóstico e tratamento da formação do pensamento suicida, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) promoveu nesta quinta-feira (05.09) o 2° Encontro Intersetorial sobre Suicídio.

O evento aconteceu no Auditório da Universidade de Cuiabá e reuniu profissionais, estudantes e professores da área de saúde que trabalham no tratamento e desenvolvimento de estudos que tratam da situação psicológica e mental do suicídio. O encontro faz parte das ações da campanha do Setembro Amarelo, mês de intensificação das discussões de prevenção ao suicídio.

“Este é um momento para discutirmos a questão do suicídio, que vem aumentando em todo o mundo. Desde o ano passado, nós estamos articulando ações com os setores da sociedade que trabalham na área para promover atividades que possam reduzir em pelo menos 10% os casos de óbitos causados por suicídio”, disse Daniela Bezerra, servidora da Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde da SES-MT.

De acordo com os dados do Boletim Epidemiológico da SES-MT, Mato Grosso registrou um aumento na taxa de mortalidade por suicídio. Em 2016, foram contabilizados um total de 178 mortes. Em comparação ao ano anterior, o número de suicídio subiu, visto que os resultados mostram que, em 2017, foram 194 casos. Em 2018, houve um salto para 216 mortes registradas por suicídio.

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Ainda de acordo com o documento, as mulheres cometem mais tentativas de suicídio em comparação aos homens. Porém, o número de óbitos entre homens é maior, 78.3%, em relação as mulheres, que é de 21.78%. Outro importante dado tem relação com a faixa etária, que indica que os jovens estão na linha de risco. Para ambos os sexos, os jovens de 15 a 29 anos foram os que mais cometeram suicídio.

O suicídio é um fenômeno complexo que pode afetar indivíduos em diferentes fases e situações da vida. Neste caso, não é possível determinar um único fator, é necessário observar alguns sinais que são manifestados em uma crise suicida, como sofrimento, manifestações verbais para chamar a atenção de amigos e pessoas próximas.

Todos os fatores de riscos foram debatidos durante o encontro, que apresenta variadas temáticas para a construção de ações que possam promover a melhor forma de prevenção ao suicídio e reverter os dados negativos.

Atendimento pelo SUS

As Unidades Básicas de Saúde e Policlínicas têm, de diferentes formas, equipes de saúde que podem acompanhar pessoas em sofrimento mental. Caso seja necessário um serviço especializado em saúde mental, os próprios profissionais encaminharão e farão a regulação pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

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Há municípios que possuem CAPS (infanto-juvenil, para transtornos mentais e dependência química), que são serviços especializados que não exigem regulação ou encaminhamento, são unidades de portas abertas. O paciente pode ser levado diretamente para essas unidades, em horário comercial.

Telefones úteis à população

SEAC – Setor de Atendimento à Crise: (65) 3661-1990
Unidade 3 do CIAPS Adauto Botelho: (65) 3661-4381
Emergência Samu – 192;
Centro de Valorização da Vida – CVV 188 (ligação gratuita)

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Mato Grosso

Governo de MT não aumentou imposto do gás de cozinha; deputado espalha fake News

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O Governo de Mato Grosso tem o índice de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o gás de cozinha mais baixo do país. A tributação do Estado é de 12%, sem qualquer aumento da alíquota nos últimos anos.

No entanto, o deputado estadual Faissal Calil espalha fake News em suas redes sociais ao dizer que o governo aumentou a alíquota do imposto. O que é mentira!

A composição do preço do gás de cozinha no Estado é de 12% do ICMS; 38,7% é o índice da revenda e lucro pelas distribuidoras; e 49,3% é o valor cobrado pela Petrobrás.

A margem de lucro bruta praticada pelas empresas em Mato Grosso é de R$ 38, enquanto a média nacional é de R$ 20.

Além de Mato Grosso, também mantêm alíquota de 12% do ICMS, os Estados do Amapá, Bahia, Goiás, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal.

Os Estados com o ICMS mais caro são Alagoas, Amazonas, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, com 18%.

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Fonte: GOV MT

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