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Agricultura

Serviço de Inspeção Federal completa 105 anos

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Responsável por assegurar a qualidade de produtos de origem animal, comestíveis e não comestíveis, destinados ao mercado interno e externo, o Serviço de Inspeção Federal (SIF) completa nesta segunda-feira (27) 105 anos de existência.

O serviço foi instituído pelo Decreto nº 11.462 de 1915. Os consumidores reconhecem o serviço por meio do selo SIF, que aparece nos rótulos de vários produtos como requeijão, iogurte, carnes, ovos e outros, garantindo de que foram inspecionados e estão aptos para o consumo.

Reconhecido mundialmente, o SIF garante a certificação sanitária dos produtos, protege a saúde pública do consumidor brasileiro e atende aos requisitos sanitários exigidos pelo mercado internacional para a exportação, movimentando a economia nacional.

“Só em 2019, mais de 5 bilhões de animais foram inspecionados. Até receber o carimbo do SIF, o produto passa por diversas etapas de fiscalização e inspeção realizadas pelos auditores fiscais federais agropecuários que verificam se o produto atende aos requisitos mínimos de qualidade e segurança para o consumo”, destaca a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério, Ana Lucia Viana.

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Atualmente, o SIF tem atuação em 3.711 estabelecimentos nacionais e 8.779 estabelecimentos estrangeiros cadastrados, todos sob a supervisão do Dipoa, que somados detêm mais de 98 mil rótulos de produtos registrados.

A abertura de novos mercados em 2019 permitiu que o Brasil exportasse carnes, lácteos, mel, pescados e os derivados desses produtos para 194 países diferentes. Ao todo, foram exportadas 25 milhões de toneladas de produtos de origem animal, tornando o país um dos principais exportadores mundiais.

“Temos um Serviço confiável e de vital importância para o país, com grande representatividade no agronegócio, que garante alimentos seguros para o consumo nacional e internacional”, enfatiza a diretora.

Informações à imprensa[email protected]

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Agricultura

Enchente em SP eleva preços na Central de Abastecimento de Cuiabá

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A enchente da semana passada que atingiu a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), causando prejuízo estimado de R$ 24 milhões na maior central atacadista da América Latina, também trouxe impactos negativos a Cuiabá e região. Os preços de verduras e legumes registraram aumento superior a 35%, na Central de Abastecimento de Cuiabá, em apenas uma semana.

Segundo o técnico da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Luiz Henrique Carvalho, como boa parte da reposição dos produtos hortifrutigranjeiros em Cuiabá vem da Ceagesp, o impacto da chuva por lá aumentou o preço dos produtos aqui. “Como compramos muitos produtos que vem de São Paulo, qualquer problema que lá ocorra, nos atinge aqui. A Ceagesp abriga 30% de tudo que comercializado em centrais de abastecimento de todo o país, e, portanto, qualquer impacto negativo lá, irá atingir não somente a Cuiabá, mas praticamente em todo o país”, comenta Carvalho. O engenheiro agrônomo explica que com a oferta reduzida e a demanda em alta, os preços dos produtos acabaram sendo elevados.

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Segundo levantamento de preços realizado pela Seaf, os itens com alta significativa nos preços são: abobrinha, berinjela, chuchu, jiló, pimenta de cheiro, vagem e a cenoura. O jiló, a pimenta-de-cheiro e a berinjela subiram 40%. A cenoura e o chuchu 50%, a vagem 33%, e a abobrinha 27%.

Há sete dias a cenoura e o chuchu eram vendidos a R$ 40 a caixa com 22kg. Hoje essa mesma quantidade vale R$ 60. O jiló e a pimenta-de-cheiro custavam R$ 50 a caixa com 15kg e 8kg, respectivamente. Passados sete dias subiram para R$ 70. Já caixa com 12 kg de berinjela tinha o valor de R$ 25, e nesta semana passou para R$ 35.  A vagem saltou de R$ 60 para R$ 80 a caixa com 12kg, e a abobrinha de R$ 40 para R$ 50 a caixa com 19kg.

Com a normalização do funcionamento da Ceagesp, que ficou dois dias fechada para o serviço de limpeza, a estimativa é pela normalização do preço dos hortifruti em Cuiabá na próxima semana.

Cotação

A cotação de preços dos 69 principais itens produzidos pela agricultura familiar é realizada semanalmente, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

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